Barroca SLZ 2025 transforma Centro em palco urbano

A partir do próximo dia 5 de dezembro, será iniciada a edição 2025 do Ocupação Barroca SLZ: Festival Multilinguagens de Arte Urbana e Cultura de Rua – evento anual de ocupação artística e cultural que valoriza as expressões urbanas no Centro da capital maranhense -, com uma programação diversa, acessível a todos os públicos e gratuita.

A iniciativa, que desde 2020, transforma as ruas Isaac Martins de Barrocas e Graça Aranha e a Praça Manuel Beckman, no Centro Histórico de São Luís, em um território vivo de arte, reunirá, novamente, artistas de todo o Maranhão, assim como nacionais e internacionais, por meio de intervenções como lambe-lambe, grafite, performances e manifestações culturais diversas.

AgojyNic DiasEmy MayLea Pac

Em 2025, o evento chega em sua 6ª edição e, ao longo de três dias, contará com diversas atividades culturais no Centro da capital maranhense. No primeiro dia de programação – 5 de dezembro (sexta-feira) – assim como no sábado , das 8h às 18h, serão realizadas intervenções artísticas com os artistas Lea Pac, Emy May, Dash, Nia, Gabriel Lopez e Lix.

Também no sábado – 6 de dezembro – a programação terá três momentos importantes: oficina Letras de Rua, com TRAMA Ju, das 9h às 12h; a oficina Olhos Fortes e Mãos Com Floresta, com Manuelly Castelo, das 15h30 às 17h30 – atividade voltada para a comunidade surda; e novamente as intervenções culturais com seis artistas brasileiros.

Em ambos os primeiros dias de evento, o espaço estará aberto para intervenções artísticas voluntárias e colaborativas em grafite, lambe e outras linguagens visuais

Encerrando a programação, no dia 7 de dezembro (domingo), véspera de feriado, a Ocupação Barroca SLZ: Festival Multilinguagens de Arte Urbana e Cultura de Rua planeja uma série de atividades, consagrando o último dia de ações da edição 2025, com feira, oficina, performance e diversos shows – todos gratuitos.

Um dos destaques será uma edição especial da Feira Edb Slz (Encontro de Brechós SLZ), que ocorrerá das 16h às 20h. Paralelamente, outras atividades serão ofertadas ao público presente: uma oficina de grafite Crianças Ocupam, ministrada por Edi Bruzaca, das 16h às 17h30; a performance circense Brincando nas Alturas, com as artistas Gabi Campos, Fê Marques e Ana Luiza, das 17h40 às 18h20; a discotecagem do DJ KL das 18h20 às 19h – e novamente das 19h20 às 19h40; e a performance + instalação sonora Se a minha avó é indígena, eu sou o quê?!, do DJ Adojy de Exu & Casa Yasuke, das 19h às 19h20.

Encerrando a edição 2025 da Ocupação Barroca SLZ, uma programação variada de shows, com a Batalha de MC’s Amazonidxs da XXT & BDM, das 19h40 às 20h40; set da DJ Gabi Leão, das 20h às 20h40; a performance de dança Eu Sou Brega, Eu Sou Funk, da Cia. A Tropa SLZ, das 20h40 às 21h; o pocket-show da cantora Adh4raa, das 21h às 21h15; e o show de Nic Dias das 21h15 às 22h, encerrando com DJ Gabi Leão, das 22h às 22h20.

Ocupação Barroca SLZ 2025

A proposta de ressignificar o patrimônio histórico como espaço de vivência e convivência artística surgiu há cinco anos, e foi criada pelo artista maranhense João Almeida, também conhecido como Opedefeijão, residente na região central da capital maranhense.

A Ocupação mobilizou artistas por meio de uma convocação on-line, incentivando-os a enviar suas obras em arquivos digitais ou físicos, que foram aplicadas nos muros da Rua Isaac Martins Barroca.

Ampliado para a edição 2025, a 6ª edição da Ocupação Barroca SLZ, enquanto festival multilinguagens, contempla de intervenções artísticas visuais (lambe-lambe, grafite, colagens) à apresentações musicais, discotecagens com DJs, grupos de dança urbana, performances, manifestações da cultura popular, ações formativas (oficinas, rodas de conversa, vivências) e uma feira de economia criativa.

A edição 2025 da Ocupação será realizada entre os dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Centro Histórico de São Luís – reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade (Unesco) –, com entrada gratuita e aberta a todos os públicos.

O projeto é financiado pelo Edital nº 19/2024 – Mais Festivais e Mostras, da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022), do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secma) e do Governo do Maranhão.

Programação oficial completa

5 de dezembro (sexta)

  • 8h às 18h – Intervenções visuais com Lea Pac, Emy May, Dash, Nia, Gabriel Lopez e Lix.

6 de dezembro (sábado)

  • 8h às 18h – Intervenções visuais com Lea Pac, Emy May, Dash, Nia, Gabriel Lopez e Lix;
  • 9h às 12h – oficina Letras de Rua, com TRAMA Ju;
  • 15h30 às 17h30 – oficina Olhos fortes e mãos com floresta, com Manuelly Castelo – atividade voltada para a comunidade surda.

Observação geral sobre os dias 5 e 6 de dezembro: o espaço estará aberto para intervenções artísticas voluntárias e colaborativas em grafite, lambe e outras linguagens visuais.

7 de dezembro (domingo)

  • 16h às 20h – Feira Edb Slz (Encontro de Brechós SLZ);
  • 16h às 17h30 – oficina Crianças Ocupam, com Edi Bruzaca;
  • 17h40 às 18h20 – performance circense Brincando nas Alturas, com Gabi Campos, Fê Marques e Ana Luiza;
  • 18h20 às 19h – DJ KL;
  • 19h às 19h20 – performance + instalação sonora Se a minha avó é indígena, eu sou o quê?!, do DJ Adojy de Exu & Casa Yasuke;
  • 19h20 às 19h40 – DJ KL;
  • 19h40 às 20h40 – a Batalha de MC’s: Amazonidxs da XXT & BDM;
  • 20h às 20h40 – DJ Gabi Leão;
  • 20h40 às 21h00 – Cia A Tropa SLZ e a performance Eu Sou Brega, Eu Sou Funk;
  • 21h às 21h15 – pocket-show de Adh4raa;
  • 21h15 às 22h – show de Nic Dias;
  • 22h às 22h20 – DJ Gabi Leão.

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Mulheres em cena: Sonora celebra força criativa

A aguardada 6ª edição do Sonora – Festival Nacional de Compositoras em São Luís está chegando – e a programação completa do evento foi divulgada oficialmente, com oito compositoras maranhenses selecionadas, que irão celebrar a música autoral feminina feita no Maranhão nesta sexta-feira e sábado, 24 e 25 de outubro, no Casarão Laborarte (rua Jansen Miller, nº 42), no Centro Histórico de São Luís, com entrada gratuita e aberta a todos os públicos e gêneros.

Resumo

O Sonora 2025 reúne oito compositoras maranhenses em dois dias de shows no Casarão Laborarte;

Oficinas e bate-papos abordam mercado musical e gestão de carreira feminina;

Festival integra rede internacional que valoriza a mulher compositora e a música autoral.

Entre as artistas, escolhidas pelas curadoras Isabella Bretz, Deyla Rabelo e Amanda Drumont, estão: ADH4RAA, Clara Madeira, Emanuele Paz, Klicia, Lidhia, OHANA, Paula Nordestina e Rayssa Jamylle.

Sonora – Festival Nacional de Compositoras 2025 libera programação completa

“Cada uma delas traz uma trajetória única, marcada por identidade, força criativa e expressão musical plural. Seguimos celebrando o protagonismo feminino na música, conectando vozes, territórios e sonoridades”, analisa Deyla Rabelo, curadora e produtora executiva do festival em São Luís.

https://mauricioaraya.com/agenda/

Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão, o Sonora 2025 terá, também, espaço para outras atividades em sua programação no Laborarte, como oficina, bate-papo e o ‘Espaço Kids’ – voltado para a criançada, que estará ativo nos dois dias de evento, durante as primeiras horas de shows.

Cantora Clara Madeira é uma das atrações do Sonora – Festival Nacional de Compositoras 2025 em São Luís

No dia 24, a curadora Amanda Drumont realizará o bate-papo Hackeando o sistema: falando de mercado musical, das 16h às 18h. Na ação, serão abordadas questões importantes para o trabalho do artista local, tais como: estratégias de comunicação, curadoria musical contemporânea e como hackear o sistema do mercado musical estando fora do eixo econômico do país.

Já no sábado, dia 25, das 8h às 12h e das 14h às 18h, o Sonora São Luís terá uma atividade para profissionalização da carreira musical, com a oficina Afina: ocorre, que será ministrada pela produtora cultural Mariana Cronemberger, e focará na formação prática e intensiva focada em mulheres artistas, abordando desde a criação de materiais profissionais (release, portfólio, EPK) até a gestão de carreira, finanças e comunicação.

Cantora Emanuele Paz é uma das atrações do Sonora

Ambas as atividades são gratuitas, com vagas limitadas, livres para todos os gêneros e sujeitas à lotação do espaço. Já os shows em cada dia iniciam a partir das 18h30 – a programação terá, também, discotecagem e performance especiais da cantora Camila Reis (no dia 24, com as convidadas especiais Luciana Pinheiro e Andréa Frazão) e do grupo Samba de Mina (no dia 25).

Sonora – Festival Internacional de Compositoras

Considerado um dos maiores movimentos artísticos-culturais com foco em dar visibilidade e legitimar a presença da mulher compositora no cenário musical, rompendo com a lógica que a reconhece apenas como intérprete, o Sonora é realizado em São Luís desde 2016 e fortalece individualmente cada compositora por meio da coletividade, fomentando a criação e divulgação de trabalhos autorais através de shows 100% autorais e atividades complementares, por meio de diversas ações, como debates, oficinas e exposições.

Palco para celebração da música autoral feminina e nascido a partir da hashtag #mulherescriando, criada pela musicista Deh Mussulini, como um gesto simples e poderoso para mostrar ao mundo que há muitas mulheres criando música, o Sonora conquistou repercussão imediata – e inspirou compositoras, de diferentes lugares, a se unirem para colocar a mulher compositora no centro da cena.

Hoje, presente em mais de 60 cidades de 16 países, o Sonora conecta o Maranhão a uma rede internacional que celebra a diversidade de estilos, histórias e perspectivas femininas, reafirmando a música como território de liberdade, expressão e equidade.

Sonora – Festival Nacional de Compositoras

Sexta-feira, 24 de outubro

  • 16h às 18h – Bate-papo: Hackeando o sistema, falando de mercado musical, com Amanda Drumont;
    Local: Casarão Laborarte;
  • A partir das 18h30 – Programação artística: discotecagem Fê Marques e shows de Lidhia, ADH4RAA, Clara Madeira e Emanuele Paz; participação especial: Camila Reis, com as convidadas Luciana Pinheiro e Andréa Frazão;
  • Espaço Kids: ativo durante boa parte das primeiras horas da programação noturna no Laborarte.

Sábado, 25 de outubro

  • Das 8h às 12h e das 14h às 18h – Oficina: Afina o Corre – Gestão e Apresentação Profissional para Mulheres da Música, com Mariana Cronemberger;
    Local: Casarão Laborarte;
  • A partir das 18h30 – Programação artística: biscotecagem com DJ Babi Botega e shows de Paula Nordestina, Ohana, Rayssa Jamylle e Klicia; participação especial: grupo Samba de Mina;
  • Espaço Kids: ativo durante boa parte das primeiras horas da programação noturna no Laborarte.

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Alma por assinatura? Peça maranhense questiona futuro

Um poeta maranhense desperta de um coma e descobre que sua alma corre o risco de ser aprisionada em um plano de pós-vida por assinatura. Esse é o enredo de Astolfo Estrela, o Poeta que Escapou do Futuro, uma peça teatral que integra o novo projeto do dramaturgo Igor Nascimento.

O público poderá ter o primeiro contato presencial com a obra nesta quarta-feira, 22 de outubro, durante a primeira leitura dramática do texto, às 19h30, na Academia de Letras da Área Itaqui-Bacanga (Aleart), localizada na rua Camboja, n. 11, Fumacê, em São Luís. Também nesta semana, o público poderá acompanhar a leitura radiofônica, no sábado, 25 de outubro, às 17h, com transmissão ao vivo pela rádio Bacanga FM (106,3).

https://mauricioaraya.com/agenda/

Na peça, o protagonista Astolfo Estrela, acorda de um coma e se vê diante de um novo modelo de pós-vida criado pela empresa fictícia Life Plus, onde é possível continuar existindo por meio de um aparelho chamado Soul Projector, uma TV de tubo de 14 polegadas que projeta almas em planos virtuais de transcendência. A obra apresenta um universo que traz elementos da ficção científica e da comédia, com sotaque maranhense que se mistura às encantarias locais.

O projeto marca uma nova etapa na trajetória artística de Igor Nascimento, que desde 2015 vem explorando os limites da dramaturgia e suas traduções entre o teatro, o rádio e o cinema. Entre seus trabalhos anteriores estão o livro Fôlego Curto, o projeto radiofônico Dramas para Ouvir (beneficiado pelo Rumos Itaú) e o curta-metragem Fora do Ar.

Já há alguns anos venho experimentando diferentes linguagens e formas de apresentar os textos que produzo de forma que possam ser acessados em diferentes formatos, como livros, teatro, peças radiofônicas e cinema. Esse projeto é mais amplo, ele é um roteiro cinematográfico construído em camadas, começando com texto teatral e radiofônico, passando pela abertura de processo de criação por meio de oficinas de escrita criativa para comunidade, para chegar, enfim, ao roteiro de cinema e ao projeto de linguagem do filme

O projeto é uma realização da Versobaiô, com apoio da Aleart e da rádio Bacanga FM, e conta com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital nº 9/2024 – UGCADC/Secma – Mais Produção Audiovisual – Desenvolvimento de Roteiro. De acordo com Igor Nascimento, a criação do roteiro é feita também de forma colaborativa, com a participação ativa do elenco, que além de atuar, também desempenha outras funções.

Igor Nascimento autor da peça Astolfo Estrela, o Poeta que Escapou do Futuro

O ator Urias de Oliveira integra o processo criativo com sua experiência em corporeidade e danças populares. Walter Cunha assina a arte gráfica, explorando máscaras, rostos e texturas inspiradas nas manifestações culturais locais. Lauande Aires, Dênia Correia, Renata Figueiredo e Manu Balata colaboram com o texto ao lado do próprio autor, que também atua na peça como narrador, como ‘didascália viva’.

Quem é Astolfo Estrela?

Astolfo Estrela é um poeta maranhense que, para escapar de um destino tecnológico — o de continuar existindo após a morte através de um objeto semelhante a uma TV —, precisará acionar as forças ancestrais e entidades do imaginário popular do Maranhão, como cazumbas, serpentes lendárias, Catirina e Dom Sebastião. São essas presenças que o ajudarão a reativar as tecnologias do corpo: o canto, a dança e os ritos como forma de libertação.

Inspirado em nomes da literatura maranhense como Nauro Machado, Gonçalves Dias, Maria Firmina dos Reis e Celso Borges, o personagem Astolfo Estrela encarna a luta do poeta que escreve com o corpo e com a voz, resistindo à automatização da vida e à mercantilização dos afetos. O texto, com humor e lirismo, contrapõe o universo das telas e algoritmos ao das rezas, danças e tradições populares, propondo uma reflexão sobre o que resta de humano quando até a alma vira produto.

Em Astolfo Estrela, Igor reúne dez anos de experimentações cênicas e sonoras em um processo de criação que se desdobra também em oficinas de Escrita Criativa e Ator-Brincante, abertas à comunidade da Área Itaqui-Bacanga, no bairro Anjo da Guarda, território de forte tradição no teatro popular maranhense.

As próximas etapas do projeto acontecem a partir de novembro, com a realização de oficinas de Escrita Criativa e Ator-Brincante, abertas à comunidade da Área Itaqui-Bacanga.

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