Monter le camp militaire : 3h -> 8 soldats dans 1 tente en #cuir avec coutures renforcée (cf .....) et graissée contre pluie = 75kg environ tenue par des cordes et piquets en #fer.

= besoin d'hommes pour fournir l'armée + tuniques de #laine + sandales en #cuir montantes + cote de mailles environ 10 kg + glaive = courte épée à la ceinture + casque fixé sur un crochet pendant la marche + gourde #eau avec #vin aigre ou vinaigre + boucliers en #fer + paquetage sur bâton #bois + ...

#histoire

Anthony Vincent está na rua. A polícia aproxima-se. O seu corpo faz uma escolha antes de pensar: intensifica a performatividade cuir. Usa a máscara arco-íris para cobrir a pele negra. Não como libertação — como escudo.

Quarto texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "A pele negra e a máscara arco-íris."
kuircuir.pt
#cuir #intersecionalidade #racialização #anthonyvincent #desdeasmargens

https://kuircuir.pt/que-corpos-contam-texto-4-a-pele-negra-e-a-mascara-arco-iris

Que corpos contam? - Texto 4: A pele negra e a máscara arco-íris

O que um corpo negro e cuir sabe sobre hegemonia e dissidência --- Nota: O título deste texto retoma o título do testemunho de Anthony ...

Kuir - cultura e inspiração Cuir

Que corpos contam? - Texto 4: A pele negra e a máscara arco-íris

O que um corpo negro e cuir sabe sobre hegemonia e dissidência

Nota: O título deste texto retoma o título do testemunho de Anthony Vincent, Peau noire, masque arc-en-ciel, publicado em Pédés, organizado por Florent Manelli (2023).

Anthony Vincent está na rua. A polícia aproxima-se. Num momento que não se mede em segundos, mas em instintos. Ele faz uma escolha — ou melhor, o seu corpo faz uma escolha, porque há decisões que se tomam antes de pensar. Intensifica a sua performatividade cuir. Torna mais visível aquilo que o pode identificar como gay, como diferente, como não-ameaça. Usa a máscara arco-íris para cobrir a pele negra. Não como libertação — como escudo.

Este gesto é o coração do testemunho de Vincent. E é também, como veremos, uma aula de teoria política encarnada.

Fotografia de Fray Navarro (2020) – Uso gratuito sob Licença da Unsplash.

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Nouvel article de blog après une longue période d'inactivité.
https://alternatique.fr/artisanat-a-domicile

Je voulais vous faire découvrir un peu l'artisanat à domicile, très pratiqué à Madagascar comme un hobby ou comme activité professionnelle à travers le portrait de deux membres de ma famille.

L'article est susceptible d'être légèrement modifié dans les jours qui viennent pour rajouter des prénoms.
N'hésitez pas à me faire vos retours!

#madagascar #malagasy #adygasy #artisanat #bijouterie #maroquinerie #cuir

Artisanat à domicile

Reprise du blog après le retour en France et une longue période de pause avec un article un peu plus personnel pour parler d'une pratique...

alternatique.fr

Notre newsetter – Accessoires pour nettoyants de cuir:

Nous proposons une petite sélection d'articles : nettoyants pour têtes vidéo, parfums d'ambiance et additifs pour carburant pour fusée. Tout cela fonctionne vraiment. Ceux qui qualifient les #poppers de drogue ne te disent pas toute la vérité.

Si vous souhaitez en savoir plus sur le sujet, consultez notre article de blog en bas de la newsletter.
(traduit avec DeepL)

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#Kink
#Cuir
#GearFetish
#GaySexGear

Portugal aprovou leis. Depois atacou-as.A direita reacionária não inventou a exclusão das pessoas cuir — encontrou-a já instalada nos formulários, nos protocolos médicos, nas práticas policiais. Limitou-se a torná-la explícita, a elevá-la à dignidade de política de Estado.
Terceiro texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "Portugal, país de direitos (para alguns).kuircuir.pt #cuir #portugal #direitoslgbt #interseção #autodeterminação #desdeasmargens

https://write.as/kuircuir/que-corpos-contam-texto-3-portugal-pais-de-direitos-para-alguns

Que corpos contam? – Texto 3: Portugal, país de direitos (para alguns)

Quem fica de fora quando o Estado celebra a igualdade?

Entretanto — Nota política

Este texto foi escrito quando Portugal ainda se podia gabar — com alguma razão, embora não sem reservas — de estar na vanguarda europeia dos direitos LGBT+. Entretanto, o parlamento tornou-se palco de uma ofensiva da direita reacionária que veio mostrar o que este texto já argumentava: que a igualdade formal é frágil, que os consensos podem ser desfeitos, e que os direitos conquistados não estão garantidos enquanto o poder que os concedeu continuar a ser o mesmo poder que decide quando os retira.

A lei de autodeterminação de género foi atacada por forças políticas que preferem legislar sobre corpos alheios a garantir a dignidade de quem os habita. Bandeiras cuir foram proibidas em edifícios públicos — como se a visibilidade das pessoas cuir fosse uma ameaça à ordem, e não a ordem uma ameaça às pessoas cuir. O Estado que este texto analisa como produtor de exclusão material mostrou agora que também produz exclusão legislativa — que a retórica dos direitos pode coexistir, sem contradição aparente, com a erosão ativa desses mesmos direitos.

O paralelismo é brutal e não é acidental. Este texto argumenta que a discriminação de facto persiste mesmo onde a lei promete igualdade — que entre a norma jurídica e a vida vivida há uma distância que as instituições produzem e perpetuam. O que aconteceu entretanto veio acrescentar uma camada que o texto não antecipava mas que o confirma: em Portugal, nem a lei está garantida. A direita reacionária não inventou a exclusão — encontrou-a já instalada nas práticas institucionais, nos formulários, nos protocolos médicos, nas práticas policiais. Limitou-se a torná-la explícita, a elevá-la à dignidade de política de Estado.

Portugal era, dizíamos, um país de direitos. Entretanto, ficou mais claro para quem — e ficou mais claro o que custa existir fora da norma quando a norma decide que já chega de ser generosa.

Fotografia de Antor Roy Dravi (2024) — Uso gratuito sob Licença da Unsplash.

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Mary Shelley imaginou um criador que recusa reconhecer a sua própria obra. A masculinidade hegemónica faz o mesmo — fabrica corpos abjectos e depois finge que não são seus.
Novo texto no Kuir Cuir sobre masculinidades gays, bissexuais e trans como fronteira constitutiva da hegemonia: "Os monstros da masculinidade."
kuircuir.pt
#cuir #masculinidades #teoria #desdeasmargens

https://write.as/kuircuir/que-corpos-contam-texto-2-os-monstros-da-masculinidade-fcj6

Que corpos contam? - Texto 2: Os monstros da masculinidade

Que corpos abjetos precisa a hegemonia de criar?

Em 1818, Mary Shelley imaginou uma criatura fabricada por mãos humanas que, no momento em que ganha vida, se torna insuportável para o seu criador. O monstro de Frankenstein não nasce monstruoso — é produzido como tal pelo olhar de quem o fez e pela recusa de quem o deveria reconhecer. Há algo nesta ficção que ilumina com precisão cirúrgica o funcionamento da masculinidade hegemónica: ela não se limita a excluir certas formas de ser homem. Precisa de as fabricar. Precisa de produzir os corpos que depois rejeita, porque sem eles não consegue definir-se. Os monstros da masculinidade não são acidentes da fábrica — são a sua condição de funcionamento.

Fotografia de Nick Andréka (2024) — Uso gratuito sob Licença da Unsplash.

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https://kuircuir.pt/que-corpos-contam-texto-2-os-monstros-da-masculinidade-fcj6