— ¿De qué escapa la luz para correr tanto?̣
— De quedarse atrapada…

#luz #floresta #animismo

Os Gralhos sobre a questão dos incêndios florestais em Penela...

Blogue sobre o património natural e cultural da região de Sicó

Os gralhos sobre a actuação desastrosa dos teóricos...

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Desde la soledad de la celda
me consuela la anárquica
vitalidá de la floresta*

*selva

#ventana #rural #selva #floresta

Field blends make a comeback, but this time as the protagonist

The story is being rewritten for field blend wines, according to one Chilean winemaker, who insists that “value does not live in the purity of a single variety”. Sarah Nei…
#dining #cooking #diet #food #Wine #Chile #fieldblends #Floresta #lateharvest #originalcontent #SantaRita #SauvignonBlanc #ViñaSantaRita #WhiteWine #whitewines
https://www.diningandcooking.com/2600512/field-blends-make-a-comeback-but-this-time-as-the-protagonist/

Field blends make a comeback, but this time as the protagonist

The story is being rewritten for field blend wines, according to one Chilean winemaker, who insists that “value does not live in the purity of a single variety”. Sarah Neish discovers why the pl…
#wine #Wine #Chile #fieldblends #Floresta #lateharvest #originalcontent #SantaRita #SauvignonBlanc #ViñaSantaRita #WhiteWine #whitewines
https://www.diningandcooking.com/2600512/field-blends-make-a-comeback-but-this-time-as-the-protagonist/

It's riskier for a woman to travel alone than for a man. And that says a lot about gender (in)equality. We must continue working and fighting to be and have better beings.

É mais arriscado para uma mulher viajar sozinha, do que para um homem. E isso diz muito sobre a (des)igualdade de género. Continuar a trabalhar e a lutar para sermos e termos melhores seres humanos.

Happy Women's Day 🌸 Feliz dia da mulher

#womensday #diadamulher #mulher #viagem #floresta #woods #women #hicking #playmobil #toyphotography #fotografia #nature #spring
Funding continuous cover forestry

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No Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, localizado no extremo norte do estado do Amapá, se encontram as espécies de árvores mais altas da Amazônia, o imponente Angelim-Vermelho!

*EN / In the Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, located in the far north of Brasil, are the tallest tree species in the Amazon, the imposing Angelim-Vermelho!

#árvore #puno #tree #arbre #amazônia #amazon #amazonrainforest #amazonie #jungle #natureza #naturaleza #nature #gubat #brasil #brazil #bresil #bresilien #brasile #tumucumaque #nationalpark #floresta #forest #forêt #kagubatan #southamerica
Parque de Monte Alegre guarda um dos registros mais antigos da ocupação humana na Amazônia

Pesquisas revelam ocupação humana há 12 mil anos mostram que diversidade e manejo sustentável garantiram garantiram populações densas na Amazônia.

Estudos arqueológicos realizados na região de Monte Alegre, no noroeste do Pará, estão reformulando a compreensão sobre a presença humana na #Amazônia. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que grandes populações floresceram na #floresta por milênios, desenvolvendo cultura complexa, redes de troca e tecnologia, sem destruir o ambiente ao redor.

A história dessas descobertas remonta a agosto de 1849, quando o naturalista inglês Alfred Russel Wallace, coautor da teoria da evolução com Charles Darwin, percorreu o Baixo Amazonas. À margem esquerda do rio, encontrou uma paisagem incomum, com campos de cerrado, várzeas e serras recortadas por cavernas, contrastando com a floresta densa predominante.

Ao escalar a serra do Ererê, Wallace chegou à Pedra do Pilão, onde observou grandes círculos concêntricos e figuras complexas pintadas na rocha. O registro foi publicado em 1853 no livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro, despertando interesse científico que atravessaria gerações.

Mais de um século depois, em 1995, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt iniciou escavações na caverna Pedra Pintada, na serra do #Paituna. A datação por radiocarbono indicou que as pinturas tinham 11,2 mil anos, colocando Monte Alegre entre os sítios mais antigos das Américas.

Apesar da relevância, o estudo inicial não diferenciou estilos e fases das pinturas, sugerindo uma única ocupação. A partir de 2012, uma equipe coordenada por Edithe Pereira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, passou a contextualizar os vestígios, relacionando arte rupestre e cerâmica.

Em 2014, novas escavações revelaram pigmentos e instrumentos que indicam atividade artística há cerca de 12 mil anos. A análise comparativa mostrou semelhanças entre figuras rupestres e cerâmicas produzidas por povos ceramistas por volta de 1.000 a.C., evidenciando ocupação quase contínua até a chegada dos europeus.

Continue a leitura aqui: https://www.tempo.com/noticias/lazer/historia-da-ocupacao-do-baixo-amazonas-prova-que-humanos-e-floresta-podem-conviver.html

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