Segurança: Para tirar a esquerda do labirinto

A sete meses das eleições, faltam horizonte e projeto em tema central. Do encarceramento em massa à impunidade dos crimes policiais; da militarização aos salários arrochados dos PMs – tudo precisa ser revisto. Eis uma proposta de roteiro

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Na ONU, Petro critica o militarismo na política de drogas

Presidente da Colômbia defendeu modelo de prevenção e oferta de alternativas econômicas e sociais aos plantadores de coca e cannabis. Na 69ª CND, também criticou a guerra às drogas dos EUA

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Escudo das Américas e ‘Doutrina Donroe’: aliança com ‘trumpistas periféricos’ consolida ofensiva sobre a América Latina

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Moralismo e burocracia na nova CNH

Lei exige exame toxicológico para a primeira habilitação. Alinhada à lógica de “guerra às drogas”, confunde uso com dependência, engorda o bolso dos laboratórios e nada impacta na segurança viária. Há hipocrisia: por que álcool e "tarjas pretas", mais perigosos, ficaram de fora?

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Colômbia: crônica de uma intervenção anunciada

Ao demonstrar que o extrativismo, a “guerra às drogas” e o alinhamento automático aos EUA não são leis naturais, país desperta a fúria de Trump. Precedente venezuelano mostra os novos mecanismos de coerção no roteiro de Washington – seu desfecho ainda está em disputa

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Se fôssemos tentar compreender as ações do Trump através da realidade das ruas estadunidenses (quanto ao problema de drogas) concluiriamos que ele prenderia o Xi Jin Ping, não o Maduro. Há muito tempo o governo dele acusa a China de ser a maior (a única?) fonte ilegal de opióides que vem produzindo aquela massa de "zumbis" e de mortes relacionadas nos EUA. O conto da carochinha não cola nem com a droga que de fato tá desesperando a população daquele país.
#USA #EUA #guerraasdrogas #Venezuela

Na mira de Trump: ninguém quer mais mortes, nem mais repressão, diz jornalista venezuelana

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“A Cracolândia não acabou”, diz membro de movimento social que atua no centro de São Paulo

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“A Cracolândia não acabou”, diz membro de movimento social que atua no centro de São Paulo

Integrante do grupo Craco Resiste afirma que violência da CGM espalhou usuários em novos pequenos grupos na cidade

Agência Pública

O proibicionismo, apesar de ter surgido há um século, continua a influenciar as políticas de drogas no Brasil. Sua persistência se deve à força da ideologia que o sustenta e ao imaginário coletivo que mantém suas principais características, resistindo a mudanças e desafios #Drogas #GuerraÀsDrogas #Proibicionismo #CriminalizaçãoDasDrogas #RevistaDireitoGV

Leia o press release da Revista Direito GV em: Um século de proibicionismo de drogas no Brasil - https://humanas.blog.scielo.org/blog/2024/09/12/um-seculo-de-proibicionismo-de-drogas-no-brasil/

Um século de proibicionismo de drogas no Brasil | SciELO em Perspectiva: Humanas

Após um século desde o seu surgimento, o proibicionismo continua a moldar as políticas de drogas no Brasil, demonstrando resiliência e adaptabilidade. A prevalência desse modelo é explicada pela capacidade de sobrevivência da própria ideologia que lhe dá sustentação, um imaginário coletivo que é capaz de preservar suas principais características ao longo do tempo, resistindo a desafios e alternativas.