Licença para odiar: Como nasce uma filial dos Proud Boys em Portugal

O @SetentaeQuatro esteve três meses infiltrado nos Proud Boys Portugal. Conheceu os seus líderes, a sua estrutura interna e o processo de recrutamento. Fez o juramento de membro de pleno direito e foi nomeado responsável pelos recrutas.

Investigação de Ricardo Cabral Fernandes.

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Licença para odiar: Como nasce uma filial dos Proud Boys em Portugal

O Setenta e Quatro esteve três meses infiltrado nos Proud Boys Portugal. Conheceu os seus líderes, a sua estrutura interna e o processo de recrutamento. Fez o juramento de membro de pleno direito e foi nomeado responsável pelos recrutas.

@SetentaeQuatro Telegram não é uma rede social é um serviço de mensagens instantâneas. E que por omissão não tem comunicações mais encriptadas do que as que temos ao visitar o vosso site.
@SetentaeQuatro Ter comunicações encriptadas não é de todo uma característica diferenciadora do Telegram, nos dias de hoje (quase) todas as comunicações que fazemos na Internet são encriptadas da mesma forma como o Telegram é por omissão.

@diogo

Mas tem algumas características/funcionalidades que também são usadas por redes sociais como por exemplo; canais de subscrição para divulgar informação, grupos/canais.

E existem grupos que usam o telegram como a "sua rede social"

Alguns serviços de mensagens (signal, telegram, whatsapp) tem tornado essa separação (rede social/serviço de mensagens) cada vez menos clara.

@SetentaeQuatro

@maryjane Ter algumas características em comum não faz com que seja, grupos sempre foi uma funcionalidade de ferramentas de chat, algumas das mais antigas aliás até se organizaram ao redor do conceito de grupo, ou canal (como o IRC). Há mais semelhanças do que havia antes mas a função principal é ainda claramente ser comunicação instantânea.

@SetentaeQuatro

@diogo @maryjane @SetentaeQuatro neste contexto, não parece particularmente útil fazer essa distinção. Os serviços de mensagens são claramente redes sociais no sentido lato do termo.

@mandelbrota

Sim, podemos ter opiniões diferentes acerca do assunto. E é um debate/conversa interessante a ter.

Mas independentemente deste "pormenor" é um grande artigo da parte do @SetentaeQuatro

😃

@diogo @SetentaeQuatro

@mandelbrota ser factual é a missão do jornalismo e é sempre útil.
No sentido lato do termo que estás a usar até a tasca da esquina é e aí não faz sentido dizer rede social porque tudo passa a ser uma rede social.
@maryjane @SetentaeQuatro

@diogo percebo o teu ponto.

O meu modelo mental junta as mailing lists, a Usenet, o IRC, o Matrix, o Twitter, o Mastodon, os blogues (via RSS), o Reddit, o Facebook, o Discord, o Discourse, etc, etc, tudo no mesmo saco. 😁

Certamente que em alguns contextos será útil categorizar estas redes de formas distintas.

@mandelbrota Mas isto do jornalismo, da educação e informação em geral, não se faz com modelos mentais/opiniões individuais (que nunca deixamos de ter o direito a ter), mas sim com definições uniformizadas e normalizadas pelos especialistas, se não acabamos com realidades com factos alternativos
@SetentaeQuatro Chocante. Pergunto-me quantos desses meninos seriam mal vistos pelos seus comparsas americanos...