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(Le Progrès : https://olplus.fr/MvQok)
1ª Massa Crítica da Corrente Ativa
IDEGUI - Instituto de Design de Guimarães, sábado, 6 de junho às 17:00 GMT+1
Venha conhecer a Massa Crítica, um encontro dedicado à Mobilidade Ativa, à participação cívica e à construção de cidades mais humanas e saudáveis. Através do debate, da partilha de experiências e da reflexão sobre o espaço urbano, pretende-se criar a “massa crítica” necessária para transformar hábitos e promover uma nova cultura de mobilidade em Guimarães.
A Mobilidade Ativa (MA) refere-se aos deslocamentos que utilizam unicamente o esforço físico humano como força motriz. Exemplos comuns incluem caminhar, andar de bicicleta, patins, skate ou trotinetes. É uma alternativa sustentável, saudável e económica aos transportes motorizados.
Sessões mensais de Massa Crítica ocorrerão até o final de 2026, com capacitação sobre as estratégias e boas práticas da MA; com diagnóstico através de saídas de campo e verificação no terreno da adequação do espaço público para a MA; com cocriação pela participação ativa de diversas partes interessadas para delinear intervenções de urbanismo tático para adaptação do espaço público à MA;
A iniciativa integra o projeto Corrente Ativa, promovido pela Associação Vimaranense para a Ecologia (AVE), com o apoio da ERDAL e da Get Green, no âmbito da candidatura submetida à Comissão da Comunidade promovida por Guimarães 26 - Capital Verde Europeia.
Caminhar e pedalar trazem saúde física e mental! Junta-te aos cidadãos que querem contribuir para uma cidade de mobilidade ativa.
INFORMAÇÕES DO EVENTO
1ª Massa Crítica
Data: sábado, 6 de junho de 2026
Hora: 17h
Local: IDEGUI - Instituto de Design de Guimarães (R. da Ramada, 52)
Entrada: livre
Website: https://correnteativa.pt/
Facebook: https://www.facebook.com/correnteativagmr
https://eventos.coletivos.org/event/1a-massa-critica-da-corrente-ativa
NÓS e o amanhã deles
Escola Secundária Francisco de Holanda, Guimarães, terça-feira, 16 de junho às 17:00 GMT+1
NÓS e o amanhã deles
Uma conversa sobre infância, comunidade e o futuro que construímos em conjunto.
Com Bruno Faria (CERCIGUI), Paula Duarte (Instituto de Apoio à Criança), Melânia Gomes (atriz e activista) que se juntará a nós por videochamada e Joana Prata (Casa da Criança).
🗓️ 16 Junho
🕔 17h00
Pequeno Auditório — Escola Secundária Francisco de Holanda, Guimarães
Como sempre a entrada livre e aberta à comunidade.
Porque o amanhã deles começa nas conversas e nas escolhas de hoje.
Encontro pela Justiça Climática no Norte
Cineclube de Guimarães, sábado, 20 de junho às 09:00 GMT+1
🌍 Encontro pela Justiça Climática no Norte
As alterações climáticas não afectam todas as pessoas da mesma forma. Enquanto algumas populações enfrentam ondas de calor, incêndios, poluição, habitação precária ou insegurança alimentar, outras são favorecidas por modelos económicos que aprofundam a crise ecológica e as desigualdades sociais.
Nas cidades, sentimos os impactos através da poluição, do turismo intensivo, da especulação imobiliária ou da dependência energética. Nos territórios rurais, vemos o abandono, os incêndios, a mineração, as monoculturas intensivas e a perda de biodiversidade e de modos de vida tradicionais.
Mas existem também instrumentos democráticos e formas de organização colectiva capazes de transformar os territórios a partir da base.
O Encontro pela Justiça Climática no Norte pretende juntar movimentos, colectivos, associações e pessoas interessadas em construir respostas concretas, democráticas e socialmente justas para os desafios ecológicos do nosso tempo.
📍 Cineclube de Guimarães: Largo da Misericórdia 19, 4810-269 Guimarães
📅 20 de Junho de 2026: 9h00 - 17h30
Inscrições: https://forms.gle/gwa61uyfeoMMAugS9
Programa
Como reforçar a voz dos grupos mais afetados pelo colapso climático?
9h00 Acolhimento e abertura [Vera Diogo, MUBi e Coop99]
9h30 Testemunhos de territórios e movimentos
· Um ecossistema ativista [Alcides Barbosa, XR Minho]
· Construção de movimento: a experiência de Covas do Barroso [Carla Gomes, UDCB]
· Jovens pela justiça climática [Liliana Moreira, OPE]
10h00 Mesas de trabalho
· Projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais [Gustavo Garcia, ECOSOC e ClimAção Centro]
· Empoderamento das comunidades atingidas por incêndios [Alice Gato, Climáximo]
· Trabalho em rede - exercício de speed collaborating [Maria João Marques, OPE]
11h00 Plenário
· Apresentação de conclusões e debate
12h00 Almoço livre
O que está a falhar nos nossos sistemas de decisão?
13h30 Testemunhos de territórios e movimentos
· A experiência do Laboratório de Ação Cívica de Guimarães [a definir, LAC]
· Um mundo sem políticos [Pedro Macedo, Provedor do Clima]
· Justiça climática no México [José Neves, Observalicia e Gato Vadio]
14h00 Mesas de trabalho
· Antropologia visual como método de intervenção [Fernando Antunes Amaral]
· Cooperativismo integral e economia regenerativa [Vera Diogo e Maria Marques, Coop99]
· Conversa com ativistas do México [Catarina Mouta/José Neves]
15h00 Plenário
· Apresentação de conclusões e debate
15h30 Intervalo
16h00 Conversa aberta sobre governança climática, com participação de:
· Daniela Silva, Universidade do Minho
· Paulo Magalhães, Casa Comum da Humanidade
· Presidente da CM Lousada (a confirmar)
17h30 Encerramento [Catarina Mouta]
CANCELADO: 21h30 A Savana e a Montanha
Filme documentário do cineasta português Paulo Carneiro, reconstituição da luta de um povo pelas suas terras.
Mesas de trabalho, algumas notas
Projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais [Gustavo Garcia, ECOSOC e ClimAção Centro]
Apresentação de resultados preliminares do projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais, onde se identificaram padrões enquanto tipos de projetos conflituosos, impactos sociais e injustiças, ações de defesa ambiental, resultados, e possíveis soluções futuras. Incluirá um exercício de mapeamento colaborativo de conflitos da região norte, utilizando como guia as perguntas do inquérito.
Empoderamento das comunidades atingidas por incêndios [Alice Gato, Climáximo]
No último ano, o Climáximo tem estado a trabalhar junto a comunidades de alguns dos territórios mais fustigados pelos incêndios florestais em Portugal para perceber como visibilizar estes efeitos da crise climática e agir para evitar os piores cenários. Aprenderam muito, tanto das comunidades atingidas pelos incêndios e do trabalho conjunto desenvolvido, como das experiências de comunidades atingidas por outros efeitos da crise climática noutros países. Nesta mesa de trabalho, irão partilhar algumas das coisas que aprenderam, quer sobre formas de organização comunitária a nível local, quer sobre articulação das lutas a nível nacional. Serão debatidos os próximos passos a dar em conjunto.
Trabalho em rede - exercício de speed collaborating [Maria João Marques, OPE]
Basicamente é usar a mecânica de Speed Dating para pôr os diferentes participantes a encontrarem-se dois a dois, e perceberem, no tempo que tiverem para conversar, o que são as áreas de atuação de cada um (ou dos coletivos que estejam a representar) e pensar numa ideia de como podem colaborar entre si no tema da justiça climática.
Antropologia visual como método de intervenção [Fernando Antunes Amaral]
Breve introdução à antropologia visual comprometida com questões eco-sociais, o caso do vídeo activismo como ferramenta para escutar as populações locais e ajudar a dar visibilidade a causas; inclui questões de ordem técnica (editar vídeo, equipamento para recolha de vídeo e áudio).
Cooperativismo integral e economia regenerativa [Vera Diogo e Maria Marques, Coop99]
1% da população mundial tem mais da metade da riqueza. Por isso, nasceu a Coop99 - Cooperativa Integral do Porto, em 2023. Uma cooperativa multisectorial que se propõe como alternativa económica para combater a desigualdade social, e promover "dinâmicas de não dominação e cuidado e a proteção e regeneração ambiental".
Conversa com ativistas do México [Catarina Mouta/José Neves]
Conversa on-line com resistentes ecologistas no México e José Pinheiro Neves, produtor de um documentário do Núcleo de Cinema Colectivo da Observalicia (Braga, Portugal) com o apoio do Núcleo de Cinema da Livraria "Gato Vadio" (Porto).
Organizações dos participantes
Assembleias de Cidadãos Portugal
Associação Saco de Gatos - Gato Vadio
AVE - Associação Vimaranense para a Ecologia
Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente
Casa Comum da Humanidade
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade – Universidade do Minho
Centro em Rede de Investigação em Antropologia – Universidade do Minho
CHANGE - Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade
Civitas Braga
ClimAção Centro
Climate Alliance Portugal
Climate Reality Project
Climáximo
Coop99 - Cooperativa Integral do Porto
Cooperativa Raiz Comum
Corpo Nacional de Escutas
LAC - Laboratório de Ação Cívica
MUBi - Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta
NEABI - Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas
Observalicia
Oficina de Ecología e Sociedade
OPE - Organização para a Promoção dos Ecoclubes de Portugal
Pacto Climático Europeu
Provedor do Clima
Rede para o Decrescimento
SOS Árvores Braga
UMAR Braga
Unidos Em Defesa de Covas do Barroso
Viana Ciclável
XR Minho
Apoio institucional:
Coordenação Nacional do Pacto Climático Europeu
Apoio logístico:
Cineclube de Guimarães
AVE - Associação Vimaraense para a Ecologia
Meltino Café
Contribuições:
https://opencollective.com/xr-portugal/projects/ejcn#category-CONTRIBUTE
Mais informações:
https://eventos.coletivos.org/event/encontro-pela-justica-climatica-no-norte
https://sites.google.com/view/justicaclimaticanonorte
http://justicaclimatica.pt/
Contato:
[email protected]
https://eventos.coletivos.org/event/encontro-pela-justica-climatica-no-norte
Largo da Oliveira: Memória Gótica no Berço de Portugal
📅: 2026-04-25 | 📷: samsung SM-A336B🔆: f/1.8 | 🔍: 4.65 mm⏱️: 1/1160 seg.| 🎚️: 32 ISOLargo da Oliveira, situado no coração do centro histórico de Guimarães, classificado como Património Mundial pela UNESCO. Este espaço público é um dos mais emblemáticos da "Cidade Berço" de Portugal. Em destaque no lado esquerdo, observa-se o Padrão do Salado, um singular monumento gótico erguido no século XIV. Esta estrutura alpendrada, com arcos ogivais, foi […]Descubra o charme das cidades medievais europeias 🏰, onde a história e a arquitetura se misturam 🌟, e o tempo parece parar ⏰.
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