Inédita, exposição do projeto Pular N’Água entra em cartaz no Centro Histórico de São Luís

A estreia do projeto Pular N’Água se tornou um grande sucesso: após uma grande fase de experiências artísticas realizadas nas cidades de São Luís e Alcântara, no Maranhão, ao propor um mergulho e um trânsito cultural entre artistas nacionais e maranhenses, o projeto conta com uma exposição inédita no Chão SLZ – rua do Giz, nº 167, no Centro Histórico de São Luís.

A abertura da exposição foi no último dia 26, e reuniu dezenas de visitantes, que puderam prestigiar o resultado do processo artístico proposto na residência feita nas duas cidades.

Um mergulho nas vivências dos encontros realizados por meio de oficinas e intervenções artísticas, a mostra conta com produções – algumas inéditas – de Sophia Pinheiro (GO), Romildo Rocha (MA), Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ) em destaque.

A visitação pode ser feita até 30 de novembro de 2024, de terça-feira a sábado, sempre das 15h às 20h, com entrada gratuita e aberta a todos os públicos.

Projeto Pular N’Água

O Pular N’Água realizou diversas ações nas duas cidades, como oficinas e residências artísticas, que ocorreram, paralelamente, tanto em São Luís quanto em Alcântara. Além do Chão SLZ (na capital maranhense), no município de Alcântara as atividades foram realizadas no Museu de Alcântara, na praça da Matriz, no Centro da cidade; e também no Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua, na Estrada de Pinheiro.

Durante o projeto, os artistas locais atuaram como anfitriões nas ações, apresentando referências e expressões culturais locais a todos os participantes do programa, potencializando o intercâmbio. Ou seja, uma forma de fortalecer a construção de redes colaborativas entre instituições, artistas e comunidade, reforçando a valorização de conhecimentos, práticas e saberes locais do território maranhense.

https://mauricioaraya.com/2024/10/24/projeto-pular-nagua-promove-mergulho-artistico-em-cidades-do-maranhao/

Com a promoção de ações educativas e artísticas que valorizam a cultura maranhense e viabilizam encontros e intercâmbios com agentes da cultura nacional, o projeto Pular N’Água possibilita que o público possa compartilhar a História, conquistas, traumas, tradições, saberes ancestrais e muitas celebrações.

O projeto Pular N’Água tem patrocínio do Banco do Nordeste Cultural, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com produção geral do Chão SLZ e da Organik Produções, conta com concepção e curadoria de Paula Signorelli e Samantha Moreira, além de produção executiva da Mariana Cronemberger e apoio da Casa do Sereio, Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua e Museu de Alcântara.

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Projeto Pular N’Água promove mergulho artístico em cidades do Maranhão

Com oficinas e residências artísticas, projeto realiza diversas atividades nas cidades de São Luís e Alcântara neste mês de outubro.

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“Foi um grande momento de troca. Uma experiência muito impactante. Saí muito transformada com essa troca nas comunidades e aprendi muito com as mulheres quilombolas, principalmente em relação à técnica delas de cerâmica e conhecer seus quintais, seus cotidianos. Muito importante a experiência com essas mulheres, em poder ouvir, escutar sobre suas vidas e suas tradições”, destaca a artista goiana Sophia Pinheiro, uma das residentes do projeto Pular N’Água, sobre sua experiência no município de Alcântara, com a realização de oficinas e residência artística.

O projeto, que propõe um mergulho e um trânsito artístico entre artistas nacionais e maranhenses, e é realizado em São Luís e Alcântara ao longo deste mês de outubro, tem patrocínio do Banco do Nordeste Cultural, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com produção geral do Chão SLZ e da Organik Produções, conta com concepção e curadoria de Paula Signorelli e Samantha Moreira, além de produção executiva da Mariana Cronemberger e apoio da Casa do Sereio, Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua e Museu de Alcântara.

A estreia do projeto no Maranhão ocorreu na capital maranhense no último dia 19 de outubro, com a realização de uma oficina gratuita de Escrita Criativa com Geovani Martins, do Rio de Janeiro, no Chão SLZ – a segunda etapa da ação ocorre no dia 26 de outubro, das 15h às 17h (inscrições já encerradas).

https://mauricioaraya.com/2024/10/17/com-residencia-artistica-oficinas-e-exposicao-projeto-pular-nagua-estreia-no-maranhao/

A partir de alguns contos do livro O Sol na Cabeça, de Geovani Martins, a oficina propôs ao público um espaço dedicado à escrita criativa, com foco em destacar os principais fundamentos do texto literário: o argumento, a estrutura e a linguagem – além de investigar os caminhos possíveis para escrever uma história.

Em Alcântara, a artista goiana Sophia Pinheiro apresentou uma oficina artística com ênfase na troca de práticas artísticas, pedagógicas e saberes ancestrais junto às ceramistas da comunidade de Itamatatiua, entre os dias 21 e 22 de outubro.

“Foi minha primeira vez no Maranhão, e minha primeira vez no Quilombo aqui no Maranhão. De cara, pude ouvir e participar dessas trocas para compreender o que estas mulheres quilombolas, de povos indígenas, fazem de diferente, para ver e aprender suas técnicas, e também ver algumas coisas que elas não sabiam. Ofereci uma oficina de pigmentos naturais, de como pintar a cerâmica, com reaproveitamento do próprio barro que elas têm lá. (…) E baseado também no meu trabalho, na minha investigação artística com as máscaras, eu propus para elas pensar máscaras que tenham a ver com elas e se tornou um lugar de força, de autocuidado e de proteção também. Foi uma experiência muito linda e única”, comemorou Sophia Pinheiro sobre o sucesso da oficina.

Êxito também registrado na oficina de Poesia/Escrever a Paisagem, também ofertada para os moradores de Alcântara – desta vez, pelo escritor maranhense Josoaldo Lima Rêgo, no dia 23.

A oficina visou a construção de um espaço de criação baseado na escrita e na observação dos lugares e da paisagem de Alcântara. Durante as quatro horas de encontro, que realizado no Museu de Alcântara e em caminhadas no seu entorno, os poemas de Maria Firmina dos Reis (Itaculumim) e Manuel Bandeira (A Onda) se tornaram os guias – e o elo – entre Josoaldo Lima Rêgo e o público para pensar o poema e a cidade.

Curadora e coordenadora geral do projeto, Paula Signorelli avalia que as oficinas e experiências artísticas oferecidas em São Luís e Alcântara foram muito importantes para o fortalecimento da troca de saberes e para a construção de novos ambientes artísticos.

“A troca não se dá de forma única, mas é construída ao longo do tempo, que também nos aguçou a pensar nesse projeto enquanto residência artística. E junto às artes visuais, temos também a poesia, com escritores do Maranhão e do Rio de Janeiro, para justamente pensar a partir das palavras e no âmbito poético para pensar o lugar que se habita e o lugar que se está, que se circula”, ressaltou Paula Signorelli.

Exposição

Além da residência artística e das oficinas, o Pular N’Água também contará com uma exposição inédita em sua programação. A ação, no caso, é resultado do processo artístico proposto na residência em São Luís e Alcântara, um mergulho nas vivências artísticas dos encontros realizados por meio das demais ações.

A exposição estreia neste sábado, 26 de outubro, a partir das 19h, no Chão SLZ, com uma roda de conversa entre os artistas participantes, curadoria e produção – a visitação poderá ser feita no período de 28 de outubro a 30 de novembro. Produções de Sophia Pinheiro (GO), Romildo Rocha (MA), Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ) estarão em destaque na exposição.

Durante a cerimônia de abertura, será realizada, também, uma roda de conversa com todos os residentes, além da presença da curadoria e da equipe de produção do projeto. As atividades são gratuitas e contarão com intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

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Com residência artística, oficinas e exposição, projeto Pular N’Água estreia no Maranhão

Ação, que combina artes visuais e literatura, passará por São Luís e Alcântara e terá três oficinas e uma exposição.

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Com residência artística, oficinas e exposição, projeto Pular N’Água estreia no Maranhão

Neste mês de outubro, o Maranhão contará com a realização de uma ação cultural especial voltada para a combinação entre as artes visuais e a literatura. O projeto Pular N’Água, que propõe um mergulho e um trânsito artístico entre artistas nacionais e maranhenses, será realizado em São Luís e Alcântara. A estreia será neste sábado, 19 de outubro, no Chão SLZ, na rua do Giz, nº 167, no Centro Histórico da capital.

O Pular N’Água realizará diversas ações nas duas cidades, como oficinas, residências artísticas e uma exposição, que ocorrerão, paralelamente, tanto em São Luís quanto em Alcântara. Além do Chão SLZ (em São Luís), em Alcântara, as atividades serão realizadas no Museu de Alcântara, localizado na praça da Matriz, no Centro da cidade; e também no Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua, na Estrada de Pinheiro.

O corpo de residentes é formado por um artista visual e um escritor brasileiros, convidados a viajarem para o Maranhão, além de um artista e um escritor residente do território maranhense. São eles: Sophia Pinheiro (GO) e Romildo Rocha (MA), ambos artistas visuais; e Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ), ambos escritores.

Sophia Pinheiro, Romildo Rocha, Josoaldo Lima Rêgo e Geovani Martins participam do projeto Pular N’Água

Durante o projeto, os artistas locais participam das ações também como anfitriões, apresentando referências e expressões culturais locais a todos os participantes do programa, potencializando o intercâmbio. Ou seja, uma forma de fortalecer a construção de redes colaborativas entre instituições, artistas e comunidade, potencializando a valorização de conhecimentos, práticas e saberes locais do território maranhense.

Com a promoção de ações educativas e artísticas que valorizam a cultura maranhense e viabilizam encontros e intercâmbios com agentes da cultura nacional, o projeto Pular N’Água possibilita que o público possa compartilhar a História, conquistas, traumas, tradições, saberes ancestrais e muitas celebrações.

Desta forma, as atividades buscam contemplar principalmente a população maranhense, tanto artistas como comunidades, mas também criar pontes com novos criadores, artistas e autores brasileiros de uma nova geração, cujas pesquisas e práticas criativas poderão ser conhecidas e repercutidas pelos artistas locais.

O projeto Pular N’Água tem patrocínio do Banco do Nordeste Cultural, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com concepção e produção geral do Chão SLZ e da Organik Produções, o projeto conta com curadoria e coordenação geral de Paula Signorelli e Samantha Moreira, além de produção executiva da Mariana Cronemberger e apoio da Casa do Sereio, Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua, Museu de Alcântara e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Oficinas gratuitas

Uma das principais atividades do projeto em sua passagem pelo Maranhão será a realização de três oficinas gratuitas oferecidas ao público em geral. A primeira delas será a de Escrita Criativa, com Geovani Martins, que ocorrerá no Chão SLZ, nos dias 19 e 26 de outubro (sábados), das 15h às 17h (as inscrições estão encerradas).

A oficina propõe um espaço dedicado à escrita criativa ao longo de dois encontros e focará em destacar os principais fundamentos do texto literário: o argumento, a estrutura e a linguagem. A partir de alguns contos do livro O Sol na Cabeça, de Geovani Martins, serão investigados caminhos possíveis para escrever uma história.

Já no dia 23 de outubro (quarta-feira), das 17h às 21h, o escritor maranhense Josoaldo Lima Rêgo oferece a oficina de Poesia/Escrever a Paisagem para o público de Alcântara – as inscrições são gratuitas, e ocorrem pela internet.

A oficina propõe construir um espaço de criação baseado na escrita e na observação dos lugares e da paisagem de Alcântara. Nas quatro horas de encontro, que ocorrerão no Museu de Alcântara e em caminhadas no seu entorno, os poemas de Maria Firmina dos Reis (Itaculumim) e Manuel Bandeira (A Onda) serão os guias para pensar o poema e a cidade.

Também em Alcântara, a artista goiana Sophia Pinheiro apresentará uma oficina artística com ênfase na troca de práticas artísticas, pedagógicas e saberes ancestrais junto às ceramistas da comunidade de Itamatatiua.

A ação, prevista para 21 e 22 de outubro, é aberta ao público (sem inscrição) e será no Centro de Produção de Cerâmica de Itamatatiua. Durante os encontros, será proposta uma criação colaborativa de máscaras de barro, a partir das técnicas desenvolvidas pelas quilombolas, assim como a utilização de pigmentos naturais para tingir o barro, em um intercâmbio de saberes junto às mulheres indígenas Baniwa, mediado pela artista.

Exposição

Além da residência artística e das oficinas, o Pular N’Água também contará com uma exposição inédita em sua programação. A ação, no caso, é resultado do processo artístico proposto na residência em São Luís e Alcântara, um mergulho nas vivências artísticas dos encontros realizados por meio das demais ações.

A exposição estreia no dia 26 de outubro, às 19h30, no Chão SLZ – a visitação poderá ser feita no período de 28 de outubro a 30 de novembro. Produções de Sophia Pinheiro (GO), Romildo Rocha (MA), Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ) estarão em destaque na exposição.

Residentes

Escritor e roteirista, Geovani Martins (Bangu/Rio de Janeiro, 1991) participou, em 2013 e 2015, das oficinas da Festa Literária das Periferias, a Flup. Seu primeiro livro, a coletânea de contos O Sol na Cabeça, foi vencedor do Prêmio Rio de Literatura (2019) e ganhou edições em 10 territórios pelo mundo. A coletânea de contos está sendo adaptada como série e ganhou edições em dez territórios, por casas prestigiosas como Farrar, Straus and Giroux, Faber & Faber, Gallimard, Suhrkamp e Mondadori. Seu segundo livro, Via Ápia, é o primeiro romance do autor, e conta a história de cinco jovens durante a chegada da UPP na Rocinha. O livro foi vencedor do prêmio APCA (2023) de melhor romance.

Sophia Pinheiro (Goiânia, 1990) é pensadora visual: professora, educadora popular, artista visual e cineasta. Doutora em Cinema e Audiovisual (PPGCine-UFF), mestre em Antropologia Social (PPGAS-UFG) e Licenciada e Bacharel em Artes Visuais (FAV-UFG), é professora Titular do Departamento de Cinema do Centro Universitário Armando Álvares Penteado (Faap) e uma das coordenadoras e conselheiras da Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas. Por meio de pinturas, desenhos, perfomances, fotografias e outros suportes audiovisuais, suas proposições artísticas confluem questões sobre mulheridades e ecologias, sendo atravessadas por seu ativismo feminista e em prol dos direitos indígenas. Desde 2015, desenvolve trabalhos de criação colaborativa junto a diferentes artistas indígenas a partir do cinema comunitário e oficinas de formação audiovisual e política, voltadas especialmente para mulheres indígenas.

Outros destaques da programação são a dupla de artistas maranhenses. Um deles é Josoaldo Lima Rêgo (Maranhão, 1979), geógrafo e poeta. Publicou os livros Paisagens Possíveis (2010), Variações do Mar (2012, finalista do Prêmio Jabuti), Máquina de Filmar (2014), Carcaça (2016, finalista do Prêmio Jabuti) e Sapé (2019), todos pela editora 7Letras. Participou das Coletâneas É Agora Como Nunca (organização de Adriana Calcanhotto, Companhia das Letras, 2017) e Antologia Poética (Revista Cult, organização de Alberto Pucheu, 2019). É professor universitário, com doutorado em Geografia pela Universidade de São Paulo e estágio no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Também integra o projeto o artista Romildo Rocha (Maranhão, 1989). Profundamente nordestino, o maranhense revela um Brasil pouco conhecido dos grandes centros em uma linguagem visual própria, manifesta em diferentes expressões artísticas. São xilogravuras (entalhes em madeira), pintura, desenho, aquarela e murais que revelam a magia escondida no cotidiano urbano e rural nordestino, memórias afetivas de um povo e o encanto da cultura popular do Maranhão. Após ganhar notoriedade no cenário do graffiti nacional, o trabalho do maranhense entra em uma nova fase que o torna tão singular: os detalhes das vivências no campo e na cidade; a subjetividade cultural e uma arte que carrega a singularidade e diversidade do povo nordestino.

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Inscrições para Oficina de Poesia/ Escrever a paisagem, com Josoaldo Lima Rêgo

A oficina propõe construir um espaço de criação baseado na escrita e na observação dos lugares e da paisagem de Alcântara. Nas 4 horas de encontro, que acontecerão no Museu de Alcântara e em caminhadas no seu entorno, os poemas de Maria Firmina dos Reis (Itaculumim) e Manuel Bandeira (A onda) serão os guias para pensar o poema e a cidade. Endereço: Museu de Alcântara - Praça da Matriz, n.07/15, Centro. Alcântara-MA. Horários: dia 23 de outubro, quarta-feira, das 17h às 21h ***** Preencha o formulário abaixo com seus dados para submeter sua inscrição. Não há necessidade de experiência prévia com escita. Vagas limitadas. Classificação indicativa 18 anos. ***** Qualquer dúvida entre em contato através de [email protected].

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