O massacre da Porteira da Capivara, oito décadas depois | Outras Palavras

Era 1917. Greves alastravam-se feito pólvora. Operários de Campinas, em defesa de líder preso, colocaram-se em frente dos trilhos. Três foram fuzilados pela polícia. Uma criança, meu avô, viu tudo. Ao contar-me, percebo: a identidade de um povo também se faz das prosas em família

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O massacre da Porteira da Capivara, oito décadas depois

Era 1917. Greves alastravam-se feito pólvora. Operários de Campinas, em defesa de líder preso, colocaram-se em frente dos trilhos. Três foram fuzilados pela polícia. Uma criança, meu avô, viu tudo. Ao contar-me, percebo: a identidade de um povo também se faz das prosas em família

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