Moodle, GCompris, LibreOffice e tantas outras mostram que é possível ensinar com liberdade e respeito à privacidade.
Bora valorizar e divulgar o uso de tecnologias livres na educação pública?
#SoftwareLivre #TecnologiaNaEscola #educacaolivre
A Engenharia de Software, enquanto disciplina que sustenta a transformação digital em todas as suas dimensões, segue em constante evolução. Em um cenário onde dados, automação e inteligência artificial remodelam a prática profissional, torna-se cada vez mais necessário refletir criticamente sobre as metodologias, ferramentas, responsabilidades éticas e impactos sociais do nosso fazer técnico. Este volume, correspondente ao semestre 2024.2, realizado entre os dias 11 de novembro de 2024 e 19 de abril de 2025, dá continuidade ao percurso iniciado nos livros anteriores — 2023.1 (doi.org/10.5281/zenodo.10436804), 2023.2 (doi.org/10.5281/zenodo.14578038) e 2024.1 (doi.org/10.5281/zenodo.14590726) — ampliando e aprofundando as discussões já consolidadas, e introduzindo novos temas emergentes da prática contemporânea. O diferencial deste volume está na exploração crítica de tendências avançadas, como a integração de inteligência artificial generativa, os desafios de testes em tecnologias emergentes (IoT, GenAI e blockchain), os limites e possibilidades da Engenharia de Software Dirigida por Dados (DDSD), e as implicações organizacionais da adoção de práticas como DevSecOps, API First, e documentação viva em ambientes ágeis. Temas fundamentais como arquitetura de software, qualidade, requisitos, metodologias híbridas e manutenção evolutiva continuam a ser abordados com profundidade, mas agora dentro de um olhar mais estratégico, sistêmico e sensível ao impacto social da tecnologia.
Terrível. A @[email protected] quer tirar dos pais e professores a eleição dos diretores das escolas. É o que dá votar em candidatos que na verdade detestam a democracia.