Do que mais gosto é do que não serve pra nada. A gente diz, com riso no olho: “não vale uma cibalena vencida”. Gosto do que existe sem propósito. Ou ainda, do que vivemos sem propósito além do próprio desfrute do que é. Não é para. Para emagrecer, para aprender, para ficar saudável, para empoderar, para seduzir, para ficar em forma, para conquistar, para manter, para acabar. Vive-se e é. Ou está.

@caisdesaudades ❤️

(Xô utilitarismo!)