No dia do "aniversário de morte" de Hannah Arendt, li "Rua de mão única", de seu amigo Walter Benjamin. Não foi por planejamento; foi por necessidade. E na leitura o fragmento "Revisor tipográfico juramentado" me chamou a atenção. Benjamin, esse velho sábio chinês, como diria a Jeanne-Marie Gagnebin, parece realmente ter visto antes.
Para quem curte ou precisa escrever, fica o conselho do amigo da Arendt. Como Benjamin, ela também escrevia bonito.