No Rastro dos Goblins

Após escaparem de uma emboscada de Goblins, o grupo decide investigar mais afundo e se depara com perigos ainda maiores.

Saudações!

Sem demora, logo depois de sobreviver a uma emboscada de quatro Goblins, Tlaco notou que havia uma trilha adentrando à floresta na direção que seu ultimo adversário estava tentando escapar. O grupo opta então por seguir este caminho e entender melhor a razão dos ataques e a razão de a montaria e pertences de seu amigo, Gundren, estarem no meio da estrada.

Após observarem detalhadamente, Tlaco e Drill concordam que essa trilha deve ser utilizada constantemente pelos Goblins, cerca de 12 aproximadamente. De acordo com os rastros, eles provavelmente a utilizam após assaltar viajantes levando consigo os bens para algum esconderijo recluso na mata.

 Eu percebo que muitos Goblins passam por aqui, melhor ficarmos de olhos abertos.
― Tlaco.

O caminho era estreito o quê os forçou a andar em fila e a chuva era incessante e forte, além disso o grupo ponderava se continuar nesta trilha valeria a pena pois eles já haviam sofrido na emboscada dos Goblins e talvez o número de inimigos fosse ainda maior no final desse atalho.

Inesperadamente um Urso-Coruja apareceu logo atrás deles ficando entre o caminho de volta para a estrada para Triboar.  O animal assume uma postura ameaçadora, se preparando para o ataque enquanto ao fundo pode-se observar um par de filhotes no chão e mais um tentando escalar uma arvore. Tlaco decide correr para a direção oposta à criatura e caiu num poço no chão, certamente uma armadilha deixada pelos Goblins, porém, graças a sua aguçada destreza ele consegue se segurar na borda e evita maiores estragos ao seu bem-estar físico.

Radagast também opta por fugir do Urso-Coruja mas é atacado enquanto tentava correr, ficando bastante abalado pela investida do animal que por muito pouco poderia ter lhe tirado a vida. De qualquer maneira e apesar do risco, Radagast escapa das garras do Urso e salta o poço o qual se segurava Tlaco. Enquanto observa essas ações se desenvolverem Drill pensa rápido e atira uma corda para Tlaco e o ajuda a sair da armadilha com segurança.

Assim que o grupo se afasta a mãe Urso-Coruja decide voltar para sua cria, agora sem sentir-se ameaçada.

O Urso-Coruja volta para perto dos seus filhotes.

Tlaco observa os arredores e avista um bando de Stirges nas arvores logo acima deles, e avisa o grupo para se manter em silencio, pois os animais aparentam estarem dormindo.

O caminho se apresenta bastante difícil de se deslocar devido a forte chuva que deixou o terreno todo encharcado, porém o grupo se mantem obstinado em continuar sua jornada e atingem o final da trilha.

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#LostMineOfPhandelver #RegistrosDeCampanha #TheSoulforged

A Vingança do Dragão!

Meio-dragão Azul

Após esta batalha sangrenta em que os Alma-Forjados mostraram mais uma vez o seu valor e sacrifício, todos foram recuperados pela magia divina do nobre anão Hurik, o qual pronunciou palavras de motivação aos aliados e exaltação a Moradin: “Mais uma batalha vencida meus irmãos, comemoremos e brindaremos a isto futuramente com muita cerveja! Graças ao grande Moradin, através de suas bençãos podemos viver mais um dia de luta!”.

O grupo se enche de orgulho e satisfação, porém o dever está longe do fim, os Alma-Forjados voltam a focar em seu objetivo e começam a vasculhar o salão.

Inicialmente, encontram aberto em uma das mesas um mapa simples da área de Greenfields mostrando as aldeias que o culto atacou e saqueou, neste mapa uma flecha é esboçada dos Greenfields em direção ao oeste e a cidade de Beregost no Caminho do Comércio, onde a flecha vira para o norte. Vêem também uma folha separada de papel coberta com algarismos em colunas que contém a nota: “Tudo deve ser transportado para o norte, para Naerytar. Rezmir nos permitiu guardar algumas pérolas, um anel e um punhado de pedrinhas”.

Posteriormente o grupo continua vasculhando os salões da caverna e Badhor, ao lado de Shazi encontram uma passagem estranha e, possivelmente perigosa, enquanto Hurik e Aeron vasculham dois baús e uma mesa cheia de pergaminhos com escritos dracônicos muito antigos. Os baús contém vários tecidos finos e uma roupa roxa igual as vestes da Sacerdotisa de Tiamat Frulam Mondath.

Fegriel pareceu não se importar muito com os itens, porém fica intrigado com um sobrevivente aprisionado pelo grupo. Ele se aproxima do prisioneiro e tenta retirar informações. Sem sucesso e reconhecendo que esses cultistas são criaturas ensandecidas, o meio-elfo retira a cabeça do priosioneiro e tranca em um dos baús encontrados.

Aeron e Shazi continuam investigando outros salões da caverna enquanto Fegriel e Badhor estudam aquela passagem estranha e abrem seu alçapão. Badhor desce primeiro, prontamente seguido por Fegriel. Avaliando que o local poderia ser perigoso, a dupla decide que Fegriel deveria seguir sozinho para não chamar atenção de possíveis inimigos e percebem que estavam corretos em tomar tais precauções, pois a frente tem-se um lago ácido, dois dragões de pedra, um de 5 cabeças muito pareceido com Tiamat e um outro dragão negro. As duas estátuas são guardadas por um humanóide grande que Fegriel não consegue reconhecer. O grupo decide que este caminho não seria o mais seguro, fecha o alçapão e segue por outros corredores da caverna.

Neste outro caminho, Shazi envia seus ursos na frente para que possa proteger o grupo de possíveis armadilhas, momento no qual os heróis se deparam com cogumelos venenosos, morcegos e sanguessugas por seu caminho. Todas estas criaturas os atacam, indicando que a caverna fica mais perigosa a cada metro avançado em seu interior e trazendo mais preocupação para o grupo, mas os Alma-Forjados são destemidos e seguem em frente sem hesitar.

Um tempo depois o grupo encontra uma trifurcação, um caminho com um cheiro horrível de podridão a leste, um caminho ao sul e o terceiro ao norte. Neste último, o qual decidem seguir, Hurik descuidadamente passa por uma armadilha venenosa e fica confuso e agressivo, atacando ferozmente o que aparecer em frente, porém é contido por seus aliados e se recupera lentamente. Momento no qual uma bifurcação é encontrada, uma lado com um caminho escuro e outro com um portão trancado. Fegriel abre o portão sobre uma pequena ponte e o grupo segue furtivo, no entanto quando menos esperam, inimigos aparecem de todos os lados e o grupo se depara com lagartos gigantes, kobolds e kobolds voadores. Esta batalha extremamente desafiadora e mortal deixou o grupo com muitos ferimentos, porém os Alma-Forjados saem com êxito e muitas cicatrizes.

Ao investigar os salões entre os quais saíram tantos inimigos, os heróis encontram um pequeno tesouro com moedas de ouro e prata, talismãs e amuletos de dragão esculpidos em osso, pedra-sabão, madeira e marfim. O acabamento da maioria dos artefatos é terrível, mas quatro deles têm um talento artístico único, embora selvagem.

O grupo segue andando na caverna, agora em direção sul e encontra novamente o salão com as estátuas de dragões gigantes. Neste instante descobrem o humanóide que guarda o local, junto com um grupo de kobolds. Ele é Brelbidaig irmão de Mylbe, o meio-dragão que Fegriel havia derrotado como campeão da cidade de Greenest. Brelbidaig, ao ver Fegriel, se consome de ódio e sofrimento pela perda de seu irmão e, em busca de vingança, desafia para uma batalha 1 a 1 contra o campeão do povo, o herói de Greenest e lenda de Faerûn, Fegriel o destemido.

Fegriel inicia a batalha com uma magia de luzes a frente de Brelbidaig, as luzes vão tomando forma e se assemelham a Mylbe. Isto desconserta o meio-dragão e da uma oportunidade de Fegriel começar a batalha com vantagem. Após o primeiro ataque, Brelbidaig não consegue mais conter todo o ódio que sente em seu coração e segue ferozmente atrás de Fegriel, que se distancia atacando e se escondendo nos lugares escuros da caverna. O meio-elfo luta de forma tão rápida e elegante que faz o meio-dragão retornar raivoso, acionar seus companheiros e atacar os alma-forjados, descumprindo o desafio de luta mortal que seria somente entre Fegriel e o meio-dragão. Após mais uma batalha dura e sofrida, os alma-forjados vencem os inimigos com honra, sacrifício e união e encontram o salão mais profundo da caverna, com os elementos mais valiosos guardados por todos os seguidores de Tiamat!

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Ovos de Dragão

Ovo de dragão

O governador de Grenest e Leosin Erlanthar, junto dos nossos nobres aventureiros tomam a decisão de vigiar o acampamento dos cultistas, para saber do próximo passo dos mal feitores.

Tendo isso em mente o grupo vai até um local próximo do acampamento para montar guarda, chegando em uma encruzilhada, o astuto elfo Æron percebe alguns rastros frescos que o leva a conclusão de que uma caravana havia passado por ali deixando o acampamento desprotegido e com isso os ovos de dragão seriam presas fáceis para esses guerreiros formidáveis.

Eles caminham em direção ao acampamento e chegando lá Fægriel e Æron matam um guarda furtivamente na torre. Encontram e libertam caçadores contratados pelo Culto do Dragão numa tenda onde descansavam. Após isso entram na caverna onde estariam os ovos de dragão.

Havia dois kobolds de guarda no primeiro salão da caverna, o grupo dá cabo de um dos inimigos e outro foge, assustado com tamanha a força dos heróis. Ao persegui-lo encontram tuneis cada um levando para um lado diferente da caverna. O grande anão Hürik decide ficar na retaguarda dos companheiros, para dar cobertura. Logo à frente o grupo entra numa sala e é surpreendido por grades que trancam o corredor separando Hürik dos demais.

Inimigos surgem das sombras das cavernas e encurralam os guerreiros e começam uma grande batalha. Nossos bravos, um a um, começam a cair diante de seus adversários, o que os leva a pensar que tudo estava perdido. Enquanto isso o mais nobre entre os anões, ouve o chamado dos seus aliados abatidos e corre clamando ajuda dos deuses. Em sua frente tem um enorme portão de ferro impedindo sua passagem, com ajuda dos deuses anões e seu grandioso martelo abençoado por Moradin, o pai de todos, ele derruba o portão e invoca pelos espíritos guardiões para proteger seus amigos, enquanto Æron e Shazi tentam usar magias, o fanático mago inimigo consegue impedi-los, enquanto Fægriel e Badhor tentam segurar os outros inimigos. Após receber um forte golpe Æron cai desacordado e Hürik corre para conseguir estabilizá-lo ao mesmo tempo que Shazi invoca dois ursos que acabam com o clérigo fanático, com isso e ânimo renovado os outros guerreiros conseguem inverter a situação e dar cabo do restante de cultistas e fanáticos.

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A Origem das Lendas!

Dragão azul ataca Grenest

Hürik, Fegriel, Aeron e Shazi, um grupo de aventureiros já conhecidos por seus grandes feitos relembram alguns de seus feitos memoráveis, como se conheceram e iniciaram sua jornada.

Hürik e Fegriel compartilham lembranças de momentos de diversão e grande aprendizado enquanto seguiam viagem juntos até Phandalin, momento no qual Aeron e Shazi também trazem lembranças sobre a viagem deles para o mesmo destino partindo de suas terras de origem. Lembram que todos estavam em busca de alguma missão e ao chegarem em Phandalin foram até ao prefeito do vilarejo que propõe que os 4 guerreiros trabalhem em grupo para ajudar na busca e prisão de um grupo de goblins que estava saqueando a cidade. Após o sucesso deste evento, o grupo percebeu que trabalhavam bem juntos e decidiram seguir carreira nesse difícil caminho…

Com o tempo e após muitas aventuras desafiadoras, o grupo mais maduro segue seu curso para buscar suas metas pessoais e em conjunto.

Foi quando Aeron comentou sobre um sentimento que ele teve através de um sonho: “A cada cinco noites Aeron tem uma estranha sequência de sonhos apocalípticos: O mundo é destruído por fumaça fria e sufocante, tempestades de raios, ondas de ácido e fogo horrível. Cada vez, o sonho termina com dez olhos malignos olhando para você da escuridão. Ele sente uma estranha compulsão de viajar para Grenest”.  Talvez a resposta para o enigma dos seus sonhos o espere lá, Aeron sente muita destruição e dor pelo caminho.

Shazi comenta sobre Leosin Erlanthar, um monge errante que uma vez salvou sua vida. Leosin enviou uma mensagem urgente para Shazi encontrá-lo em uma pequena cidade chamada Grenest. Parece que está na hora do aventureiro pagar sua dívida.

Seguindo sua intuição o grupo decide ir até Grenest para descobrir mais sobre o sonho e o monge, mas antes foram até o nobre anão Elagar (Amigo de Aeron) para ter mais informações sobre como chegar a Grenest, sua população, como funciona a cidade, sua economia, criaturas e possíveis problemas que podem ser encontrados no destino e durante a viagem. Após a indicação de Elagar o grupo foi até o anão Norfil (Cicatriz) para conseguir passagens de navio para Baldur’s Gate e poder seguir caminho até Grenest.

Chegando a Baldur’s Gate decidiram seguir um grupo de Magos Vermelhos que estavam no navio seguindo viagem, porém não conseguiram mais informações e continuaram viagem.

No último dia de viagem avistaram uma criatura alada, aparentemente um dragão, em seguida avistaram um grupo de monges com o prisioneiro cantando uma música com os dizeres em dracônico “Salve a Rainha, levaremos o ouro para ela”. Surpreendentemente o prisioneiro é Leosin Erlanthar. Este grupo de monges desapareceu num portal e o grupo seguiu até Grenest quando perceberam que a cidade estava sendo atacada por um dragão e Kobolds.

Os aventureiros enfrentaram o perigo em mais uma batalha sangrenta, salvaram uma família da cidade sendo perseguida por Kobolds e, de repente, avistaram o Dragão Azul adulto que atacou a cidade. Neste momento os guerreiros estão abismados com tamanha beleza, ferocidade e temor causados pela criatura, porém são destemidos e farão o possível para salvar suas vidas e a dos cidadãos de Grenest da ameaça.

#1aSessão #Origem #RegistrosDeCampanha #TheSoulforged

Intrusos Inesperados

Leosin Erlanthar preso no acampamento do Culto do Dragão.

Após uma dura batalha contra um grande bando de mercenários, o time decide se disfarçar de acólitos de Tiamat para se infiltrar no acampamento inimigo. Æron e Shazi decidem se voluntariar, para a invasão.

Obviamente, foram obrigados a deixar a maior parte de seus equipamentos para trás, ficando assim, completamente vulneráveis.

Fægriel estende a mão a Æron, oferecendo sua adaga.

Hürik surge cambaleando por entre as pedras, retornando de batalhas anteriores, com seus ferimentos curados e astral elevado. Æron conta a Hürik o plano pensado pelo grupo e pede para Hürik contar sobre os costumes e história dos acólitos de Tiamat, para poder incorporar seu disfarce. No entanto, Hürik confunde a história dos acólitos com as histórias que seu pai contava sobre os bardos alcoólatras, e Shazi reforça as ideias de Hürik, pois havia matado todas as aulas sobre teologia para beber hidromel com os amigos em sua tribo.

Enquanto o grupo debate as estratégias de invasão, Æron questiona sobre o motivo de receber a adaga de Fægriel, que faz uma afirmação cheia de suspense:

— Assim saberei se vocês estiverem em perigo.

Shazi e Æron entram disfarçados no acampamento, que está abarrotado de inimigos. Enquanto isso, Fægriel, Hürik e Badhor circundam as barrancas escorregadias em busca de pontos fracos da fortaleza de pedra.

A situação dentro do acampamento ficava cada vez mais tensa, devido as constantes suspeitas que pairavam sobre a dupla, o trio que estava à espreita do lado de fora, tentava articular planos de fuga ou invasão, caso a situação lá dentro saísse do controle.

Após serem confrontados fortemente por um meio-dragão que liderava o acampamento (com direito a tapa na cara), a dupla se manteve firme e conseguiu ganhar alguma credibilidade com a entrega da carta de Leosin Erlanthar e contar sobre o sonho de Æron.

Ao mesmo tempo, a turma do lado de fora avista uma entrada na pedreira que aparentava ser uma caverna, na qual ocorria um movimento intenso de inimigos. Logo uma dúvida inquieta a todos: “Seria ali um ninho de dragões?”

Após mais uma vez terem que dolorosamente provar sua lealdade ao culto, durante um ritual. Um sacerdote revela que a Æron que o ovo de dragão, simboliza o retorno iminente de Tiamat, o que só aumenta a angústia.

A dupla decide então mapear o acampamento e ver o que mais podem descobrir. Ao se aproximarem do ponto onde seus amigos espreitavam conseguem ser contactados e entender suas posições, o que favorece a elaboração de um plano, ainda que sem comunicação, melhor.

Tão logo quando notados Æron e Shazi são ordenados pela guarde de elite a se afastarem da caverna, pela autoridade de Rezmir.

Notam ao caminhar, um ponto do acampamento onde aparentemente há um prisioneiro. Em choque, percebem se tratar de Leosin Erlanthar e não hesitam em combinar um plano de resgate, que é ouvido por Fægriel através de sua adaga.

Duas distrações simultâneas são realizadas em locais diferentes do acampamento. Uma tempestade conjurada por Hürik em uma das torres de guarda e um encantamento lançado por Æron em outro local para causar alvoroço. A confusão funciona e as forças inimigas se afastam, possibilitando o resgate, que é frustrado pelas intenções nada obvias de Leosin Erlanthar, que alega estar preso por vontade própria.

Isso somado a completa impossibilidade de invasão da caverna, faz com que todos consigam escapar ilesos, levando consigo nada além de informações reveladoras.

#Acampamento #CultoDoDragão #OvosDeDragão #RegistrosDeCampanha #TheSoulforged #Tiamat

O Duelo por Grenest

Meio-dragão que desafiou o campeão de Grenest

A terrível noite nunca terminava — uma ameaça após a outra.
Os Alma-Forjados estavam exaustos!

Numa tentativa final de intimidação o inimigo envia um campeão meio-dragão vermelho para os desafiar. Fægriel aceita o embate e ambos consentem em realizar um duelo mano-a-mano até o fim, o vencedor teria o destino de Grenest em suas mãos.

Antes do combate Fægriel avista uma sombra imponente, como se estivesse observando tudo aquilo de longe, seria um próximo inimigo e o meio-dragão vermelho estava mentindo sobre o duelo?
O combate começa e Fægriel logo percebe que não pode deixar a criatura lhe alcançar, pois numa simples rajada de fogo o inimigo mostrou seu poder destrutivo, Fægriel ativa seus instintos furtivos, e com uma ajuda mágica das mãos de Æron que lançou uma magia que aumenta substancialmente sua velocidade e luta seriamente com instinto assassino.

O Campeão inimigo tentava sua aproximação, mas logo foi impedido por uma cortina de fumaça, e sempre que tentava se aproximar era alvejado por tiros precisos vindo do arco de Fægriel.
Se movendo rápido como o vento, logo uma rajada de tiros do arco de Fægriel acertaram criticamente o inimigo, pondo-o de joelhos e tão logo recebera um tiro de misericórdia e tombara com sua face contra o chão, morto!

Após a batalha, Fægriel traz a cabeça de seu oponente e o apresenta ao exército inimigo, a promessa do campeão meio-dragão se mostra verdadeira, e os bandos que saqueavam e desmantelavam a cidade logo se retiraram, porém, aquela sombra distante agora está mais perto do forte.

Um grande guerreiro com uma poderosa lança sanguinária se aproxima de Fægriel, que logo o reconhece, era Elam Badhor, um Cavaleiro que o salvou de ser executado uma vez, Badhor parecia amigável e poderia se mostrar um aliado poderoso ao integrar os Alma-Forjados. Voltando ao forte o guerreiro poderoso se apresenta ao restante do grupo e confessa sua traição à cavalaria que antes servia devido à deturpação de seus princípios, Badhor o Cavaleiro então solitário se juntaria ao grupo.

O governador de Grenest presenteia seus heróis com poções de cura e oferece abrigo seguro e tratamento para que fosse possível todos se recuperarem.

Na manhã seguinte, durante uma conversa com o governador e inquirindo alguns líderes da cidade, o grupo é interrompido por um discípulo do monge Leosin, e com sua explicação fica claro o interesse dos inimigos ao sequestrar o Monge.
Sem dúvida alguma da direção que deve tomar, o grupo agora com a adição de Badhor começa a seguir a trilha dos saqueadores, esperando que aquilo os leve ao esconderijo dos ovos de dragões.*

A trilha leva a uma passagem estreita, não sendo possível continuar com a montaria. Sem nenhum perigo aparente, encontram um grupo de retardatários, membros dos saqueadores dormindo em um acampamento mal improvisado. Sem chances de defesa todos inimigos são mortos ainda em seus leitos.

Logo tiveram uma ideia, vestir Shazi com as vestimentas de um acólito do culto de Tiamat, para tomar a frente da marcha e seguir a trilha disfarçado como informante.

Ao seguir no caminho buscando a base inimiga, Shazi ouve uma voz vindo das árvores que estavam na trilha “Ei, você! Estamos aqui, venha!”, era um posto de retaguarda camuflado do inimigo.
Shazi vai até o posto e logo começa a ser interrogado, as perguntas dos guardas o deixa em cheque, sem saída, Shazi se inspira e faz um discurso sobre serventia a Deusa Tiamat e ódio aos preguiçosos que a serviam, com isso convence os inimigos que está do lado deles, porém, não teve tempo de alertar seus companheiros sobre a emboscada.
Cerca de vinte inimigos pegam Æron, Fægriel e Badhor desprevenidos, os três companheiros estão cercados, era o fim. Um inimigo se destaca em meio aos demais, outro meio-dragão Vermelho liderava a retaguarda, uma suplica de Shazi a Silvanus pedindo por seus companheiros chega pelos ventos e clareia a mente de Æron, que lança um feitiço de encantamento no líder da retaguarda e o convence que o grupo não era uma ameaça e que deveriam os deixar passar.
O líder da retaguarda pede para que os demais os deixem passar, e assim que ganham uma distância segura, Æron conjura uma bola de fogo nos inimigos, matando vários e deixando o restante ferido e enfurecido.
As habilidades dos três combinadas enfraquecem os inimigos e logo a mesa vira, são os Alma-forjados que dominam a situação.
Æron com sua Espada-da-lua, conjura truques e magias devastadoras. Badhor mostra que não veio para brincar, sozinho defende grandes e poderosos golpes vindo do meio-dragão. Fægriel sempre certeiro derrubando inimigos com seus tiros fatais. E logo Shazi os alcança e segura parte dos inimigos não os deixando avançar com uma conjuração de dois ursos-marrons. O último inimigo é alvejado pelo grupo e finalmente vai ao chão.

Mais uma conquista dos Alma-forjados, mas o que os espera mais à frente?

#Duelo #Grenest #MeioDragão #RegistrosDeCampanha #TheSoulforged

O Último Recurso: Veias Negras da Morte!

Mago utilizando técnica de drenagem de sua vitalidade

Shazi e Hürik são levados à enfermaria.
Nosso elfo da floresta consegue auxiliar os curandeiros locais sobre o que se deve ser feito para que haja alguma esperança de curar seu olho, com maestria e um pouco de sorte, conseguem estabilizar sua visão, porém, ele precisará de um tempo com o olho vendado para que o procedimento seja eficiente.

O grupo recebe uma informação, moradores estão cercados numa igreja local, sem chance de fugir, logo estarão mortos. Saindo por uma passagem secreta nos esgotos, Fegriel e Aeron abrem caminho para resgatar os civis, enfrentam alguns kobolds que nem perceberam o lugar da onde a morte chegou para os buscar. Shazi se junta aos dois, Hürik fica na enfermaria e não consegue acompanhar, furtivamente tentam chegar até o muro de trás do templo. Mais uma vez, os inimigos não viram de onde veio a morte, os que estavam rondando a parte de trás do templo caem no chão sem chances de defesa.

O resgate é realizado com sucesso, logo os heróis levam os civis até o forte para conseguir refúgio.
Porém ao chegar com os refugiados no último local guarnecido de defesa da cidade, a esperança do povo começa a se esvair. Aquele lugar não era mais seguro, nenhum mais era, às muralhas malditos kobolds e mercenários, e pelo ar o temível dragão azul.

Mal tiveram tempo de acomodar as pessoas resgatadas do templo, o inimigo tenta invadir o local!
Com dois voos rasantes o dragão azul elimina mais da metade dos guardas da cidade. Sem outra opção, mesmo parecendo loucura, nossos heróis atacam sem hesitar a criatura alada!

Flechas e raios mágicos são direcionados à criatura que não esperava tal reação contra si, logo então é ferida pelos heróis. Como não esperava por uma reação tão incisiva e confuso como criaturas tão insignificantes poderiam sonhar em ameaçá-lo, o dragão decide que não vale a pena prolongar esse combate, o principal objetivo já estava assegurado.

Kobolds e mercenários começam uma invasão.

Com metade dos guardas abatidos e Hürik na enfermaria, os heróis precisavam dar mais do que tudo de si, aquele parecia ser o último embate.

Aeron e Fegriel defendem a entrada norte da fortaleza que teve um de seus portões destruídos, Shazi tenta conter ao sul inimigos que adentraram no local escalando a muralha. Shazi que estava sem a visão de um olho é ferido no ombro e tem seu braço parcialmente paralisado, mesmo assim não parou e avançou nos inimigos que invadiram o local.

No portão norte Aeron e Fegriel conseguem avançar e empurrar os inimigos de volta para fora do local, sem tempo para comemorar, Aeron começa reparar o portão e Fegriel vai ajudar Shazi a finalizar a invasão do lado sul do forte. Os últimos invasores são executados, e quando uma finalmente parecia ter uma luz, Aeron avisa:

— MAIS MERCENÁRIOS ESTÃO TENTANDO INVADIR PELO PORTÃO!

Fegriel corre para dar suporte ao seu companheiro, eram muitos os inimigos e poderosos. Aeron e Shazi já nos seus limites para lançar magias, usam suas energias vitais para defender o local, veias negras e uma feição cadavérica estampam seus rostos, o sacrifício teve uma resposta, duas enormes bolas de fogo e dois ursos marrons aparecem, e junto à Fegriel conseguem finalizar os inimigos. A terrível noite nunca terminava, uma ameaça após a outra…

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O Sacrifício de Shazi

Dragão Azul atacando suas vitimas.

Os aventureiros se veem no meio de Grenest sendo destruída por kobolds, mercenários, cultistas e um Dragão Azul e têm uma tarefa muito importante pela frente, resgatar os cidadãos e levá-los para um lugar seguro.

Ao explorar a cidade encontram uma família com duas crianças sendo saqueada, nossos aventureiros prontamente engajam no combate com os inimigos e felizmente todos os aliados saem sem maiores ferimentos, auxiliam também alguns soldados na luta, porém parece impossível a vitória então precisam se refugiar. Os sobreviventes ainda muito assustados avisam sobre o Forte ao leste da cidade, o grupo entende que lá é a melhor chance contra um Dragão Azul adulto, a maior ameaça identificada até o momento, então todos seguem atentos em direção ao Forte. Aeron sede seu cavalo para a mãe com as crianças, dessa forma ficam mais seguros com Nahar para tirá-los de perigo caso necessário.

Justo quando as crianças já estavam se acalmando, são atacados por kobolds e percebem um grande grupo inimigo vindo pela retaguarda. Shazi decide ficar para trás e ganhar tempo para os demais, uma ação desesperada porém necessária; Segue ao encontro deles dizendo:

— Esses cultistas vão experimentar meu poder!

O restante consegue conter a investida dos kobolds, utilizando-se dos ataques rápidos e precisos de Fegriel, que estava confiante, segundo suas próprias palavras:

— Esses kobolds já estão mortos!

Contavam também com a resiliência anã perfeitamente representada por Hürik, agora sim os sobreviventes puderam seguir em direção ao forte escoltados pelos soldados aliados.

O grupo inimigo vindo pela retaguarda consegue ver apenas dois ursos pardos e um elfo como oponentes e já começam a debochar do massacre prestes a acontecer, quando um deles falou:

— Mais orelhas pontudas para minha coleção! Há! Há! Há!

Contudo eles não contavam com o tamanho poder de Shazi que consegue derrubar vários inimigos com sua magia, mesmo os cultistas mais experientes não conseguiriam estar preparados para isso, porém a desvantagem numérica é um diferencial importante nesse momento, Shazi acaba cercado pelo exército e agora já sem muitas opções sucumbe aos poucos. Nos momentos de maior dificuldade são quando nossos heróis mostram seu valor, jamais deixariam um aliado para trás e, mesmo que não consigam salvar seu amigo, com certeza irão vingá-lo, então Fegriel e Hürik voltam cuidadosamente para ajudar Shazi, enquanto se posicionavam buscando a melhor maneira de engajar, Aeron chega proferindo em élfico:

Is e ball teine ​​​​a th’ annam agus bidh an teas a’ marbhadh!

Ao lançar uma bola de fogo imprudentemente, é efetivo contra os inimigos, porém, também acerta o Shazi que acaba gravemente ferido e cai.

Shazi já sem muitas esperanças tenta seu último ataque para levar o maior número de inimigos possível, consegue ainda assim eliminar mais alguns deles, no entanto não foi o suficiente, Fegriel em uma atitude desesperada se joga à frente dos ataques direcionados ao Shazi servindo como escudo, demonstrando verdadeiramente o espírito de luta e companheirismo dos Alma-forjados, o restante do grupo faz o máximo possível para finalizar os oponentes até finalmente, conter o ataque. Nesse embate sangrento, Hürik também acaba gravemente ferido e agora temos a real noção do quão perigosos são os inimigos que nosso grupo enfrenta. Hürik, rapidamente, começa a tratar os ferimentos dele próprio, do Shazi e Fegriel enquanto relata sobre a experiência anã nessa área:

— Os anões sabem tratar muito bem os ferimentos, sempre iniciamos com uma garrafa de hidromel, é muito eficiente!

Em paralelo, Aeron corre preocupado com o grupo de sobreviventes fugindo para o Forte. No caminho, Aeron encontra alguns kobolds caídos e percebe que está sendo seguido, aperta o passo ainda mais aflito, ouve gritos e choro de crianças e já espera pelo pior, encontra então o grupo sendo atacado por mercenários e cultistas fortemente armados, Aeron avança com todos seus recursos disponíveis em defesa dos sobreviventes, conseguem vencer a luta, mas acaba com grandes perdas, alguns soldados e o pai das crianças não aguentam os ferimentos e morrem em combate.

O grupo finalmente chega ao Forte, onde conseguem um pouco de alento. Shazi e Hürik ainda gravemente feridos precisam de cuidados médicos mais específicos no local, enquanto o restante do grupo se atualiza sobre a situação do combate com o Castelão responsável que diz:

— A situação não é nada boa, estamos cercados e ainda tem esse dragão sobrevoando nossas cabeças!

Difícil ter alguma esperança nesse cenário, todos estão desolados!

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