Un saludito para mis hermanes, me siguen me buscan que quiero saber más de ustedes que de spain Aguiye (es gracias en guaraní)
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Violência contra mulheres: eu devia agir
O vídeo mostra um casal na rua, a mulher esbarra propositalmente em alguém que passa para que a pessoa olhe para trás e veja que ela está fechando o punho sobre o polegar. É um conhecido sinal de “socorro, estou em perigo”. Termino o vídeo chorando. Sempre termino esse tipo de vídeo chorando e sempre lamentando que, pelo menos nos vídeos jogados nas mídias sociais, raramente homens atendem o chamado.
Dessa vez eu parei para pensar: “E eu? Quantas vezes intercedi em um caso de violência contra mulher?”.
É pouco comum acontecer na minha frente, mas me envergonho de, na maioria das vezes, alguma mulher interceder antes de mim. Por quê? O quê me impede?
Minha mente, querendo escapar do autojulgamento, se justifica soprando no meu ouvido que a violência escala muito rápido quando um homem enfrenta outro homem, mas isso não é justificativa. Eu já puxei conversa com uma senhora que era assediada por um possível assaltante e desci de ônibus porque achei que uma mulher estava sendo assediada por um homem (demorei para lembrar desse caso porque foi há uns 20 anos).
Aqui tenho que fazer uma pausa na escrita para mergulhar nos meus sentimentos e pensamentos mais profundos em busca de respostas para entender por que não tenho agido…
É bem difícil lembrar de situações em que testemunhei assédio ou violência contra mulheres… O que me faz perguntar se sou eu que não noto… Aos poucos vou lembrando de uma menina, quase criança, assediada em um réveillon na praia em que fiquei de olho, mas ela logo se desvencilhou sozinha; de uma outra vez que, junto com a minha esposa na época, ajudamos uma moça que estava saindo da praia com insolação (isso é importante para as minhas reflexões); de três ou quatro ocasiões em que a minha esposa ou amigos agiram antes de mim; de quando me levantei online em defesa de uma amiga sendo assediada por um troll (online mal conta, né? mas vai servir para as reflexões); da vez que, ainda adolescente, os amigos pediram para levar uma das meninas para fora da boate e só entendi por que quando um cara passou por mim dando cotoveladas atrás de briga (sou impedido eticamente a me envolver em brigas evitáveis pq tenho treinamento marcial)…
“É bem difícil lembrar de situações em que testemunhei violência contra mulheres”… Me parece que a primeira coisa que tenho que fazer é estar mais atento. Com certeza estou deixando de perceber muitos casos! Ah! Lembrei agora de, muitas vezes, me colocar entre um homem e uma mulher no metrô cheio por notar que ele a estava pressionando e ter mantido a maior distância possível dela, umas pequenas coisas assim. Mas, é pouco.
A segunda coisa a fazer é me informar sobre como agir, e aqui me lembro de quando ajudei a moça com insolação: a abordagem por um homem, me parece, é sempre tensa para as mulheres. Na ocasião eu estava acompanhado por uma mulher e, ainda assim, tomamos o cuidado deixá-la apenas na portaria (aliás, uma medida de segurança para nós também).
Preparação é necessária para tudo. Na hora que testemunhamos uma violência temos que saber como agir porque podemos ter apenas segundos para interceder. Se demorar um minuto para agir a mulher pode já ter sido levada para longe.
Vale lembrar que omissão de auxílio também pode ter consequências legais. É mais um motivo para agir:
Omissão de socorro: Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública (Art. 135).
Como agir na rua
Vou acrescentar umas ideias que tive já que não achei nenhum guia prático.
Como agir no ambiente familiar
Reconheça o ciclo da violência:
Sinais de relacionamento abusivo:
Como ajudar:
Links
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Foto de Luke Shaffer na Unsplash
#apatia #feminismo #misoginia #violênciaContraAMulherNo Encontré: Quiet Life de Alexandros Avranas
Algo más que NO encontré por ahí!
Todo en ti es falso.
🗣️ Tu voz es falsa.
🫱 Tus gestos, falsos.
📖 Tus convicciones, copiadas.
🕊️ Tu bondad, actuación.
😢 Tu tristeza, imitación.
🎭 No hay nada en ti que no sea prestado.
🚶♂️ Y aún así caminas erguido, como si fueras real.
🤡 Patético.
🕳️ Nihilismo 2.0
#nihilismo #falsedad #existencialismo #críticahumana #decadencia #desprecio #postfilosofía #apatía #crudaexistencia #nadaesreal #nihilismo2.0
¿Sentís apatía o desesperanza? No estás sol@. En este post comparto mi experiencia y cómo las Flores de Bach y la aromaterapia pueden ayudarte a reencontrar la luz interior. Al final, un video especial: “Hasta que amanezca”. 🌅✨
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https://auravitaebypato.wordpress.com/2025/06/12/apatia-y-desesperanza-flores-de-bach/
Non è che non sento.
È che sento troppo,
e allora il sistema va in pausa.
Non è apatia.
È strategia.
assoli notturni è online 🌌
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it's not that i don't feel
it's that i feel too much
so the system goes into pause
it's not apathy
it's strategy
assoli notturni is online 🌌
C’è una stanza dentro me,una di quelle senza finestre, senza interruttori.La luce non si è mai persa lì dentro:semplicemente non ha mai voluto entrare. Non è depressione.Non è tristezza.È solo assenza. Non cerco una cura.Perché questa stanza silenziosa,questa camera ovattata,un tempo mi ha salvata. Ha fermato il fuoco prima che mi consumasse.Ha zittito il mondo