sextábado foi um ciclo bem longo. cheguei a imaginar que talvez fosse acordar ainda no sábado a tempo de caminhar à noite, pra evitar o movimento do domingo no parque, mas nem, quando acordei já era domingo de madrugada. fiz a #caminhada hoje cedo e entendi um dos processos estressantes pra mim, na caminhada entre a multidão no domingo: a ideia de cumprimentar as pessoas que passam por mim vira uma fonte de estresse quando tem muita gente. identifiquei um processo mental parecido com o de um jogo eletrônico que eu jogava quando era criança, em que ovos iam descendo por 4 canaletas diferentes, cada vez mais depressa e em maior quantidade, e o objetivo era apertar o botão que colocaria um cesto de ovos no final da canaleta para não deixar o ovo cair no chão. a sensação de que tem muita gente passando por mim e que estou tentando cumprimentar cada um, sem deixar cair nenhum ovo no chão, por assim dizer, é bem parecida. tentei ficar um tempo caminhando sem cumprimentar ninguém, mas não adiantou nada, a cabeça continua monitorando a passagem das pessoas. será que tem jeito? talvez se eu mudar o jogo... acho que o frogger não ia funcionar muito bem, mas quem sabe o enduro
nossa, já faz uma semana que não posto sobre #caminhada
de sábado passado até hoje, foram sete caminhadas de tarde ou de noite, nenhuminha de manhã
acontecram coisas curiosas perto de uma das cabines da tirolesa sobre a lagoa
acho que foi na terça-feira que eu vi uma mantinha de bebê caída no chão, pertinho da cabine. tinha passado não fazia muito tempo por um carrinho de bebê. na segunda metade da primeira volta, passei novamente por aquela família, perguntei se tinham perdido uma mantinha, mas não era delas. depois passei por outra famĺia com carrinho de bebê, também perguntei, mas também não era. a segunda volta eu fiz por outro trajeto naquele dia, e no dia seguinte, a mantinha já não estava mais lá. espero que tenha sido recuperada, ou que outra pessoa faça bom uso.
na quarta-feira, acho, vi um novo filhotinho de capivara, uma fofura que ia precisar de muito megapixel pra caber numa foto 😉 fiquei tão bobo de encantamento que até cumprimentei uma capivara grande que saía logo atrás dele de trás da cabine da tirolesa.
na quinta, não vi o filhotinho no parque entre os vários bandos de capivaras espalhados pelo parque. passei por um senhor que costuma caminhar de tarde, pertinho da tirolesa, bem na hora que ele falava para outra pessoa sobre como um macho grande havia atacado um filhote por também ser macho. sem contexto algum, logo pensei no filhotinho que tinha visto, e fiquei muito triste e surpreso, porque sempre imaginei que capivaras fossem super pacíficas, não conseguia nem imaginar a cena.
hoje eu vi o filhotinho de novo, são e salvo. ufa! também conheci outros dois, ainda menores, mamando. bem ao lado da cabine da tirolesa. que lugar movimentado! 🙂

