Os mais de 200 mil profissionais do Plano de Carreira dos Cargos dos Técnico Administrativos em Educação ( PCCTAE) só terão uma valorização significativa e muito além do que estamos conquistando nessa greve, se o estado brasileiro mudar a rota do desenvolvimento. O Brasil precisa deixar de ser um país produtor de commodities baratas, para ser uma nação que passe a liderar fronteiras tecnológicas incorporando o conhecimento produzido nas universidades e institutos federais a um projeto de desenvolvimento econômico soberano, essa é a única forma de garantir um tecido produtivo gerador de empregos de qualidade com bons salários. Caso contrário, não haverá valorização dos TAE nem mesmo com o RSC, o PCCTAE vai continuar sendo uma carreira “ ônibus”, onde muitos profissionais entram e saem na próxima parada.
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