Jair Bolsonaro tomou posse em janeiro de 2020. No dia 17 de janeiro ele flertou com o crime de responsabilidade reconhecendo o parlamentar Juan Guaidó como presidente da Venezuela. No dia 23, na TV Record ele insinuou que uma intervenção militar na Venezuela poderia ocorrer com o envolvimento do Brasil. Minions colocaram a mão no peito jurando que iriam se alistar. Jurista apontaram rapidamente o crime de responsabilidade.
Guerra não aconteceu, minions passaram pano, mas em fevereiro Sergio Moro já quis enfiar goela abaixo do Congresso, com o aval do Presidente o pacote anti-crime, onde autorizava juizes a absolver policiais ou reduzir a pena do policial à metade caso o crime fosse cometido sob “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. No país líder de assassinatos por policiais. Erika Kokay já levantou aí outro crime de responsabilidade.