Día Mundial Sin Tabaco: alertan impacto del comercio ilícito y llaman a adherir a protocolo de la OMS | vía #UChileRadio
#comercio #contrabando #falp #fundaciónarturolópezpérez #tabaco
Día Mundial Sin Tabaco: alertan impacto del comercio ilícito y llaman a adherir a protocolo de la OMS | vía #UChileRadio
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Hub de grãos em Omã e novas rotas logísticas podem ampliar cooperação entre Brics e África, diz especialista
El centro comercial: https://www.aurianneor.org/el-centro-comercial/
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¿Sabían que el símbolo de la @ no nació con el internet ni con las computadoras, sino como una herramienta de medición para el comercio marítimo del siglo XVI?
En el año 1536, un comerciante florentino llamado Francesco Lapi escribió una carta mercantil desde Sevilla hacia Roma. En este documento manuscrito, Lapi utilizó el símbolo que hoy conocemos como arroba para representar visualmente a una de las unidades de capacidad más comunes de la época para el transporte de vino y aceite: el ánfora.
El término arroba proviene directamente del árabe hispánico ar-roub, cuyo significado exacto es la cuarta parte, ya que equivalía a la cuarta parte de un quintal, una medida de peso que rondaba los once kilos y medio en los registros de intercambio de mercancías entre los reinos de Aragón y Castilla. Los copistas medievales recurrieron a este trazo uniendo las letras de la preposición latina ad para ahorrar espacio, papel y tinta durante la transcripción de los libros de contabilidad.
El signo permaneció estancado en los teclados de las máquinas de escribir mecánicas porque los comercios anglosajones lo utilizaban bajo el significado de la preposición at, empleándolo para tasar los precios unitarios de los productos en las facturas. En 1971, el ingeniero Ray Tomlinson rescató este carácter debido a su nula presencia en los nombres propios, usándolo para dividir el nombre del usuario de la computadora de destino en el envío del primer correo electrónico de la historia.
— A. Eldritch, Periodista, Locutor, podcaster y bloger del fediverso
Alt text via @altbot y @TeLoDescribot
Cooperativa extrativista fecha venda bilionária de açaí amapaense em feira de alimentos em Xangai
O presidente Amiraldo Picanço celebrou o avanço do extrativismo amapaense em Xangai, destacando o papel estratégico do cooperativismo. A histórica parceria comercial com o mercado da China assegura novos investimentos estruturais para o fortalecimento da Rota do Aça
23 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]A cooperativa de produtores extrativistas de açaí do Amapá, Amazonbai, assinou em Xangai, na China, um contrato comercial histórico divulgado na sexta-feira (22) pelo governo federal, prevendo o fornecimento de 15 mil toneladas do fruto ao mercado chinês até o ano de 2031. O acordo de longo prazo foi fechado durante a Sial China, considerada a maior feira de alimentos do continente asiático, graças a um investimento estratégico de R$ 207 mil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) que financiou a missão internacional. O objetivo central do projeto é abrir canais globais de comercialização para o cooperativismo nortista, consolidando o reconhecimento das Rotas de Integração Nacional como política pública de desenvolvimento e inserindo comunidades tradicionais do estuário amazônico nas cadeias de consumo de altíssimo valor agregado e demanda internacional em expansão.
A consolidação do negócio coloca a região da foz do Rio Amazonas sob os holofotes do comércio de exportação global e valida o modelo de bioeconomia defendido por especialistas ambientais. A Amazonbai é uma das principais vitrines da chamada Rota do Açaí, uma vertente da estratégia nacional de desenvolvimento do MIDR concebida especificamente para fortalecer os arranjos produtivos locais e incentivar a preservação florestal por meio da geração de renda com a floresta em pé. O compromisso firmado até a próxima década garante estabilidade financeira e previsibilidade de safra para centenas de famílias ribeirinhas amapaenses, provando que o manejo comunitário e certificado de alimentos nativos possui fôlego técnico e comercial para abastecer superpotências econômicas sem a necessidade de expansão de fronteiras agrícolas destrutivas.
CLIQUE NA IMAGEMO palco dessa conquista econômica, a Sial China, registrou na edição de 2026 a maior delegação comercial da história do Brasil no evento. Ao todo, o pavilhão nacional abrigou 82 empresas exportadoras brasileiras, um salto expressivo quando comparado às 54 companhias que participaram da feira no ano anterior. O crescimento exponencial da comitiva nacional reflete a necessidade premente do agronegócio e da agroindústria do país de diversificar parceiros na Ásia. No entanto, o diferencial deste ano esteve justamente na presença ativa de cooperativas extrativistas e pequenos produtores da Amazônia, que dividiram espaço com os gigantes tradicionais de proteína animal e grãos, provando que as iguarias socioambientais ganharam status de prioridade na pauta de exportações de alto impacto geopolítico.
CLIQUE NA IMAGEMPara o governo federal, o sucesso da operação amapaense em solo asiático serve como uma validação prática de que o suporte financeiro governamental é capaz de criar pontes sólidas entre o pequeno produtor isolado e o comprador global. De acordo com Edgar Caetano, secretário substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, o impacto dessa iniciativa transcende o volume financeiro imediato gerado pelo contrato. Segundo a avaliação técnica do ministério, ao colocar o açaí certificado do Amapá nas gôndolas chinesas, cria-se uma aliança estratégica com instituições e redes de distribuição estrangeiras que passam a enxergar as Rotas de Integração Nacional como um selo de origem garantida, sustentabilidade e justiça social, elevando o valor percebido de toda a produção do país.
A logística estruturada para atender o imenso mercado asiático exigirá o aprimoramento dos processos de processamento, congelamento e transporte do fruto, que sairá das áreas de manejo insular e de várzea do Amapá diretamente para os grandes centros urbanos chineses. A garantia de fornecimento contínuo de um volume tão expressivo estimula investimentos privados internos em infraestrutura portuária, maquinários de ponta e capacitação de mão de obra local. Esse ciclo de industrialização na própria região de origem ataca uma lacuna histórica da economia nortista, que historicamente exportava matérias-primas brutas e importava subprodutos valiosos, revertendo o fluxo econômico para manter a maior fatia do lucro dentro do território produtor.
CLIQUE NA IMAGEMDiante do cenário de forte apelo à transição ecológica global, o contrato da Amazonbai estabelece uma quebra de paradigma na forma como o mundo consome os ativos da biodiversidade brasileira. O público consumidor chinês, cada vez mais atento às propriedades nutricionais e ao apelo saudável dos alimentos funcionais, passa a ser o financiador direto de um sistema produtivo que protege os mananciais hídricos e a fauna da Amazônia Amapaense. Enquanto o debate sobre os limites do desmatamento avança nos fóruns internacionais, os extrativistas do Amapá demonstram de forma prática e pragmática que o desenvolvimento de um estado periférico da federação não depende da destruição de seus recursos naturais, mas sim da valorização inteligente e da inserção soberana de sua identidade regional no comércio do século vinte e um.
#açai #amapá #china #comércio #governo¿Espiritualidad y cultura, económicamente rentables?
¿Espiritualidad y cultura, económicamente rentables?
Es raro buscar la relación entre la espiritualidad, la cultura y el comercio, pero en el sistema actual en el que vivimos estos aspectos son fáciles de relacionar, aunque cabe recalcar que de cierta manera siempre estuvieron relacionados, solo que en nuestro tiempo la relación e [...]
#Comercio #Cultura #Espiritualidad #Opinión #PracticasEspirituales #RedesSociales
https://elmundo.cr/opinion/espiritualidad-y-cultura-economicamente-rentables/

Nikol Pashinyan frena las amenazas de Rusia y aclara que solo Armenia tiene el derecho soberano para decidir su continuidad dentro de la UEE

Periodistas Unidos es un colectivo de periodistas que buscan la libertad de expresión, la defensa de periodistas y la integración de diversas disciplinas culturales para la transformación de la sociedad.