@bookstodon
I'm continuing my recently started project of slowly catching up to where Love and Rockets is today. I'm halfway through Heartbreak Soup and really enjoying it, much more so than when I read it the first time in the 80s. I always preferred Jaime's work then, I found Beto confusing and didn't enjoy his art style that much.
I've clearly changed my mind about this because this is really good.
#Comics #LoveAndRockets #GilbertHernandez
Just out of a very enjoyable Q&A with #GilbertHernandez at #JokerBilbao.
#comics

Quinta leitura do ano: “Neil Gaiman entrevista Jaime e Gilbert Hernandez”.

(e-book grátis na loja da editora Veneta)

#jaimehernandez #gilberthernandez #neilgaiman #loveandrockets #Leitura2024

Em 1995, Neil Gaiman (@neilhimself) foi escalado para entrevistar Gilbert e Jaime Hernandez para a revista Comics Journal.

A editora Veneta traduziu e publicou um ebook grátis:

https://veneta.com.br/produto/love-and-rockets-neil-gaiman-entrevista-gilbert-e-jaime-hernandez/

#LoveAndRockets #JaimeHernandez #GilbertHernandez #NeilGaiman

Love and Rockets – Neil Gaiman entrevista Gilbert e Jaime Hernandez (E-pub) - Editora Veneta

Em 1995, a Comics Journal convidou Neil Gaiman para entrevistar os irmãos Gilbert e Jaime Hernandez. Com sua mistura de grandes entrevistas e furioso rigor crítico, a Comics Journal já estava na época consolidada como a principal revista a respeito de quadrinhos nos Estados Unidos. Em 1995, Neil Gaiman era já um astro. Seu Sandman vendia mais que a maior parte dos gibis de super-heróis. Mas Gaiman é um fã da Love and Rockets. Então, apesar de todas as tarefas que tinha como astro dos quadrinhos, Gaiman aceitou o convite da Comics Journal. Ele tinha já bastante experiência com entrevistas. Antes de ser roteirista, foi jornalista (seu primeiro livro é uma biografia do Duran Duran, uma banda pop muito popular nos anos 1980). Mas o resultado não foi um simples encontro de entrevistador e entrevistados. Foi um encontro de criadores em um momento decisivo de suas carreiras. Para começar, nesta entrevista os Hernandez anunciam o final da Love and Rockets. Gaiman não anuncia, mas o ciclo de seu gibi do Sandman também chegava ao fim: a série que ele iniciara em janeiro de 1989 teria seu último número em março de 1996. Então, lendo agora, as perguntas que Gaiman faz parecem revelar muito das angústias dele. Em um momento, Gilbert constata: “Virou ‘a entrevista de Neil Gaiman’” e todos dão risada. Mas é algo assim. Nestas próximas páginas entrevemos criadores conversando francamente sobre a escrita, personagens, leitores, carreira profissional, mercado... em um texto precioso que interessará não apenas aos fãs de Love and Rockets e Neil Gaiman, mas a todos que se interessam pelo processo criativo de artistas. GAIMAN: No meio da última história, eu fiz uma edição bem completa para os leitores, cheia de coisas de que eles gostam [Sandman número 64]. Foi tipo: “Vocês têm se comportado, está aqui uma história do jeito que vocês gostam. Agora podemos voltar para o que interessa...?”. GILBERT: Você se incomoda quando dá uma parada e faz algo para os fãs? E quando fica bom? Te incomoda quando fica bom? Você não pensa: “Bom, então o que estou fazendo o resto do tempo?”. GAIMAN: Sim, sempre acontece isso. Há coisas que li na versão xerocada das histórias antes de estarem prontas para serem lançadas. Eu li uma das histórias mais populares de Sandman [número 31] e pensei: “Que história sem vergonha, óbvia” e perguntei: “Podemos tirar essa?”. E eles disseram: “Não! Não podemos tirar”. Aí saiu a revista e todo mundo adorou a história. E o estranho agora é que, quando vejo aquela história e comparo com as outras edições da mesma época, eu não entendo por que achei tão ruim. Isso é outra coisa...

Editora Veneta