No entanto, observará Wilden, os conceitos e metas de “produtividade” e “eficiência” próprios do capitalismo, buscam, não raro, suprimir muitas formas necessárias de redundância, ao tentarem controlar “desperdícios” e “ineficiências”. O agronegócio, por exemplo, substituindo a diversidade natural pela monocultura, acaba demandando crescentes gastos com
meios artificiais de controle de pragas ou de fertilização do solo, na medida em que
elimina os sistemas biológicos ou geológicos que se “protegem” mutuamente.
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