As grandes marcas multinacionais, bancos de primeira linha e montadoras de veículos evitam esses programas devido a políticas rígidas de Brand Safety (segurança da marca). Elas não desejam ver seus logotipos associados a poças de sangue, corpos ou discursos de linchamento público. Isso faz com que os programas dependam de patrocinadores com menor escrúpulo institucional, que aceitam financiar o ecossistema do pânico em troca de vendas imediatas.