Jornada celebra a alfabetização de 30 mil educandos em áreas de reforma agrária: ‘Podemos agora resgatar o tempo perdido’
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Como (e por que) montar seu próprio curso online
Rede Sacix, parceria entre Outras Palavras e Coletivo Digital, oferece subsídios para a criação de cursos – da plataforma a utilizar à divulgação. Mostra que é possível transformar ideias e vivências em conteúdos educativos acessíveishttps://outraspalavras.net/agenda/como-e-por-que-montar-seu-proprio-curso-online/
3331 :: Educadores, instrutores e mestres de cursos livres e de culturas tradicionais e populares
Títulos
3331-05 - Instrutor de auto-escola
3331-10 - Instrutor de cursos livres
3331-15 - Professores de cursos livres
3331-20 - Mestre das culturas populares e tradicionais
Descrição Sumária
Os profissionais desta família ocupacional ministram aulas em cursos livres, criam programas para empresas, clientes e/ou comunidades, planejam cursos, avaliam alunos e sugerem mudanças estruturais em cursos. Os mestres das culturas tradicionais e populares transmitem seus saberes e conhecimentos tradicionais através da realização de eventos diversos colaborando, desta forma, na fluição e circulação da manifestação cultural.
https://cbo.mte.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf
Se Paulo Freire vivesse hoje, escreveria sobre estética?
Educador que fez parte do Movimento Escolinhas de Arte no Brasil deu pistas sobre como pensava o tema. Aprendizado é um processo criador de “remodelação do mundo”, sugeria. E contra o tecnicismo, propunha “viver intensamente a esteticidade da educação”Cursinhos populares no RS: para além da porta de entrada ao ensino superior
Coletivo Reocupa lança projeto de arte urbana no bairro do Monte Castelo, em São Luís
A partir do próximo sábado, 26 de julho, a capital maranhense ganha um novo símbolo artístico e ambiental com o início do projeto Arte nas Cidades: Amazônia Legal em Cores, realizado pelo coletivo Reocupa. A proposta é ocupar o espaço urbano com uma grande empena de grafite no condomínio São Marcos, no bairro do Monte Castelo – em São Luís -, dando visibilidade à temática da Amazônia Legal e promovendo a valorização da cultura, da arte urbana e das identidades tradicionais.
Com foco no tema MATA: Maranhão, Território Amazônico, a iniciativa busca chamar atenção para a sociobiodiversidade da região, suas florestas, rios, mares, fauna, flora e, sobretudo, seus povos. A arte será usada como ferramenta de conscientização ambiental e fortalecimento da produção artística amazônica.
Uma série de murais para falar de Amazônia
A empena no Monte Castelo é a primeira de uma série de intervenções urbanas previstas pelo projeto, que pretende ocupar outros espaços da cidade com painéis que dialoguem com a paisagem, a cultura e as urgências socioambientais da Amazônia Legal.
A escolha pelo grafite não é aleatória: como arte pública e acessível, ele transforma e ocupa espaços urbanos com cores, símbolos e narrativas visuais. A obra do condomínio São Marcos, localizada em uma área de intenso fluxo de pessoas, será um novo ponto de referência visual e cultural em São Luís, somando-se aos atrativos turísticos e comunitários da cidade
Acreditamos que o grafite tem o poder de comunicar questões sociais e ambientais de maneira direta, sensível e transformadora. Além disso, a iniciativa contribui para a revitalização de espaços públicos e para a promoção da identidade cultural local
Kadu Vassoler, um dos coordenadores do projeto
Maranhão amazônico
Dos 217 municípios do Maranhão, 181 integram a Amazônia Legal, incluindo a ilha de Upaon-Açu e seus quatro municípios. O estado abriga florestas, manguezais e um rico ecossistema de transição, uma riqueza que vem sendo perdida gradativamente. Dados do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio) indicam que a vegetação original da Amazônia maranhense já foi reduzida a menos de 25%. O desmatamento, impulsionado pelo avanço do agronegócio, é hoje o principal algoz desse território.
Dessa forma, além de ressaltar a identidade amazônida, o projeto também pretende educar visualmente a população e ampliar a compreensão pública sobre os desafios socioambientais que afetam o território. Com o avanço do desmatamento e as ameaças crescentes às comunidades tradicionais, ações como essa se tornam ainda mais relevantes.
Fortalecimento de artistas local
Para essa primeira intervenção, foram convidados dois nomes expressivos da cena artística local: Will Barros e Lea Pac, artistas visuais que trazem em seus trabalhos uma forte relação com o território, a natureza e a resistência cultural.
Will Barros é designer, grafiteiro, tatuador e diretor criativo do ateliê coletivo Gruta do Mangue. Com ampla experiência em muralismo e arte urbana, trabalha com diferentes suportes como stickers, stencil, lambes e artes plásticas.
Lea Pac, nascida em Açailândia (MA), é artista plástica autodidata com 10 anos de trajetória no grafite e na educação artística. Atua como professora e curadora do Programa Arte de Rua do Estado do Maranhão e se destaca pela revitalização de áreas degradadas, utilizando cores marcantes e composições que enaltecem a fauna e a flora amazônicas.
Apoio e parcerias
O projeto Arte nas Cidades: Amazônia Legal em Cores conta com o apoio do Instituto Cultura, Comunicação e Incidência (ICCI), Instituto Clima e Sociedade (ICS), do Fundo Dema em parceria com a empresa Potiguar, que somam forças para viabilizar essa série de intervenções. A expectativa é que a empena se torne um cartão-postal contemporâneo da cidade, um espaço de encontro entre arte e meio ambiente, entre o urbano e o ancestral. Um convite coletivo para refletir, pertencer e agir.
Reocupa
O Reocupa foi fundado em abril de 2016, ocupando e mobilizando a cena local há mais de sete anos. Tem sede no Centro Histórico de São Luís. O casarão, também um centro cultural autogestionado, independente e aberto ao público, conta com acervo de livros, discos e brechó em seu espaço.
Acreditando na construção coletiva, o Reocupa é um espaço plural, disponível para as mais diversas manifestações artísticas, com o objetivo de democratizar a arte, a cultura e a educação através de perspectivas coletivas, influenciando e modificando a forma de ser e coexistir em sociedade.
Atualmente, o coletivo atua nas seguintes frentes: acesso universal à cultura, direito à cidade, educação popular e de checagem de informações, justiça climática, direitos humanos, luta feminista e manutenção dos saberes ancestrais através dos povos e territórios.
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📻 O Comida de Verdade veio discutir sobre por que fazer agroecologia nas cidades. 🌱🌆 No mês de tantas discussões sobre educação, juventudes e futuro, é importante falar sobre a agroecologia, cada dia mais essencial no meio da cidade. 🏙
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Por @centrosabia
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Salve, gente! Me chamo Pedro. Fiz minha conta aqui ontem e tô tentando entender como as coisas funcionam ainda.
Sou mineiro e trampo dando aulas de #História. Também desenvolvo um projeto de #capoeira, arte que pratico há mais de 15 anos.
Sou um marxista-leninista organizado, atuo no movimento sindical e em iniciativas de #educaçãopopular.
Curto #videogames e #rpg. Em filmes e séries, minhas preferências são #ficcaocientifica e #fantasia.
É isso!