BolÃvia se levanta contra neoliberalismo e expõe ‘nova Operação Condor’ na América Latina
BolÃvia se levanta contra neoliberalismo e expõe ‘nova Operação Condor’ na América Latina
‘Rodrigo Paz tenta se sustentar na base da repressão’, afirma analista sobre protestos na Bolívia
O projeto Lula IV em sua encruzilhada
Janela geopolítica e China abrem espaço para superar regressão de quatro décadas. Há caminhos em IA, energias limpas, cooperativismo digital, SUS e biomas. Mas diante do rentismo, campanha vacila e arrisca-se a prometer “menos do mesmo”https://outraspalavras.net/crise-brasileira/projeto-lula-iv-em-sua-encruzilhada/
De onde virá o dinheiro para mudar o Brasil
No 1º seminário do projeto Outro Brasil, emerge uma certeza anti-ortodoxa. Há recursos financeiros para enfrentar a desigualdade e reconstruir o país em novas bases. O que falta é política, para evitar que a riqueza seja sequestrada por rentistashttps://outraspalavras.net/crise-brasileira/onde-vira-o-dinheiro-para-mudar-o-brasil-2/
Varoufakis sem filtro
Em obra que passa ao largo dos jargões técnicos, o economista grego expõe os bastidores de quando era ministro das Finanças e denuncia o mecanismo de asfixia fiscal que aprofundou a recessão na Europa, corroendo democracias inteiras. Concorra a exemplaresGoverno bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas
Pobres, desindustrializados e desarmados – com orgulho
De Fernando Henrique a Fernando Haddad, país trocou a ideia de um projeto nacional pelo atendimento aos dogmas do mercado – em especial os “ajustes fiscais”. Resultados são pobreza, atraso, fragilidade militar, desindustrialização. A página tarda a ser viradahttps://outraspalavras.net/crise-brasileira/pobres-desindustrializados-e-desarmados-com-orgulho/
Crítica à política econômica da miséria
Em nome do “equilíbrio fiscal”, economistas de direita propõem limitar o salário mínimo e os benefícios sociais – e governo os satisfaz em parte. É tolice e interesse. Ganhos do trabalhador retornam à economia e ao Estado. Mas os rentistas querem o controle total do Tesourohttps://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/critica-a-politica-economica-da-miseria/
"Em dezembro de 2011, havia 727.701 postos de trabalho no Estado e havia 4.735.400 empregos no país. O emprego público representava assim 15,36% do emprego total, um valor muito superior ao atual (14,52%) e ainda inferior à média comunitária da época que se aproximaria dos 17%.
Entre dezembro de 2011 e setembro de 2024, o emprego publico aumentou 2,6% como já dissemos enquanto o emprego total aumentou 8,56%. Ou seja, o ritmo de aumento do emprego total foi mais do triplo do emprego público desde 2011.
Para que o emprego público tivesse de manter o peso que tinha no emprego total em dezembro de 2011, em vez de ter aumentado 18.801 postos de trabalho, devia ter aumentado 62.291. Ou seja, para o atual nível de emprego total, “faltam” 43.490 postos de trabalho público só para que este mantivesse um peso de 15,36%, um valor que se deveria manter, ainda assim muito abaixo da média comunitária que, recorde-se é claramente “puxada para baixo” pela frugalidade da Alemanha e dos Países Baixos que são os países que mais gastam em saúde no UE mas que o fazem sem pagar diretamente a pessoal médico ou da área da saúde que são empregados dos concessionários em saúde e não do Estado."
#Portugal #Estado #FunçãoPública #Neoliberalismo #Austeridade