Errata: A respeito da Zilog, Z80 e afins… - Retrópolis

Como somos humanos, isto quer dizer que somos passíveis de erros. E admitir o erro é algo que é obrigatório para nós. E sobre o post anterior, a respeito da Zilog largar a mão do Z80, trazemos novidades. Antes de tudo, queria agradecer ao amigo Pablo Villalba por ter, numa manhã de domingo, escrito um

Retrópolis - A cidade dos clássicos
Quinta do pitaco em edição extraordinária: A Zilog larga a mão do Z80. - Retrópolis

Os círculos retrocomputacionais (e os não tão envolvidos com a retrocomputação) amanheceram ontem agitados por conta desse comunicado da Zilog, anunciando que ela irá parar de produzir os Z80. O Z80 está morto! Vida longa ao Z80! Calma que eu explico tudo aí embaixo. Ao contrário de alguns, eu pesquisei a respeito. Infelizmente, muita gente

Retrópolis - A cidade dos clássicos
Quinta do pitaco em edição extraordinária: A Zilog larga a mão do Z80. - Retrópolis

Os círculos retrocomputacionais (e os não tão envolvidos com a retrocomputação) amanheceram ontem agitados por conta desse comunicado da Zilog, anunciando que ela irá parar de produzir os Z80. O Z80 está morto! Vida longa ao Z80! Calma que eu explico tudo aí embaixo. Ao contrário de alguns, eu pesquisei a respeito. Infelizmente, muita gente

Retrópolis - A cidade dos clássicos
Se reedita en Francia “Tintín en el Congo” con un vergonzoso prólogo sobre el contexto colonial
Se acaba de reeditar el cómic de Hergé, Tintín en el Congo. La nueva versión reproduce la original, que h
https://afrofeminas.com/2023/12/11/se-reedita-en-francia-tintin-en-el-congo-con-un-vergonzoso-prologo-sobre-el-contexto-colonial/
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Se reedita en Francia “Tintín en el Congo” con un vergonzoso prólogo sobre el contexto colonial - AFROFÉMINAS

Se acaba de reeditar el cómic de Hergé, Tintín en el Congo. La nueva versión reproduce la original, que había sido publicada como tira en 1930-1931en el Petit Vingtième (un suplemento de un diario belga) y luego como un sólo volumen en 1931. Polémico desde siempre por sus contenidos racistas, fue relanzado ahora en Francia con un polémico "prólogo explicativo" sobre el contexto de esta obra que glorifica la colonización.

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