Som, sabor e alma no ‘Vinil ao Redor’

Celebrando a boa gastronomia e a energia viva da música brasileira no Centro Histórico de São Luís, nesta sexta-feira, 17 de outubro, o Ao Redor Bistrô abre as portas para receber o Vinil ao Redor. Entre discos, sabores e boas conversas, a partir das 18h, o público é convidado a chegar na charmosa rua Godofredo Viana para curtir essa iniciativa que reúne nomes de peso na cultura do vinil.

Direto de Londrina, Gustavo Veiga (PR) veio à ilha a convite do DJ Afss para a festa Laranjada, e esticou para conhecer os Lençóis Maranhenses e despede-se desta breve temporada no Vinil ao Redor. Dono de uma loja de discos e colecionador de preciosidades, Veiga toca apenas vinis originais e conduz o público por uma viagem sonora que atravessa décadas, sempre com o groove como fio condutor. Ele é o criador do tradicional Baile do LP.

Maurício CapellaVanessa SerraLaranjadaDoctor Reggae (Otávio Rodrigues)

Juntos no line da Laranjada, agora Gustavo volta a dividir os toca-discos com Vanessa Serra (MA) no Vinil ao Redor. Referência na discotecagem analógica e um dos principais nomes da cena maranhense, Vanessa mistura paisagens sonoras brasileiras, achados locais, soul, reggae, funk e rarezas internacionais em sets que fluem com naturalidade e sentimento.

De São Paulo e radicado pela segunda vez em São Luís, Doctor Reggae (Otávio Rodrigues) traz a bagagem de quem viveu a história da música jamaicana no Brasil. Jornalista, escritor e pioneiro do reggae no rádio nacional, ele mantém viva a chama da resistência sonora com seleções cheias de história e alma.

Completa o time o Capella Sound System (MA), o DJ, técnico e produtor Maurício Capella, que há mais de 20 anos movimenta a cena reggae e o setor de áudio maranhense. Responsável por sonorizar artistas icônicos e difundir a cultura sound system, Capella chega com a força do vinil raiz, o peso das frequências graves e o espírito comunitário das pistas jamaicanas.

O cardápio da noite é assinado por Tássia Campos, proprietária do Ao Redor Bistrô. Cantora e cozinheira, Tássia imprime sua identidade em cada prato e acorde. Apaixonada por Gal Costa e pela música popular brasileira, ela transforma o bistrô em um refúgio onde a comida e a música se encontram na mesma harmonia, e cada prato servido é também um gesto de afeto, um convite à degustação e ao encontro.

No Vinil ao Redor, tudo é sobre sentir: o som, o sabor, o tempo que desacelera entre uma faixa e outra. É sobre celebrar a arte que gira, as conexões que nascem e o prazer simples de estar presente.

Chega cedo. A banca tá montada. Ouça com o corpo inteiro.

Vinil ao Redor

Ao Redor Bistrô, rua Godofredo Viana, 16B – Centro Histórico
Sexta-feira, 17 de outubro de 2025
Das 18h à meia-noite
Som 100% vinil
R$ 15 (individual) | R$ 20 (casadinha)
Ingressos antecipados pelo WhatsApp

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Laranjada estreia e sacode o Centro Histórico

Nesta sexta-feira, 10 de outubro, essa nova proposta musical ocupa o Centro Histórico de São Luís. A Laranjada chega com a missão clara: fugir do lugar-comum, valorizar a produção independente e entregar uma noite intensa, dançante e tropical no coração da cidade. A estreia acontece no estacionamento do restaurante Pedra de Sal, em frente ao Museu da Gastronomia, a partir das 21h.

A festa nasceu para quem tem sede de música fora do óbvio e isso se reflete tanto no som quanto na escolha do espaço. Nada de clubes fechados nem estruturas engessadas. O ponto de encontro é uma área aberta, na rua da Estrela, onde casarões históricos viram pano de fundo para uma pista viva, ventilada e democrática.

O line-up reúne artistas de diferentes cidades, estilos e trajetórias, todos com uma coisa em comum: repertório afiado e entrega total.

DJ Tahira, direto de Florianópolis, é o nome mais rodado da noite e isso não é força de expressão. Com mais de 30 anos de carreira, já passou por festivais como Glastonbury, Montreux Jazz e Boiler Room, sempre com sets que cruzam a música eletrônica com ritmos brasileiros, africanos e latinos. É referência em pesquisa musical e tem o hábito de surpreender até os ouvidos mais experientes.

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Gustavo Veiga, de Londrina, traz seu acervo pessoal de vinis, tocando apenas em formatos originais. Seus sets atravessam décadas, dos anos 70 aos sons mais atuais, sem perder o groove. Com uma história que começa em casa, ouvindo MPB com a avó pianista, Veiga virou dono de loja de discos e especialista em resgatar faixas esquecidas que voltam à vida nas suas discotecagens.

De São Luís, três DJs completam time, e mostram força da cena local

Vanessa Serra, um dos principais nomes da discotecagem em vinil no Maranhão, monta sets que misturam paisagens e memórias sonoras brasileiras, achados do Maranhão, que cruzam com o groove universal, soul, reggae, funk e rarezas internacionais com naturalidade. Seu repertório é diverso, sempre com o feeling certo para manter a pista acesa.

Afss tem como marca a fusão de batidas afro com house, afrobeat, disco e vertentes da world music. Seus sets são energéticos e bem construídos, com transições que mantém o pulso da pista em constante movimento.

Thay Ribeiro, também maranhense, transita com segurança entre house e techno. Suas apresentações são conhecidas pela intensidade e conexão direta com o público. A dança acontece porque o som pede, simples assim.

A Laranjada é feita de forma independente. Da curadoria ao flyer, tudo é pensado com atenção ao detalhe e à identidade do projeto. O objetivo é claro: entregar uma experiência genuína, potente e acessível, valorizando quem cria, quem dança e quem movimenta a cena.

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Félix Alberto Lima lança ‘Com o coração na boca’

Cinco anos após o lançamento de Nas profundezas desses olhos rasos (2020), o poeta e jornalista maranhense Félix Alberto Lima retorna à cena literária com o livro Com o coração na boca, publicado pela editora 7Letras. A obra será lançada nesta sexta-feira, 26 de setembro, às 19h30, no Caçarola Bistrô – Rua de Nazareth e Odylo, nº 200, Centro Histórico de São Luís – dentro da programação do Sarau Vinil & Poesia, evento idealizado pela jornalista e DJ Vanessa Serra. No dia 30, o autor leva a nova obra ao Rio de Janeiro, em sessão de autógrafos na Livraria Janela.

O livro, que conta com prefácio do poeta Fernando Abreu, encerra uma trilogia iniciada com Filarmônica para fones de ouvido (2018) e seguida de Nas profundezas desses olhos rasos. Essa sequência, observa a crítica, pode ser lida como uma investigação poética dos sentidos: primeiro a escuta, depois o olhar e, agora, a boca, entendida como fronteira entre corpo e mundo.

Com mais de 80 poemas, Com o coração na boca apresenta uma arquitetura interna de ritmos e pulsos variados, alternando poemas longos e densos com textos mínimos, quase sentenças. Versos como ‘toda boca é um porto’ (em Verbete) e ‘só a boca / subverte o fonema’ (em Culta) apontam para essa dimensão da boca como geografia de travessia, de caos, de fome e de resistência.

A linguagem do livro oscila entre lirismo intenso e brutalidade seca, explorando tensões entre fragilidade e resistência. Em ‘Anatomia de um tiro’, por exemplo, o poeta escreve: ‘no olho da bala / ainda há meninos dançando ciranda’. Já em ‘Da boca pra fora’, um medo difuso e insólito emerge. O coloquial e o metafórico se entrelaçam em ritmo que remete, em certos momentos, a improvisações de jazz.

São Luís perpassa a obra como cenário afetivo e desolado, povoado de becos, quintais e fantasmas. Nela se afirma a ambivalência de pertença e exílio, refletida no tom da poesia. ‘A boca é também a boca do tempo, da história e da resistência’, escreve o autor, que propõe uma poesia sem o consolo da serenidade, mas que busca o desassossego, capaz de tumultuar rotinas e retinas.

O autor explica a origem do título: “andar com o coração na boca é viver sobressaltado diante do mundo, como se cada esquina guardasse um susto, uma revelação ou um abismo. Para mim, será sempre espanto – aquele mesmo espanto de que fala Ferreira Gullar: a poesia surge do tumulto, desse impacto diante da vida, e não de serenidades inspiradas”.

Entre o medo e a vertigem, entre a fome e o verbo, Com o coração na boca confirma a fidelidade do poeta a um estado de alerta permanente — um modo de estar no mundo e, sobretudo, na palavra.

A noite promete gratas surpresas, grandes e improváveis encontros.

Sarau Vinil & Poesia

Vanessa Serra

O Sarau Vinil & Poesia volta a ocupar o coração do Centro Histórico de São Luís com mais uma edição repleta de ideias, sonoridades e afetos. A proposta é simples e essencial: celebrar a arte, o encontro e a escuta.

Idealizado pela jornalista, DJ e pesquisadora Vanessa Serra, o Sarau surgiu em 2019 com a proposta de entrelaçar música e poesia sob o calor da agulha no vinil, exaltando, sobretudo, a riqueza de compositores e letristas maranhenses.

Durante a pandemia, seguiu em edições virtuais, e consolidou-se como espaço de celebração artística, tendo lançado em 2020 seu próprio disco: o LP Vinil & Poesia – Volume 1, reconhecido com o Prêmio Papete. Ao longo de suas edições, o Sarau já contou com a participação de notáveis nomes da cena cultural maranhense, entre poetas, cantores e compositores, como Lúcia Santos, Gerude, Ronald Pinheiro, Maria Spíndola, Mestre Josias Sobrinho, Dicy, Fernando Abreu, entre outros.

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Noite de vinil e vinho, com Vanessa Serra

Jornalismo cultural, curadoria musical e a sensibilidade de uma DJ que transforma memória em experiência sonora. Nesta sexta-feira, 5 de setembro, às 20h, Vanessa Serra apresenta-se na Amo Vinho revisitando clássicos nacionais e internacionais, em set 100% vinil.

Referência na Cultura do Vinil no Maranhão, Vanessa proporciona em seu repertório, sempre marcado pela sensibilidade e pela qualidade, uma experiência contemplativa por meio de uma leitura responsável e refinada de clássicos que vão do samba ao jazz.

O público pode esperar uma noite de narrativa musical bem costurada, onde cada faixa é encarada não apenas como execução, mas como parte de uma trajetória cultural.

A expectativa é de um encontro que celebra a diversidade do repertório, reforçando a ideia de que a música é, antes de tudo, uma experiência compartilhada

Vanessa Serra

A noite de Vinho & Vinil segue uma tendência que vem conquistando o público que aprecia a tendência listening bar explorando esse tipo de harmonização entre espaço de audição e uma boa carta de vinhos. Degustação, arte e harmonização não são apenas sobre beber vinho, mas sobre apreciar um momento, entender a relação entre sabores e música, e criar uma experiência que enriquece a vida.

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Festa La Gira celebra cultura do vinil e liberdade de expressão feminina em São Luís

No mês de junho, a capital maranhense aquece em todos os sentidos: é nesse cenário efervescente que ocorre La Gira, uma festa que legitima a participação, inserção, representatividade e liberdade de expressão feminina na música, celebrando a cultura do vinil.

La Gira terá edição nesta sexta-feira, 20 de junho, das 19h às 2h, no Clube do Vinil da Low Música e Eletrônica, situado na avenida Principal, nº 15, bairro do Cohajap. No line-up, mulheres, referências no universo da discotecagem, novos talentos e participações inusitadas misturando voz, percussão e vinil numa fascinante alquimia sonora. Os ingressos custam R$ 20, e podem ser comprados antecipadamente pelo WhatsApp.

Diversas pepitas sonoras para corpos em movimentos, La Gira. Esta é uma festa multifacetada, ao mesmo tempo leve e vibrante, onde o público presente dará o tom. Solto no salão de divino astral, pois, a alegria alimenta o amor, como deflagra os versos da canção La Gira de Gerude e Jorge Thadeu, lançada em 1987, mote e inspiração para esta ocasião.

De São Paulo (SP), a DJ Carlu traz sua bagagem como ativista e pesquisadora, amante da música, dos clássicos aos malditos, e fascinada pelos poderes de conexão proporcionados por essa arte, que evoca sentimentos e expressões estéticas.

Professora de educação infantil, Carlu criou o Disco é Brinquedo, vivências com toca-discos para crianças. É dela também o projeto Mulheres na Cultura do Vinil e, é uma das idealizadoras da Uh!ManasTV, coletivo de mulheres DJs e produtoras. Atualmente, com o coletivo, apresenta o videocast Mana a Mana. É residente do projeto Discotekombi, que leva os bailes em vinil de forma itinerante pelas ruas e escolas da região paulistana.

De São Luís, a jornalista, produtora, DJ e pesquisadora Vanessa Serra tem na sua discotecagem um espírito libertário, aliando qualidade e ginga, dança quem quer, pensa quem quer, alguns fazem ambos, mas a certeza é que todo mundo se diverte, a começar pela própria DJ.

Tem forte ligação com a cultura popular, e transforma seus sets em experiências sensoriais e afetivas, fortalecendo e difundindo a identidade musical do Maranhão. Desde 2016 atua como DJ, com foco em vinil e acervo autoral. É apresentadora do programa semanal Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras, na Rádio Timbira FM, com seleção 100% vinil. Vanessa é produtora fonográfica do LP Vinil & Poesia – Vol. 1, fruto do sarau homônimo, um manifesto da riqueza cultural do Maranhão, das conexões entre gerações, ritmos e territórios.

A abertura da festa La Gira contará com uma trinca de DJs que despontam no cenário artístico no frescor de uma nova geração ávida e cheia de talento, combinando habilidades e estilos em sets variados e envolventes. São elas: Safira Lopes, Vitória Tonico e Ilaryê.

Pedagoga, mestra em políticas públicas, Safira Lopes é professora na UFMA com pesquisa no Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Políticas Públicas de Educação. Coleciona discos e iniciou seus passos como DJ na Low Eletrônica e Vinil.

Formada em Letras e estudante de comunicação social – audiovisual da UFMA, Vitória Tinoco é aluna Pibic com a pesquisa Agência Tambor: comunicação, redes e construção de comunidades. Vitória herdou da família, a paixão pela Música e o hábito de colecionar discos. Em cada set apresentado demonstra profunda sensibilidade e uma explosão de sonoridades do Maranhão – Brasil – Mundo.

Ilaryê é Laryssa Costa, economista, pesquisadora em desenvolvimento socioeconômico. Faz apenas um ano que iniciou sua coleção de discos, como uma forma de cultivar a expressão de memória afetiva e resistência cultural. É uma entusiasta da Cultura do Vinil e apresenta uma habilidade natural de conduzir a pista para uma viagem sensorial por meio da música.

E em uma participação especialíssima na La Gira, a paranaense, radicada em São Luís, Gabriela Flor vai apresentar todo o seu borogodó na voz, pandeiro e nos toca-discos. Ela é bailarina, professora doutora em música da UFMA e criadora do projeto Empandeiramento Feminino, com a proposta de ministrar aulas de pandeiros para mulheres se expressarem musicalmente e ocupar os espaços com suas próprias vozes. É também integrante do grupo Choro na Tralha. Ela vai levar pra roda preciosidades de seu acervo de LPs e compactos.

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Feira de Vinil da Tralha ocupa escadaria da Rua do Giz, no fim de semana

Tarde especial para trocar ideias, ouvir muita música, se divertir e adquirir preciosidades para a coleção: essa é a proposta da Feira de Vinil da Tralha, neste sábado, 5 de outubro, a partir de 16h, na escadaria de cantaria da Rua do Giz, eleita a sexta rua mais bonita do país, no coração do Centro Histórico de São Luís.

Serão mais de três mil discos disponíveis à venda, entre raridades e lançamentos, LPs e compactos, com valores promocionais. Entre os lojistas participantes: Brisa Discos, Max Retrô, Planta & Vinil, 33 RPM e Sebo Beco dos Livros.

O vinil está na moda: em nova fase de consumo, o vinil, tem voltado a ter lugar de destaque nos lares brasileiros; difundido, sobretudo, por meio do trabalho dos DJs, colecionadores e adeptos a essa mídia tão preciosa. Inclusive, contagiando as novas gerações.

A Feira de Vinil da Tralha está em segunda edição, e nesta ocasião, haverá discotecagem analógica em long set da jornalista e DJ Vanessa Serra (La Sierra) e convidados.

Feira da Tralha

Há seis anos, a Feira da Tralha foi criada pelo casal Marly Carvalho e José Ribamar Almeida; de ambiente simpático e acolhedor, o sebo reúne um acervo de livros e discos, funcionou a princípio na Rua Godofredo Viana (Edifício Colonial), com frequência assídua de estudantes, artistas e profissionais liberais que buscavam um lazer alternativo, numa mescla de boêmia e cultura. O espaço fechou durante o período de isolamento social, e foi resgatado com abertura de nova sede, agora, situada na escadaria da Rua do Giz.

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