A biologia humana é binária: baseia-se em dois sexos definidos por gâmetas e cromossomas. Alterar a linguagem ou usar termos como “atribuído ao nascer” para validar identidades subjetivas é, na minha visão, uma negação da realidade física. A ciência não deve ser moldada por perceções psicológicas; um homem nasce homem e uma mulher nasce mulher. Adaptar o vocabulário para acomodar disforias não muda os factos biológicos imutáveis que definem a nossa espécie.

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