Quando parlamentar, 28 anos que foi e nada fez, Bolsonaro defendeu o mesmo orçamento impositivo, que hoje usa pra chamar o Congresso de chantagista. E homenageava o amigo Eduardo Cunha, artífice da queda Dilma e preso em Curitiba.
Quando parlamentar, 28 anos que foi e nada fez, Bolsonaro defendeu o mesmo orçamento impositivo, que hoje usa pra chamar o Congresso de chantagista. E homenageava o amigo Eduardo Cunha, artífice da queda Dilma e preso em Curitiba.