
The 4th Amendment is Not for Sale!
https://www.congress.gov/bill/118th-congress/house-bill/4639
Location Data Brokers - HOPE XVI (2025)
https://youtube.com/watch?v=kqkL4yr6bVU
* Legislation needed on Federal Level to protect #privacy (#Wyden)
* SDK harvests location data
#hackersOnPlanetEarth #2600
It's all Gravy - "where we go is who we are"
https://www.ftc.gov/news-events/news/press-releases/2025/01/ftc-finalizes-order-prohibiting-gravy-analytics-venntel-selling-sensitive-location-data
#DigitalRedLining #DHS #ICE #EFF #DataBroker #SurveillanceCapitalism
All browsing through Tor Browser for Mobile (with a Password Manager when needed), all messaging through Signal, solves the problem of malware location-spying Apps. @torproject
Via the #MeidasTouchNetwork @ ~11:00pm EST on Jan 16, 2026
#DEM Investigator BLOWS LID OFF SHOCK Epstein Payments
In a bombshell new letter, Sen. #Wyden demands that #BNYMellon hand over information tied to 20,000 suspicious $1 million transfers #Epstein made between January to September 2007, during the time Epstein was negotiating his non-prosecution agreement period. #DinaDoll reacts.

‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens
‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens
À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.
Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.
“Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.
A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.
“Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.
A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.
No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.
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