RE: https://bolha.us/@rodrigofaustino/116697431247057391

#darkhorse #goup #saopaulo #prefeitura #bolsonarismo

Justiça seja feita, quem vem acompanhando e desvendando há tempos essa falcatrua dirigida pelo Mário Frias em São Paulo é o Intercept:

https://www.intercept.com.br/2026/06/02/ong-produtora-dark-horse-dados-usuarios-wi-fi-livre-sp-disparos-massa/

Justiça anula licenciamento e proíbe Prefeitura de autorizar ‘espigão da Duque’ sem aprovação de IPHAE e IPHAN

https://fed.brid.gy/r/https://www.brasildefato.com.br/2026/05/28/justica-anula-licenciamento-e-proibe-prefeitura-de-autorizar-espigao-da-duque-sem-aprovacao-de-iphae-e-iphan/

Operação da PF contra Antônio Furlan investiga desvio milionário para bancar “milícia digital” em Macapá

O ex-prefeito Antônio Furlan ladeado por assessores e influenciadores digitais investigados pela Polícia Federal por integrarem esquema milionário de difamação e propaganda política financiado com verbas da prefeitura

26 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]

A Polícia Federal deflagrou, na manhã da terça-feira (26 de maio), em Macapá (AP), Belém (PA) e Canela (RS), a Operação “Palanque Digital” para desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar cerca de R$ 25 milhões dos cofres públicos da capital amapaense. A ação cumpre 35 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral, tendo como principal alvo o ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan (PSD), além de ex-administradores municipais e influenciadores digitais. A investigação aponta que a verba pública era utilizada para financiar uma complexa estrutura de produção de conteúdo digital em larga escala, cujo objetivo era promover politicamente a imagem do ex-gestor, espalhar desinformação e atacar sistematicamente seus adversários políticos por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

O desdobramento das investigações revela as engrenagens de uma suposta “milícia digital” institucionalizada no coração da administração municipal. De acordo com os elementos colhidos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, o ex-secretário de Comunicação de Macapá, Juarez Menescal, e o publicitário Diego Santos são apontados como os mentores intelectuais da estrutura. A dupla teria arquitetado um esquema que utilizava servidores nomeados em cargos de confiança dentro da prefeitura. Em vez de exercerem funções públicas tradicionais voltadas ao atendimento da população, esses funcionários atuavam como operadores de uma rede oculta de propaganda e difamação na internet.

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Leia mais — Tudo começou com denúncia de empresário envolvendo Antônio Furlan

Durante as primeiras horas da operação na manhã de terça-feira, o ambiente político do Amapá foi sacudido por desdobramentos imediatos. Juarez Menescal acabou preso em flagrante, mas não pelo crime eleitoral em si, e sim por posse ilegal de arma de fogo encontrada em sua residência durante o cumprimento dos mandados judiciais. Um cenário idêntico se repetiu no município de Canela, no Rio Grande do Sul, onde uma segunda pessoa, cuja identidade ainda é mantida sob sigilo pelas autoridades, também foi detida em flagrante pelo mesmo crime de porte ilícito de armamento.

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Apesar de a Polícia Federal adotar a praxe de não divulgar oficialmente o nome dos investigados devido às restrições legais da Lei de Abuso de Autoridade, os bastidores políticos e investigativos confirmaram o envolvimento de figuras centrais da comunicação macapaense. Entre os alvos que receberam os agentes federais em suas residências e locais de trabalho estão influenciadores conhecidos do público amapaense, como Edi dos Santos Souza, o “Soedi”, Jean Machado, popularmente chamado de “Bambam News”, Jonatas Nascimento, “O Fabuloso”, e Huelton Rodrigo Sales, proprietário da página de amplo alcance regional “Ispia Amapá”.

As bases da investigação ganharam contornos mais nítidos a partir de revelações que já tramitavam nos bastidores do Poder Judiciário do Amapá. Em depoimento prestado no dia 25 de março ao 1º Juizado Especial Cível de Macapá, no âmbito de um processo que apurava crimes de calúnia e difamação, o ex-servidor municipal Gleidson Alves Barros detalhou o funcionamento da engrenagem. Ele confirmou em juízo a existência de um grupo intitulado “artilheiros”, composto majoritariamente por servidores públicos comissionados. Esse grupo funcionava como uma central de disparos em massa de mensagens e conteúdos digitais criados especificamente para a defesa cega da gestão de Furlan e para o bombardeio digital de opositores, tudo sob a coordenação e comando direto do ex-secretário Menescal.

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O montante financeiro sob suspeita impressiona os investigadores e a opinião pública. O desvio estimado em R$ 25 milhões teria sido pulverizado ao longo de meses para manter a fidelidade e o engajamento de comunicadores, influenciadores de nicho e operadores de redes sociais recrutados pela cúpula da antiga gestão municipal. Os mandados de busca e apreensão executados na data de hoje buscam reunir provas materiais robustas, como computadores, aparelhos celulares, mídias digitais e documentos financeiros, capazes de comprovar o caminho do dinheiro público e a exata extensão do dano causado ao erário de Macapá.

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O modus operandi investigado pela Polícia Federal na Operação Palanque Digital acende um alerta sobre as novas fronteiras da corrupção e dos crimes eleitorais na era da hiperconectividade. O uso de estruturas paralelas financiadas com impostos dos cidadãos para moldar a opinião pública de forma artificial e destruir reputações configura um duplo golpe na sociedade: além do evidente prejuízo financeiro a serviços essenciais como saúde e educação, fere de morte a legitimidade do debate democrático e a lisura dos processos eleitorais na região.

As buscas interestaduais em Belém e no Rio Grande do Sul indicam que a rede de apoio e os tentáculos do esquema possuíam ramificações que iam muito além das fronteiras geográficas do Amapá, possivelmente utilizando prestadores de serviços de tecnologia e publicidade em outros estados para mascarar a origem e o destino final das verbas. Os materiais apreendidos pela Polícia Federal serão agora submetidos a perícia técnica e análise detalhada por parte dos peritos criminais e promotores de Justiça, o que deve balizar os próximos passos das denúncias criminais e ações de improbidade administrativa contra o ex-prefeito Antônio Furlan e os demais envolvidos no esquema milionário.

VERSÃO TRANSVERSA

Furlan ataca oposição e ignora denúncia de R$ 25 milhões

Criar sugestões de títulos com 8 palavras com base nessa reportagem O ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan, quebrou o silêncio nas redes sociais e se pronunciou oficialmente sobre a sexta operação da Polícia Federal que o envolve diretamente no Amapá. A nova investigação, batizada de Operação Palanque Digital e conduzida em parceria com o Ministério Público Eleitoral, apura o suposto desvio de R$ 25 milhões dos cofres municipais para financiar uma sofisticada rede de fake news, ataques a adversários políticos e autopromoção digital.
Em um vídeo de pouco mais de um minuto gravado após a ação policial, o político buscou transmitir serenidade ao afirmar que recebe a investida com tranquilidade e confia plenamente nas instituições e na Justiça, justificando que a verdade dos fatos vai prevalecer. Sem entrar no mérito das graves denúncias de corrupção e uso indevido da máquina pública, o ex-gestor mudou o foco do debate ao sugerir que os comunicadores e influenciadores digitais que viraram alvos da Polícia Federal só estão sendo investigados porque fazem oposição aberta ao atual Governo do Estado.
No pronunciamento, Furlan aproveitou o momento de forte exposição na mídia para amarrar seu futuro político e blindar seus planos eleitorais ao garantir que segue firme, com fé em Deus, na sua pré-candidatura ao governo do Amapá. A linha de defesa adotada ignora os detalhes do inquérito que aponta o uso sistemático da Prefeitura de Macapá para irrigar páginas de internet voltadas à desinformação.
O novo escândalo joga ainda mais pressão sobre o grupo político do ex-prefeito, que já enfrentava um cenário de grave crise institucional desde o início do ano. No dia 4 de março, Antônio Furlan havia sido afastado do cargo de prefeito durante a Operação Paroxismo, que mira desvios de recursos nas obras do Hospital Municipal de Macapá, um projeto orçado em R$ 70 milhões.
Naquela ocasião, as provas colhidas pelos investigadores foram consideradas contundentes, incluindo depósitos fracionados de R$ 3 milhões nas contas bancárias ligadas ao casal Furlan e o flagrante de uma mala cheia de dinheiro vivo, sacada pelo empreiteiro responsável pela construção, sendo transportada no veículo de uso pessoal do próprio prefeito. Agora, o silêncio estratégico sobre os R$ 25 milhões do esquema digital reforça o clima de polarização e incerteza que desenha o cenário político amapaense.

#furlan #macapá #milícia #operaçãopolicial #prefeitura #prisões

Após saída de gestor investigado pela PF, cobranças por periferia abandonada sobram para Pedro DaLua

Veículos de comunicação que omitiam a precariedade dos alagados durante a gestão anterior agora cobram soluções imediatas do prefeito interino, tentando blindar o pré-candidato ao governo de investigações da Polícia Federal

20 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]

Em uma reviravolta que expõe as engrenagens da política e da comunicação na capital amapaense, veículos de imprensa locais começaram a exibir uma enxurrada de reportagens denunciando a precariedade dos bairros periféricos de Macapá, atribuindo a crise ao prefeito interino Pedro DaLua (União), que assumiu o cargo há pouco mais de 70 dias. A súbita preocupação midiática com os alagados e as áreas de ressaca ocorre logo após a renúncia do ex-prefeito Antônio Furlan (PSD), em março de 2026, para disputar o Governo do Estado, em meio a um rastro de investigações federais e anos de forte investimento em publicidade oficial. O fenômeno escancara como o aparato de comunicação, que silenciou durante os cinco anos e meio da gestão passada diante do abandono do subúrbio, agora é mobilizado para blindar o legado do antigo aliado e transferir o passivo de problemas estruturais crônicos para o atual ocupante do Palácio Laurindo Banha.

Durante mais de meia década, a receita adotada pela gestão de Antônio Furlan priorizou o cartão-postal em detrimento do saneamento básico. O foco quase exclusivo na revitalização do centro da cidade, na construção de praças ornamentadas e na decoração exuberante de pontos turísticos garantiu ao ex-prefeito altos índices de aprovação e uma blindagem midiática praticamente intransponível. Enquanto os cofres municipais financiavam uma narrativa de cidade perfeita nos principais telejornais e programas de rádio da capital, a realidade nas passarelas de madeira e nas áreas periféricas era de absoluto isolamento. “Nenhum apresentador de programa sensacionalista pisava aqui para mostrar nossa passarela caindo ou o esgoto correndo a céu aberto quando o antigo prefeito mandava na cidade”, desabafa a dona de casa Maria do Socorro Santos, moradora de uma área de ressaca no bairro Congós, evidenciando o contraste entre a propaganda e o cotidiano.

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A calmaria política desmoronou com o avanço de investigações da Polícia Federal (PF) sobre supostos desvios de recursos públicos, tendo como epicentro o Hospital Geral Municipal, obra que era apresentada como a joia da coroa da administração. O desgaste culminou no afastamento temporário determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e na posterior renúncia definitiva de Furlan, que antecipou sua saída para viabilizar sua candidatura ao Palácio do Setentrião. Com a vacância, o então presidente da Câmara de Vereadores, Pedro DaLua, assumiu a liderança do Executivo municipal com a missão de administrar um município financeiramente asfixiado e estruturalmente dividido.

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Ao assumir a cadeira, DaLua herdou um passivo complexo de problemas represados, que vão desde contratos emergenciais de lixo com sérias pendências até a paralisação de obras fundamentais nas regiões mais vulneráveis. Contudo, em vez do esperado período de trégua institucional para o diagnóstico da máquina pública, o prefeito interino passou a enfrentar uma agressiva ofensiva dos mesmos veículos que antes orbitavam no entorno financeiro de Furlan. Problemas históricos de drenagem e pavimentação, acumulados ao longo de 66 meses de omissão nas periferias, passaram a ser tratados pela crônica local como negligências exclusivas dos primeiros 70 dias da nova administração.

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Essa dinâmica reflete um movimento clássico de transição de poder, no qual grupos políticos utilizam seus braços midiáticos para moldar a opinião pública e pavimentar o caminho eleitoral. Ao focar excessivamente nas demandas urgentes do subúrbio e culpar o governo interino, a imprensa que apoiava e ainda apoia Furlan tenta criar uma cortina de fumaça sobre a origem real do abandono social de Macapá. Especialistas em comunicação pública apontam que a estratégia visa desvincular a imagem do pré-candidato ao governo das investigações criminais e do deficit de infraestrutura deixado nas periferias, fixando no imaginário popular a ideia de que a cidade piorou apenas após a sua saída. Enquanto o embate político se acirra nos estúdios e nos bastidores partidários, a população das pontes e dos alagados segue aguardando que o debate se converta em serviços essenciais e dignidade urbana.

#abandono #bairros #dalua #furlan #imprensa #prefeitura

Deputado acusa ex-prefeito Antônio Furlan de usar dinheiro de aposentados para bancar shows e obras caras

Em pronunciamento contundente, Roberto Góes detalhou rombo financeiro deixado pelo ex-prefeito na capital, criticou qualidade das obras municipais e alertou que o pagamento dos servidores inativos está seriamente comprometido

19 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]

O deputado estadual Roberto Góes (PDT) sacudiu o plenário da Assembleia Legislativa do Amapá ao classificar os cinco anos e meio da gestão do ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan (PSD), como uma “vergonha histórica” marcada por endividamento milionário e desvio de verbas previdenciárias. Em um discurso contundente proferido em Macapá, o parlamentar utilizou sua experiência como ex-gestor da capital para destrinchar o que chamou de administração mais permissiva e negligente da história do município, alertando que o atual colapso financeiro é fruto de gastos irresponsáveis com shows e obras de qualidade questionável.


A crítica de Góes atinge diretamente o cerne da crise política que culminou no recente afastamento de Furlan pelo Supremo Tribunal Federal e em sua posterior renúncia. De acordo com o deputado, o ex-prefeito recebeu o município com uma situação financeira confortável e um caixa abarrotado, mas optou por priorizar a maquiagem urbana em detrimento da responsabilidade fiscal. O resultado, segundo o pedetista, é um rombo monumental na previdência municipal que agora coloca em risco o sustento de milhares de servidores inativos.

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“Mais de 250 milhões de reais foram retirados dos recursos destinados aos aposentados para bancar shows e obras”, denunciou Roberto Góes durante o pronunciamento. O parlamentar explicou que a gravidade da situação acendeu o alerta no Ministério da Previdência, em Brasília, já que é inadmissível desviar esse montante do fundo previdenciário municipal para finalidades estritamente eleitoreiras. “Agora, o pagamento aos aposentados está comprometido devido a essa irresponsabilidade”, completou o deputado, visivelmente indignado com o destino dos fundos públicos.

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Góes, que governou a capital amapaense em um período de intensos desafios econômicos (2009 – 2012), fez questão de diferenciar as dificuldades de sua época com o cenário de escândalos que atinge a gestão Furlan. Ele relembrou que todo administrador de capital enfrenta problemas estruturais e orçamentários, mas enfatizou que seus antigos percalços nunca estiveram atrelados a esquemas de corrupção ou ao desmonte de direitos dos trabalhadores. Para o deputado, a ex-administração ultrapassou os limites da legalidade ao financiar ações caras e ineficazes.

Entre os exemplos citados no plenário, o parlamentar destacou as obras da Praça Jaci Barata, cujos custos elevados destoam completamente da qualidade entregue à população. Roberto Góes afirmou que o sentimento geral da comunidade é de revolta, pois muitos enxergam nessas intervenções superfaturadas uma forma velada de roubo do patrimônio público. Ele pontuou que, apesar de o ex-prefeito ter conquistado grande simpatia popular por meio de uma comunicação de massa eficiente, a realidade por trás dos bastidores da prefeitura é muito mais sombria e complexa.

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O pedetista argumentou que o endividamento severo de Macapá e as medidas drásticas adotadas pelo Judiciário são os maiores indicativos de que as irregularidades eram sistêmicas. “Não podemos acreditar que o ex-prefeito Furlan é totalmente inocente. Quando decisões judiciais de afastamento são tomadas, é porque há provas consistentes de graves irregularidades e má gestão”, disparou Góes. Ele reiterou que gerenciar o município com recursos abundantes e, ainda assim, entregar obras mal feitas e ineficazes demonstra incompetência técnica e falta de compromisso com o dinheiro do contribuinte.

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O discurso repercutiu imediatamente nos bastidores políticos do Amapá, abrindo uma nova frente de desgaste para o grupo político de Antônio Furlan. Ao expor os números do endividamento e a ameaça real aos cofres da previdência, Roberto Góes mudou o foco do debate público das redes sociais para a realidade das contas municipais. O parlamentar concluiu seu pronunciamento exigindo rigor das autoridades de controle e fiscalização, afirmando que a Assembleia Legislativa continuará acompanhando de perto os desdobramentos das investigações para que os direitos dos aposentados de Macapá sejam preservados e os responsáveis pelo rombo financeiro sejam devidamente punidos.

#deputado #furlan #góes #ladrão #prefeitura

Prefeito interino de Macapá evita detalhar crise financeira após queda de Antônio Furlan por corrupção

Relatórios do Tesouro Nacional revelam colapso fiscal na capital amapaense sob o comando de Antônio Furlan, que recorreu a empréstimos emergenciais para tentar mascarar a insolvência e a malversação de recursos

6 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]

O prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua (União), classificou como “fragilizada” a situação estrutural e administrativa da capital amapaense durante entrevista coletiva concedida na terça-feira, 5 de maio, no Palácio Laurindo Banha. A declaração ocorre após DaLua assumir o cargo em virtude do afastamento do titular, Antônio Furlan (PSD), determinado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob justificativa de que o cenário de deterioração das contas públicas e a descontinuidade de serviços essenciais exigiam uma intervenção imediata para garantir a governabilidade e a preservação do patrimônio municipal. Embora o gestor interino tenha evitado detalhar a extensão do passivo ou enumerar as irregularidades encontradas, o termo utilizado por ele soou como um eufemismo diante do rastro de insolvência financeira e suspeitas de corrupção que marcam o fim da era Furlan.

“Nominar de ‘fragilizado’ o
cenário de débâcle deixado
por Furlan em Macapá é
minimizar a devastação de
ações financeiras predatórias.”

A cautela retórica de DaLua contrasta severamente com os dados técnicos e o histórico recente da administração municipal. Ao assumir o mandato em janeiro de 2021, Antônio Furlan herdou uma prefeitura em condições diametralmente opostas às que entrega agora. Registros oficiais e declarações do ex-prefeito e atual governador do Amapá, Clécio Luís (União), confirmam que a transição ocorrida há cinco anos foi pautada pela abundância de recursos. Naquela ocasião, Clécio entregou as chaves do município com aproximadamente R$ 1,2 bilhão em caixa, valor que englobava convênios federais, verbas carimbadas para obras de infraestrutura e um saldo superavitário de R$ 67 milhões, fruto de uma política de ajuste fiscal rigorosa. O cenário permitia, à época, que o novo prefeito iniciasse o mandato com salários rigorosamente em dia e contratos operacionais garantidos.

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“Relatórios do Tesouro Nacional
apontaram que a gestão
acumulou dívidas, contrastando
com o saldo superavitário
de 67 milhões em 2019.”

Entretanto, o que se viu nos anos seguintes foi uma dilapidação progressiva desse patrimônio público. A gestão Furlan, agora sob a vigilância do STF e de órgãos de controle, passou a ser sinônimo de gastança. A “fragilidade” citada por Pedro DaLua é, na verdade, o resultado de cinco anos de uma política fiscal que priorizou o marketing político, obras de vitrine e festanças em detrimento da saúde financeira da capital. Em agosto de 2024, um relatório da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), publicado no Diário Oficial da União, já acendia o sinal vermelho para os órgãos de fiscalização: Macapá apresentava um rombo estimado em mais de R$ 300 milhões. A publicação chocou a população, que via o contraste entre a propaganda oficial e a realidade de obras paralisadas por falta de pagamento.

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“A insolvência tornou-se real
em 2024, quando Furlan
precisou de um empréstimo
de 200 milhões para
tentar evitar o colapso.”

A crise financeira não ficou restrita aos gabinetes; ela transbordou para os canteiros de obras e para a mesa do trabalhador. Bairros como o Marabaixo 3 tornaram-se símbolos do abandono, com pavimentações interrompidas e máquinas silenciosas. Mais grave que o concreto parado foi o impacto social: o atraso crônico no pagamento de contratos de empresas terceirizadas mergulhou milhares de famílias macapaenses na incerteza. Sem receber os repasses da prefeitura, as empresas suspenderam pagamentos e demitiram funcionários, gerando um efeito cascata de inadimplência no comércio local. A gestão de Furlan, que começou com bilhões em conta, terminou com o nome da cidade inscrito nos cadastros de inadimplentes e sob suspeitas de malversação de recursos, peculato e corrupção.

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O desespero financeiro da gestão afastada atingiu o ápice em novembro de 2024. Com o crédito esgotado e a arrecadação própria insuficiente para cobrir o buraco das contas públicas, Antônio Furlan articulou uma manobra política desesperada na Câmara de Vereadores. Com o apoio do então presidente da Casa, Marcelo Dias, o Executivo enviou e aprovou em regime de urgência um projeto de lei para a contratação de um empréstimo de R$ 200 milhões. A justificativa oficial — pavimentação e mobilidade urbana — foi recebida com ceticismo pela oposição e por especialistas em contas públicas, que enxergaram na medida uma tentativa tardia de estancar uma sangria provocada por anos de má gestão e possível desvio de finalidade dos recursos públicos.

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“O ex-prefeito Antônio Furlan
foi apeado do poder por
ordem do ministro Flávio
Dino, do Supremo Tribunal,
sob suspeitas de corrupção.”

A atual fala do prefeito interino, embora contida, revela a dificuldade de reorganizar uma máquina pública que sofreu uma debâcle financeira sem precedentes na história recente do município. Ao não detalhar a gravidade dos problemas, Pedro DaLua pode estar tentando evitar um pânico institucional ainda maior, mas os números da STN e as ordens judiciais vindas de Brasília falam por si. O cenário de “fragilidade” descrito na terça-feira é o diagnóstico de um organismo administrativo que foi levado à exaustão por ações predatórias.

Agora, o desafio de DaLua e das equipes de transição forçada é realizar uma auditoria completa para identificar onde os recursos bilionários deixados em 2021 foram drenados. A prestação de serviços essenciais, como saúde e limpeza pública, operam no limite da capacidade, refletindo o colapso de uma prefeitura que, há menos de quatro anos, era modelo de equilíbrio fiscal na região Norte. O silêncio do ex-prefeito Antônio Furlan sobre as acusações de corrupção e a origem do rombo financeiro apenas aumenta a pressão sobre os novos gestores.

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“O rombo de 300 milhões
resultou em obras paradas
e graves consequências para
milhares de trabalhadores que
ficaram sem seus salários.”

O futuro de Macapá depende agora da capacidade da nova administração em renegociar dívidas e recuperar a confiança dos órgãos federais para o desbloqueio de convênios. Enquanto Pedro DaLua evita termos mais fortes, a população da capital amapaense aguarda que o termo “fragilizada” seja traduzido em números reais, expondo a verdadeira face da crise que paralisou a cidade e levou o Supremo Tribunal Federal a intervir no destino político da maior cidade do estado. A história da gestão Furlan, que começou em berço de ouro financeiro, termina sob o peso de investigações e um déficit que comprometerá as próximas gerações de munícipes.

#Corrupção #dalua #furlan #macapá #prefeitura
Prefeitura confirma que bar denunciado por Ana Paula Renault tem alvará irregular, dá prazo de 30 dias para regularização, mas não multa: Subprefeitura Sé fez fiscalização na madrugada deste domingo (3) e constatou que a licença de funcionamento do estabelecimento na Rua Augusta não corresponde à atividade exercida no local. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/04/prefeitura-confirma-que-bar-denunciado-por-ana-paula-renault-tem-alvara-irregular-da-prazo-de-30-dias-para-regularizacao-mas-nao-multa.ghtml #Prefeitura #AlvaráIrregular

Estratégia da Prefeitura para evitar judicialização do Plano Diretor é ‘absolutamente insuficiente’, alerta promotor

https://fed.brid.gy/r/https://www.brasildefato.com.br/2026/04/22/estrategia-da-prefeitura-para-evitar-judicializacao-do-plano-diretor-e-absolutamente-insuficiente-alerta-promotor/