Uns anos atrás quando eu li sobre a "tendência" da geração z no norte global ao "quiet quitting", que nada mais é do que fazer sempre o mínimo/ apenas o que é pedido no trabalho, fiquei meio chocada porque não sabia que era "errado".
Sinceramente como autista e pessoa que sofre de depressão eu não sei diferenciar muito bem não ser capaz de fazer mais do que o mínimo nas situações de um "quiet quitting".

