Tentação, Discernimento e Maturidade Espiritual

A caminhada cristã não elimina a presença das tentações, mas transforma a forma como o discípulo lida com elas. Um dos maiores equívocos na vida cristã é imaginar que maturidade espiritual significa ausência de tentações. Pelo contrário: quanto mais alinhado o discípulo está com o propósito de Deus, mais claras se tornam as estratégias do inimigo.

Jesus foi tentado no deserto logo após o batismo, quando o Pai declarou publicamente Sua identidade. Isso nos ensina que momentos de afirmação espiritual costumam ser seguidos por provas intensas. A tentação, portanto, não surge apenas em momentos de fraqueza, mas também após experiências espirituais profundas. O discípulo maduro aprende a vigiar exatamente depois das vitórias.

Um aspecto essencial para vencer a tentação é o discernimento. Satanás não apresentou a Jesus propostas claramente más; ele ofereceu soluções rápidas, atalhos e aparente legitimidade. Transformar pedras em pão parecia razoável. Lançar-se do templo parecia um ato de fé. Governar os reinos do mundo parecia uma oportunidade. No entanto, todas essas propostas tinham um ponto em comum: afastavam Jesus do centro da vontade do Pai. A tentação quase nunca se apresenta como pecado explícito, mas como uma alternativa sedutora à obediência.

Outro ensinamento profundo da experiência de Jesus é o uso correto da Palavra de Deus. O inimigo também citou a Escritura, mas de forma fragmentada e fora do contexto. Isso nos alerta para um perigo real: conhecer versículos não é o mesmo que viver a verdade. O discípulo precisa aprender a interpretar, aplicar e obedecer à Palavra, e não apenas usá-la como argumento religioso.

A Bíblia nos mostra que fugir da tentação não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria espiritual. José não dialogou com a proposta da mulher de Potifar; ele se afastou. Há batalhas que não devem ser enfrentadas, mas evitadas. A maturidade cristã reconhece limites e escolhe preservar a comunhão com Deus acima de qualquer prazer momentâneo.

A oração ocupa um lugar central nesse processo. Orar não é apenas pedir livramento, mas alinhar o coração com a vontade de Deus. A vida de oração fortalece o espírito, ilumina a consciência e enfraquece o poder da tentação. Jesus ensinou que a vigilância espiritual é inseparável da oração. Quem ora, discerne; quem discerne, decide melhor.

Por fim, é importante compreender que vencer a tentação não é um ato isolado, mas um estilo de vida. O discípulo comprometido aprende a dizer “não” todos os dias, sabendo que cada decisão molda seu caráter. A fidelidade nas pequenas escolhas prepara o cristão para resistir às grandes tentações.

Café com Deus 2: do Salmo 51 ao 100 em meditações diárias para você

por Júlio César Medeiros

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Reflexão final

A pergunta que esta aula bônus nos deixa não é se seremos tentados, mas como responderemos quando a tentação se apresentar. O discípulo de Cristo não confia em sua própria força, mas na graça de Deus, na Palavra viva e em uma vida constante de oração e vigilância.

https://youtu.be/Q4U1B9P8am4

LIÇÃO 4 OS DISCIPULOS DE CRISTO E A TENTAÇÃO \ EBD Betel Dominical 1 TRI 2026

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A Igreja e os Necessitados: Dicas Práticas para Ensinar Essa Lição na EBD

Por Prof. Dr. Júlio César Medeiros

A Lição 12 da EBD Betel, intitulada “A Igreja e os Necessitados – Ordenança para Amar o Próximo”, nos desafia a refletir sobre o papel da igreja na sociedade e sobre a forma como expressamos o amor de Cristo na prática. Não basta proclamar o Evangelho – é necessário vivê-lo de maneira concreta e transformadora. Neste artigo, ofereço dicas práticas, teológicas e didáticas para professores e líderes que desejam ensinar essa lição com profundidade e relevância.

A pergunta que abre caminhos: “Quem sentiria falta da nossa igreja?”

Uma boa aula começa com uma pergunta provocadora. Sugiro iniciar perguntando:
“Se a nossa igreja fechasse as portas hoje, os necessitados da vizinhança sentiriam falta?”
Essa questão convida os alunos a examinarem se a fé que professamos tem sido um canal de bênção para os que sofrem, ou apenas um ritual dentro das paredes do templo.

Traga a realidade para dentro da sala de aula

Enriqueça sua aula com testemunhos reais de cristãos que têm impactado suas comunidades. Uma manchete de jornal, um pequeno vídeo ou uma história inspiradora servem como ponte entre o conteúdo bíblico e os desafios do mundo real.

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Identifique as necessidades visíveis (e invisíveis)

Com a ajuda dos alunos, elabore um quadro com as necessidades que existem ao redor da igreja. Exemplos:

  • Fome e insegurança alimentar
  • Falta de moradia
  • Abandono de idosos e enfermos
  • Crianças sem apoio educacional
  • Falta de acesso à saúde e medicamentos

A partir desse levantamento, desafie a classe a escolher pelo menos uma área para atuar de maneira concreta nas próximas semanas.

Lições de Hebreus 13: um guia prático

Hebreus 13 oferece uma trilha clara para vivermos o amor cristão:

  • Verso 1: Permaneça o amor fraternal – amor é perseverança, não sentimento passageiro.
  • Verso 2: Não vos esqueçais da hospitalidade – o cuidado com o outro é mandato espiritual.
  • Verso 3: Lembrai-vos dos presos como se com eles estivésseis – empatia como fundamento da missão.

Cada verso nos convida a transformar a compaixão em atitude.

O que impede a igreja de ajudar?

Há barreiras espirituais e culturais que travam o amor prático. Três delas devem ser denunciadas:

  • Egoísmo – A falsa ideia de que merecemos tudo que temos.
  • Indiferença – A anestesia emocional diante do sofrimento alheio.
  • Religiosidade vazia – A fé que se expressa apenas no discurso e na liturgia, mas não no cuidado.
  • Reconhecer esses pecados é o primeiro passo para vencê-los.

    Cuidar do templo também é cuidar de pessoas

    Muitas vezes pensamos que investir na manutenção da igreja não tem relação com a missão social. Mas um espaço limpo, acessível e organizado é também lugar de acolhimento, discipulado e apoio aos que precisam. A mordomia cristã inclui criar ambientes que refletem a dignidade do Reino de Deus.

    A fé se prova na prática

    Tiago 2.15-17 nos lembra que fé sem obras é morta. Encerre sua aula convidando os alunos a três atitudes concretas durante a semana:

    • Separar uma oferta especial para alguém em necessidade.
    • Ligar ou visitar um irmão doente ou afastado.
    • Convidar um necessitado para um culto ou momento de comunhão.

    Conclusão: a igreja que ama, transforma

    Ensinar essa lição é reacender no coração da igreja o chamado para ser sal e luz. Não apenas frequentar o templo, mas ser templo de cuidado, compaixão e justiça. Que cada aula da Escola Dominical seja uma preparação para agir no mundo com a mesma misericórdia que recebemos de Deus.

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    A avaliação na Escola Dominical. Avaliação e Feedback medindo o progresso e fortalecendo o ensino na Escola Dominical

    Verso-chave inspirador
    “Examinemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor.” – Lm 3.40

    A importância da avaliação na Escola Dominical é um tema de grande relevância, pois a avaliação não apenas mede o conhecimento adquirido pelos alunos, mas também serve como um instrumento eficaz para identificar áreas de melhoria e desenvolver o potencial de cada participante.

    Por meio de avaliações sistemáticas, é possível entender melhor o impacto das lições ministradas, além de permitir o ajustamento das metodologias de ensino para atender às necessidades específicas dos alunos.

    Esse processo de feedback contínuo enriquece a experiência de aprendizado, promovendo um ambiente mais dinâmico e interativo, onde cada indivíduo se sente valorizado e encorajado a crescer espiritualmente. Além disso, a avaliação serve como um canal de comunicação entre os educadores e os alunos, estimulando um diálogo aberto sobre a fé e o aprendizado, o que fortalece a comunidade da Escola Dominical como um todo.

    11.1 Por que avaliar?

    A avaliação, quando compreendida como acompanhamento amoroso (não como mera prova), ajuda o professor a:

    • Diagnosticar lacunas de aprendizagem e necessidades espirituais do grupo.
    • Reorientar métodos e conteúdos a tempo, evitando aulas repetitivas ou superficiais.
    • Mensurar crescimento – não apenas cognitivo, mas também relacional e devocional.

    Dica prática Reserve os últimos cinco minutos de cada aula para um breve check-in: “O que aprendemos hoje que pode ser vivido nesta semana?” Essa pergunta simples oferece termômetro imediato e gera aplicação concreta, estimulando os alunos a refletirem sobre o conteúdo apresentado e a estabelecerem conexões significativas com suas vidas cotidianas. Durante esse momento, encoraje-os a compartilhar suas ideias e experiências, criando um espaço seguro para diálogos enriquecedores. Além disso, essa prática pode ajudar a fortalecer o aprendizado, pois permite que os alunos visualizem de maneira prática a relevância do que foi discutido, promovendo uma melhor retenção das informações e incentivando um aprendizado ativo que se estende além da sala de aula.

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    11.2 Ferramentas de avaliação formativa

    FerramentaComo aplicarVantagensPossíveis cuidadosQuestionário rápido (3–5 perguntas objetivas)Distribua em papel ou via Google Forms logo após a aulaObtém dados claros sobre compreensão do temaEvite que se torne “prova”; deixe anônimo e explique o propósitoMapa conceitualPeça a pequenos grupos que desenhem ligações entre ideias-chave da liçãoEstimula síntese visual e trabalho em equipeAcompanhe para garantir que todos participemDiário devocionalSugira que cada aluno registre, durante a semana, como aplicou o ensinoPromove integração fé-vidaExija apenas partilhas voluntárias; respeite a privacidadeAutoavaliaçãoEntregue fichas com escala 1–5 (“Participei ativamente?” “Entendi o objetivo?”)Incentiva responsabilidade pessoalExplique os itens para evitar confusão

    11.3 Oferecendo feedback que edifica

  • Seja específico: “Gostei de como você conectou o Salmo 23 com a realidade da turma” é melhor que “Boa participação”.
  • Equilíbrio graça-verdade: Comece com reconhecimento sincero, aponte pontos de aprimoramento e conclua com encorajamento (modelo sanduíche).
  • Foque no comportamento observável, não na pessoa (“Você interrompeu três vezes…” em vez de “Você é agitado”).
  • Estabeleça próximos passos: proponha ação concreta (“Na próxima semana, leia Marcos 12 e traga uma pergunta”).
  • Exemplo
    “Maria, você fez uma ótima conexão entre o contexto histórico de Neemias e a questão da reconstrução pessoal hoje. Para aprofundar, tente relacionar esse princípio com outro texto – talvez Efésios 2. Na próxima aula, compartilhe essa ponte com a classe.”

    11.4 Autoavaliação e mentoria docente

    • Reflexão pós-aula: anote o que funcionou (dinâmica, tempo, envolvimento) e o que precisa ajuste.
    • Parecer de pares: combine trocas entre professores, observando aulas uns dos outros.
    • Mentoria intencional: convide um professor experiente para comentar seu plano de aula mensalmente, guiando-o em metas SMART (específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes, temporais).

    11.5 Desenvolvimento contínuo da classe

  • Metas coletivas: definam, em diálogo, um objetivo trimestral – por exemplo, “memorizar dez versículos-chave sobre mordomia”.
  • Celebração de progresso: crie murais visuais ou momentos de testemunho, valorizando pequenas vitórias.
  • Ajuste curricular: use dados obtidos para adaptar ritmo, incluir novos recursos (vídeos, estudos de caso) ou aprofundar subtemas que geraram dúvidas.
  • Checklist para o professor

    • Tenho um instrumento simples de avaliação aplicado regularmente?
    • Uso os resultados para ajustar métodos na aula seguinte?
    • Ofereço feedback individual com equilíbrio entre encorajamento e orientação?
    • Registro minhas próprias impressões e peço feedback a colegas?

    Convite à prática

    Nesta semana, escolha uma ferramenta da Tabela 11.2 que melhor se adapte às necessidades da sua turma, aplique-a de forma prática durante a aula e, no fim, anote dois aprendizados significativos sobre a dinâmica do seu grupo. Ao refletir sobre a experiência, considere como os alunos reagiram e interagiram com a nova abordagem.

    Compartilhe essas observações com outro professor, aproveitando a oportunidade para discutir diferentes perspectivas e experiências. Após essa troca, planejem juntos uma pequena melhoria para a próxima lição, buscando maneiras criativas de envolver ainda mais os alunos e aprimorar o processo de aprendizagem.

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    Escola Profética Online abre vagas para a 8ª temporada de aulas

    Escola Profética Online abre inscrições para a 8ª temporada, capacitando alunos em unção, dons e batalhas espirituais.

    NT Gospel

    Resumo da Lição 10: Os Movimentos Pentecostal e Neopentecostal – Renovação e Expansão no Século XX

    Nesta lição, mergulhamos na rica história dos movimentos pentecostal e neopentecostal, explorando como eles transformaram a prática cristã e a vivência do Espírito Santo ao longo do século XX. A lição destaca os seguintes pontos principais:

    • Renovação Espiritual: Apresenta como o batismo com o Espírito Santo, manifestado pelo falar em línguas, profecias e outros dons, renovou a fé e a experiência cristã, trazendo uma nova dimensão de intimidade com Deus.
    • Expansão Histórica: Traça a trajetória da expansão pentecostal, desde as raízes históricas que deram origem ao movimento até a sua transformação e o surgimento dos neopentecostais, evidenciando como ambos os movimentos se adaptaram aos desafios e contextos do século XX.
    • Impacto Social e Cultural: Analisa como esses movimentos influenciaram a sociedade, remodelando a forma de adoração, a evangelização e a organização das igrejas, além de promoverem mudanças significativas na vida de milhões de cristãos.
    • Aspectos Teológicos e Práticos: Discute as diferenças e semelhanças entre o pentecostalismo tradicional e o neopentecostalismo, ressaltando os fundamentos bíblicos que sustentam as manifestações do Espírito Santo e os desafios enfrentados em cada fase.

    Como Trabalhar Esta Lição na Escola Dominical:

    • Estudo Interativo: Utilize o vídeo da lição como ponto de partida para uma discussão em grupo. Incentive os participantes a refletirem sobre como o Espírito Santo tem atuado em suas vidas e nas comunidades onde atuam.
    • Análise Histórica: Proponha uma linha do tempo visual para que os alunos identifiquem os principais marcos e personalidades que impulsionaram a renovação e expansão dos movimentos. Esse recurso pode facilitar a compreensão do contexto histórico.
    • Dinâmicas de Grupo: Divida a turma em pequenos grupos para debater temas específicos, como os impactos culturais e os desafios contemporâneos dos movimentos neopentecostais. Essa abordagem favorece o compartilhamento de experiências e a aplicação prática dos conceitos aprendidos.
    • Aplicação Prática: Encoraje os alunos a pensar em como os princípios estudados podem ser aplicados no ministério local, promovendo momentos de avivamento e renovação dentro da própria comunidade de fé.

    Assista ao vídeo desta lição e prepare-se para uma profunda reflexão sobre como a renovação espiritual e a expansão dos movimentos pentecostal e neopentecostal continuam a influenciar a Igreja e a sociedade. Essa lição é uma ferramenta valiosa para revigorar a fé e fortalecer o compromisso com a missão de propagar a mensagem do Espírito Santo.

    https://youtu.be/vP-5_sQ5EKE

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    Lição 10 Os Movimentos Pentecostal e Neopentecostal Renovação e Expansão no Século XX (ao vivo)

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    Lição 4 O Puritanismo Um Movimento de Pureza Espiritual e Vida Dedicada a Deus – Betel Dominical 1º tri 2025

    Neste vídeo, Lição 4 “O Puritanismo: Um Movimento de Pureza Espiritual e Vida Dedicada a Deus”, exploramos o puritanismo, doutrina religiosa e política desenvolvida na Inglaterra por protestantes calvinistas rigorosos após a Reforma, que acreditavam na predestinação e na graça divina.

    https://youtu.be/KglIw66Rmbc?si=8Bz7-FJ9zJFyA0q7

    Lição 4 O Puritanismo Um Movimento de Pureza Espiritual e Vida Dedicada a Deus

    Continuamos o 1º Trimestre de 2025 da Revista de EBD Betel Dominical, com o tema “MOVIMENTO PENTECOSTAL: A Chama do Espírito que Continua a Incendiar o Mundo”. Neste video, Lição 4 O Puritanismo Um Movimento de Pureza Espiritual e Vida Dedicada a Deus – Betel 2025, exploramos O puritanismo que foi uma doutrina religiosa e política desenvolvida na Inglaterra por protestantes após a Reforma. Os puritanos eram calvinistas rigorosos que acreditavam na predestinação e na graça divina. Veja isto no 1° Trimestre de 2025 | EBD BETEL

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    Comentério à Lição 13 Ebd 3 Tri 2024

    Por: Robson Duarte

    Introdução Inicial

    Jesus executou uma tão grande e Eterna obra Redentora, através da sua morte, em favor das suas criaturas (Hb 9:12), e ao partir se ascendeu ao céu, e como promessa da sua Volta disse aos seus discípulos, após a sua última aparição depois de sua ressurreição, dizendo assim: Da mesma maneira que Me viste ir, eu Voltarei (Atos 1:11), e a importância desta Volta de Cristo, nos instigará a esperar na posição que está registrado em (Tt 2:13,14).

    Introdução do Tópico 1-

    Digo a esperança da Igreja em relação a volta de Cristo e de acordo com a Palavra de Deus, é o que nos mantêm firmes, porque a suas promessas não falham (Mt 24:35).

    1.1- A certeza que este evento a de se cumprir, se confirma para o nosso conforto e consolo através da convicção vindo do Espirito Santo (João 14:16), e, no entanto, brotou em nossos corações como fundamento, a certeza da sua Volta através da sua ressurreição, porque isto Ele prometeu (Mt 20:19).

    Júlio César Medeiros

    Saiba mais

    1.2- E falando da ressurreição de Cristo como base de apoio para a sua volta, Ele ficou com os seus discípulos por espaço de 40 dias (Atos 1:3), e foi visto por muitos (1Cor 15:6 : Atos 13:30,31,32), e inclusive a Ressurreição de Cristo nos manterá convictos em relação a isso, em que se não fosse assim seria vã a nossa Fé, ficando difícil combater os duvidosos a respeito deste fato, mas graças a Deus que Ele ressuscitou (1 Cor 15:12 ao 22).

    1.3- A veracidade da sua ascensão foi confirmada para nossa segurança ao ser recebido na Glória através da Palavra de Deus (1Tm 3:16).

    Introdução Tópico 2

    Bom a volta de Cristo acontecerá um fato inédito, e que será fará necessário estar vigilantes para este dia (Mt 25:13), que é o dia do arrebatamento (1 Cor 15:51,52).

    2.1- E neste dia o Espirito Santo nos fará manter esta chama acesa em nossos corações, nos instigando a estar desejoso para este dia (Apoc 22:17). 2.2- Arrebatamento que significa rapto com força, se dará para dois tipos de pessoas distintas, os que morreram em Cristo e os que esperam para sua Volta, e sendo estarem vivos para este momento (1 Tess 4: 16;17).

    2.3- A volta de Jesus será dada em duas ocasiões distintas, ou seja, uma invisível e a outra visível, sendo então que sua segunda vinda será em duas etapas. A invisível será só para Igreja antes da grande tribulação (Apoc 3:10), e a visível será pública (Apoc 1:7) ao pisar no monte das oliveiras no mesmo local da sua ascensão (Zc 14:4).

    APOCALIPSE REVELADO – CURSO DE ESCATOLOGIA COM PR JÚLIO CÉSAR

    O curso Apocalipse, o livro da Revelação de Deus é destinado a todos(as) que desejam conhecer mais sobre o livro mais enigmático, mas também mais mal conhecido da Bíblia. Nele, vamos ver, através de uma leitura cristã, o texto sagrado escrito por João, na Ilha de Patmos e Revelação que recebeu de Jesus sobre o fim dos Dias.

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    Introdução Tópico 3-

    A nossa esperança é Deus, não para esta vida se não seriamos os mais miseráveis (1Cor 15:19), mas sim para uma vida acima desta, onde a recompensa de nossa esperança é ser consolados para sempre, se formos fiéis até o fim (Apoc 2:10).

    3.1- A satisfação no tempo presente para aqueles que esperam em Deus foi anunciada a Pedro através de uma pergunta dele a Jesus (Mt 17:29,30), pois fomos justificados para sermos amados até o fim, se viermos a também esperar Nele até o fim (Rm 5:1,2,3,4,5).

    https://youtu.be/B6CPN8qeDW4

    3.2- É interessante saber que servimos aos Reis dos reis e Senhor dos senhores, fato este que nos coloca como sacerdócio real (1Pd 2:9), mas para que isto ocorra precisamos estar firmes neste proposito de trazer sempre este seu Reino até nós (Mt 6:10), pois a Bíblia diz que assim como Ele é, assim seremos semelhantes a Ele (1 João 3:2,3), então em contrapartida iremos reinar com Ele na Glória Futura (Apoc 5:10).

    3.3- A esperança da Volta de Jesus nos faz viver o agora, aguardando com confiança e alegria de saber que seremos participantes de um novo Céu e uma nova terra, na Nova Jerusalém, ao ponto de nós mesmo falar que valeu a pena ter esta esperança (Apoc 21:1,2,3,4,5).

    Bom Estudo!

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    https://prjuliocesarmedeiros.wordpress.com/2024/09/28/a-relevancia-da-esperanca-da-volta-de-cristo-para-a-sua-igreja/

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    Júlio César Medeiros

    "Em Deus Faremos Proezas"

    Júlio César Medeiros

    Lição 12 Ebd 3 Tri 2024

    Por Robson Duarte

    Introdução

    Precisamos em primeiro lugar respeitar e obedecer aos nossos líderes eclesiásticos, porque foram constituídos por Deus, para cuidar da nossas Almas (Hb 13: 17), pois isto é o mínimo que podemos fazer por hora ao honrá-los, pois a suas responsabilidades são bem maiores do que a nossa, e sendo assim será muito mais cobrado deles (Lc 12:48), e por isso precisam serem devidamente reconhecidos (Rm 13:7).

    Tópico 1

    Introdução 1: A autoridade se é necessária para nos conduzir de antemão a Respeitar a Autoridade superior que é Deus, pois é Ele quem constituiu toda a autoridade terrena (Hb13:1), e não respeitando elas estarão desrespeitando a Deus (Hb 13:2), pois nenhum poder seria dado aos tais se não viesse de Deus (João 19:11). 1.1- Precisamos entender que a obra ministerial são dons de Deus (Ef 4:8), embora precisarão de um preparo didático e espiritual, mas muito mais do que isso, é serem vocacionados por Deus, segundo a nomeação do próprio Cristo (Ef 4:11). 1.2- Entendamos que os líderes que são vocacionados por Deus, precisam primeiramente Amar a Cristo e sua Obra, e que precisarão serem exemplos para os seus liderados, conforme as características registradas em (1 Tm 4:12). 1.3- A sobriedade espiritual na vida de um Líder é imprescindível, ou seja, é entender que a partir de então, o oficio lhe confiado tem cunho divino, que é confirmado em dois quesitos, que é o ministério da Fé numa consciência pura (1Tm 3:9), para que não sejais uma presa fácil do inimigo (Col 2:8).

    https://youtu.be/ioNiAqNE4bE

    Tópico 2

    Introdução 2: Precisamos descobrir qual é a nossa missão no Reino de Deus (2 Tm 1:6), pois Deus chamou a todos para uma grande Comissão (Mc 16:15), pois é do querer de Deus que todos sejam úteis, por intermédio do seu Espírito Santo (1Cor 12:7). 2.1- Para cada um Deus tem o seu chamado específico, mas tem um chamado que é dever de todos, e que é obedecer ao IDE, e os demais chamados específicos serão precisos pedir a capacitação de Deus (2Cor 3:5), para finalidade do aperfeiçoamento dos santos (Ef 4:12), pois se é desejoso o episcopado excelente obra deseja (1Tm 3:1). 2.2- A menor tarefa realizada dentro de uma organização eclesiástica, tendo como propósito de realizá-la para agradar a Deus, terá a consideração de Deus (1Cor 3:9). 2.3- Para ser um bom líder respeitado e exemplo para os seus liderados, no mínimo precisa seguir a Jesus Cristo com exemplo, é dever do líder andar como Cristo andou (1João 2:6).

    PROFESSORES DE ESCOLA DOMINICAL

    NIVEL I

    O curso abordará dicas e estratégias para dinamizar as aulas da Escola Bíblica Dominical trazendo conhecimento aos professores no inter-relacionamento social e espiritual para melhor aplicação do conteúdo.

    SAIBA MAIS!

    Tópico 3

    Introdução 3: O dever dos pastores e lideres é cuidar do rebanho de Deus, com zelo, humildade, amor, simplicidade, e generosidade etc… (1Pd 5:2,3) pois prestarão contas da obra a lhes confiadas (Hb13:17). 3.1- Quando um líder é levantado por Deus, e este seguem os padrões de edificação do Corpo de Cristo, devem ser respeitados e amados por seus liderados (1Tess 5:13) pois foram colocados por Deus e a sua obra (1Cor 12:28). 3.2- Precisamos obedecer aos Líderes principalmente na ordem do Culto em relação aos dons ministeriais, pois Deus quer usar a todos, mas terão o momento e a ocasião especifica para tal manifestação (1Cor 14:26,27,28,29,30,31.32,33). 3.3 Os deveres comportamentais dos líderes é, que tenham caraterísticas plausíveis segundo a nutrição de Deus em Cristo (2 Pd 5:6,7,8,9)

    Bom Estudo!

    https://prjuliocesarmedeiros.wordpress.com/2024/09/20/a-relevancia-da-lideranca-para-conducao-e-ensinamento-da-igreja/

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    CHAMADA DA AULA 13 DA EBD - CLASSE DE DISCIPULANDO

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