A vida sob a dívida: por que a vida não melhora mesmo com a economia “melhorando”? 

Ederson Duda: “O aumento do endividamento das famílias e a sensação generalizada de deterioração das condições de vida não constituem desvios em relação a um padrão anterior de estabilidade, …

Blog da Boitempo

O projeto Lula IV em sua encruzilhada

Janela geopolítica e China abrem espaço para superar regressão de quatro décadas. Há caminhos em IA, energias limpas, cooperativismo digital, SUS e biomas. Mas diante do rentismo, campanha vacila e arrisca-se a prometer “menos do mesmo”

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De onde virá o dinheiro para mudar o Brasil

No 1º seminário do projeto Outro Brasil, emerge uma certeza anti-ortodoxa. Há recursos financeiros para enfrentar a desigualdade e reconstruir o país em novas bases. O que falta é política, para evitar que a riqueza seja sequestrada por rentistas

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Varoufakis sem filtro

Em obra que passa ao largo dos jargões técnicos, o economista grego expõe os bastidores de quando era ministro das Finanças e denuncia o mecanismo de asfixia fiscal que aprofundou a recessão na Europa, corroendo democracias inteiras. Concorra a exemplares

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Pobres, desindustrializados e desarmados – com orgulho

De Fernando Henrique a Fernando Haddad, país trocou a ideia de um projeto nacional pelo atendimento aos dogmas do mercado – em especial os “ajustes fiscais”. Resultados são pobreza, atraso, fragilidade militar, desindustrialização. A página tarda a ser virada

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Crítica à política econômica da miséria

Em nome do “equilíbrio fiscal”, economistas de direita propõem limitar o salário mínimo e os benefícios sociais – e governo os satisfaz em parte. É tolice e interesse. Ganhos do trabalhador retornam à economia e ao Estado. Mas os rentistas querem o controle total do Tesouro

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"Em dezembro de 2011, havia 727.701 postos de trabalho no Estado e havia 4.735.400 empregos no país. O emprego público representava assim 15,36% do emprego total, um valor muito superior ao atual (14,52%) e ainda inferior à média comunitária da época que se aproximaria dos 17%.

Entre dezembro de 2011 e setembro de 2024, o emprego publico aumentou 2,6% como já dissemos enquanto o emprego total aumentou 8,56%. Ou seja, o ritmo de aumento do emprego total foi mais do triplo do emprego público desde 2011.

Para que o emprego público tivesse de manter o peso que tinha no emprego total em dezembro de 2011, em vez de ter aumentado 18.801 postos de trabalho, devia ter aumentado 62.291. Ou seja, para o atual nível de emprego total, “faltam” 43.490 postos de trabalho público só para que este mantivesse um peso de 15,36%, um valor que se deveria manter, ainda assim muito abaixo da média comunitária que, recorde-se é claramente “puxada para baixo” pela frugalidade da Alemanha e dos Países Baixos que são os países que mais gastam em saúde no UE mas que o fazem sem pagar diretamente a pessoal médico ou da área da saúde que são empregados dos concessionários em saúde e não do Estado."

https://economiafinancas.com/2024/portugal-tem-poucos-funcionarios-publicos-face-a-ue-e-face-a-sua-historia-recente/

#Portugal #Estado #FunçãoPública #Neoliberalismo #Austeridade

Portugal tem poucos Funcionários Públicos face à UE e face à sua história recente - 2000 a 2024 - Economia e Finanças

Portugal tem poucos Funcionários Públicos face à UE e face à sua história recente. Analise a dados desde 2011 a 2024. INE, e DGAEP.

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