Jair Bolsonaro tomou posse em janeiro de 2020. No dia 17 de janeiro ele flertou com o crime de responsabilidade reconhecendo o parlamentar Juan Guaidó como presidente da Venezuela. No dia 23, na TV Record ele insinuou que uma intervenção militar na Venezuela poderia ocorrer com o envolvimento do Brasil. Minions colocaram a mão no peito jurando que iriam se alistar. Jurista apontaram rapidamente o crime de responsabilidade.
Guerra não aconteceu, minions passaram pano, mas em fevereiro Sergio Moro já quis enfiar goela abaixo do Congresso, com o aval do Presidente o pacote anti-crime, onde autorizava juizes a absolver policiais ou reduzir a pena do policial à metade caso o crime fosse cometido sob “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. No país líder de assassinatos por policiais. Erika Kokay já levantou aí outro crime de responsabilidade.
No dia 26 de fevereiro de 2019, o então ministro Ricardo Velez cometeu um claro crime de responsabilidade. Queria obrigar por portaria que todos os alunos brasileiros cantassem o Hino Nacional e recitassem o slogan de campanha "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos". Isso foi notícia internacional. Velez caiu, veio o desastre do Weintraub.
Com os ministros soltinhos pra cometer crimes de responsabilidade, no final de março, Bolsonaro voltou a cometer um crime, agora inequívoco, convocando militares a celebrar o gole 30 de março de 64 em suas unidades