O desfile da #UnidosdaTijuca segue pela vida de Carolina, do circo, autora de peças para cenas em circo.

O terceiro carro tem o triunfo do seu livro. Há estátuas de Carolina gritando com megafones na favela do Canindé. As alas seguintes mostram que ela foi sim popular.

Ela lançou um álbum. Ela se muda da favela e vai morar em uma casa de alvenaria, realizando um sonho.

'Eu sou negra e a fome é amarela.'

O carro 4 mostra que ela começa a ser perseguida e explorada pela elite. Um carro com engrenagens, uma fábrica de jornais.

Os próximos setores falam da família, a experiência como mãe. O sonho de ser bonita, amada, reconhecida. Ela pedia para que se gostassem dos versos dela, que lhe dessem rosas.

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Nesse carro da #UnidosdaTijuca, aparece a hipocrisia dos mais ricos.

Quando ela engravida, tem que sair da casa na qual trabalhava e vai morar na favela do Canindé. Uma ala representa a repressão policial na favela, aristocracia de um lado e a população favelada do outro.

Carolina diz que a fome é amarela, pois quando não tinha nada para comer, ela vomitava um líquido amarelo.

E pensar que a ainda há pessoas passando por essa mesma situação.

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O enredo da #UnidosdaTijuca segue Bitita pelo interior de Minas Gerais. O abre-alas traz a infância de Bitita, lúdico, com bonecas, natureza. Uma estátua dela no colo do avô Benedito, um homem ex-escravizado.

O primeiro carro é enorme, muito bonito. A velha guarda vem logo atrás. Ela era uma leitora voraz, leu Castro Alves e se apaixonou.

A ala das baianas representa as mulheres pretas que foram queimadas nas fogueiras. Carolina foi acusada de bruxaria por carregar um dicionário, foi hostilizada e presa.

Ela começa a trabalhar como doméstica e tem acesso à literatura, jornais, mas algo a deixa inquieta. Esse é um carro. Ela começa a escrever a partir disto.

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Falando em emoção, lá vem a #UnidosdaTijuca!
O esquenta da escola é com sambas de outras épocas.

Carolina Maria de Jesus está recebendo todo o seu reconhecimento no pós vida.

A Comissão de frente traz um objeto cênico que simula um burro sem rabo, que é aberto e vira o quarto da homenageada. São diversos truques que viram uma biblioteca e a personagem retira o lenço e assume o cabelo crespo. Ela veste uma túnica em azul e amarelo, cores da escola. A trupe é a população da favela. Lindo.

O casal de Mestre-sala e Porta-bandeira dança com uma caneta nas mãos, com uma dança vigorosa.
Um pede passagem com Bitita (homenageada quando criança) e o nome da escola.

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Continuação em pontos do enredo da #UnidosdaTijuca:

✨ A chegada a São Paulo e o destino imposto às margens da cidade, na favela do Canindé.

✨ A sobrevivência como catadora de papel e mãe, transformando restos em sustento e em escrita.

✨ A publicação de “Quarto de Despejo” e a exposição crua da miséria urbana, que incomodou elites e autoridades.

✨ O silenciamento posterior da escritora quando tentou romper o papel limitado de “favelada que escreve”.

✨ A permanência do legado de Carolina Maria de Jesus como voz dos marginalizados e inspiração para outras gerações de escritoras e escritores negros.

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O enredo da #UnidosdaTijuca em alguns pontos:

✨ A infância de Bitita no interior de Minas Gerais, marcada pela oralidade, pela sabedoria dos mais velhos e pelo desejo de conhecer as palavras.

✨ A passagem de Bitita a Carolina Maria de Jesus, quando entende que a escrita e a assinatura são formas de existir no mundo.

✨ A descoberta precoce do racismo e da falsa promessa da abolição, vivida na pele de uma mulher negra e pobre.

✨ A violência sofrida por ousar estudar, ler e carregar um dicionário, símbolo do saber negado.

✨ A migração em busca de outros caminhos e a experiência do trabalho doméstico, sem abrir mão da vocação literária.

(continua)

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Dá chupeta pro neném não chorar!
Boa noite, #Folialovers!
Hoje é o segundo dia dos #desfilesdasescolasdesamba com o #GrupoEspecialRJ2026.

A transmissão é pela TV Globo, Globoplay e G1. Começa às 22:00.

O menu de hoje é:

#MocidadeIndependentedePadreMiguel: uma exaltação a Rita Lee e sua obra libertária;

#BeijaFlordeNilópolis: falando sobre um ritual centenário do Recôncavo Baiano;

#Viradouro: uma celebração em vida a Mestre Ciça;

#UnidosdaTijuca: uma homenagem a Maria Carolina de Jesus e a sua obra literária.

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A #EstáciodeSá demonstra que o homenageado, além de liderança religiosa, foi um agente cultural certeiro.
Popularizou a Umbanda, a festa de ano novo, foi carnavalesco, cronista.

Os carros são bastante extensos, com fantasias autoexplicativas. Só que nem tudo são flores, a última alegoria deu problema, fazendo com que abrisse um buraco na pista.

Deve perder alguns décimos. A bateria está fantasiada de 'papa negro', como o Papa mesmo. Mestre Ciça está com a bateria, só lembrando que ele volta como enredo no #GrupoEspecialRJ2026 pela #Viradouro e quem aparece também é o mestre Casagrande da #UnidosdaTijuca.

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A última escola de hoje, #UnidosdaTijuca, é aquela escola que tem fome.
Fome de títulos e reconhecimento.
É mais uma agremiação que reafirma: carnaval é aula.
A homenageada, #CarolinadeJesus, canta o samba em primeira pessoa. Ela clama para que conheçamos a sua história. Todos os intérpretes da agremiação cantam com emoção na voz — e isto já aparece na Comissão de Frente.
Sem nem entrar no mérito da bateria: potente, alucinada, certeira.
Um ensaio de tirar o fôlego. Promete.
Vem muito aí.
"Os olhos da fome eram os meus/
Justiça dos homens não é maior que a de Deus."
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