
O redesenho dos povos originários
Nair Tavares Milhem Ygnatios: Como a fome na infância tem efeitos sobre a saúde de pessoas idosas. Marta Antunes: População indígena brasileira cresce e se urbaniza, mostra relatório. Rebeca Freitas Lopes: Comunidades de povos originários ganham visibilidade no Piauí. Roberto Goulart Menezes: Os impactos da avaliação dos programas de pós-graduação do país. Otávio Cabral-Marques e Anny Silva Adri: Mapeamento de rede de genes reforça caráter sistêmico da depressão. Apresentação: Fabrício Marques Produção, roteiro e edição: Sarah Caravieri

Nair Tavares Milhem Ygnatios
Como a fome na infância tem efeitos sobre a saúde de pessoas idosas. Apresentação: Fabrício Marques Produção, roteiro e edição: Sarah Caravieri

O presidente do CNPq, Olival Freire Jr., faz um balanço dos 75 anos da agência
Em uma solenidade realizada em 23 de março no Teatro Nacional, em Brasília, pesquisadores e autoridades comemoraram os 75 anos de fundação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a principal agência federal de apoio à ciência. Com um orçamento de R$ 1,7 bilhão em 2026, o órgão tem cerca de 100 mil bolsistas ativos em todas as áreas do conhecimento – desde alunos de iniciação científica do ensino médio até lideranças de grupos de pesquisa. Ao longo de sua trajetória, já teve diferentes configurações. Criado em 1951, o CNPq tornou-se interlocutor de uma nascente comunidade científica e…

A propagação dos bioplásticos
Percia Paiva Barbosa: Escola cria base curricular para iniciação científica no ensino básico. Mariana da Silva Alves: Universidade desenvolve diferentes formulações de bioplásticos. Stelvio Mazza: Empresa utiliza mandioca como matéria-prima para embalagens. Marcel Botelho: Como as fundações estaduais de amparo à pesquisa se articulam. Filipe Lima: Estudo avalia método para diagnóstico precoce da hanseníase. Apresentação: Fabrício Marques Produção, roteiro e edição: Sarah Caravieri

É importante aproximar os formuladores de políticas públicas de quem as executa, diz pesquisadora
Conceito do campo da administração pública que surgiu nos Estados Unidos na década de 1960, a burocracia do nível de rua refere-se aos profissionais que atuam na linha de frente do serviço público, como policiais, assistentes sociais e enfermeiros. “Em geral, eles não gostam de ser chamados dessa forma. Isso porque a palavra ‘burocrata’ costuma ter uma conotação pejorativa e a expressão ‘nível de rua’ pode parecer uma desvalorização do trabalho que exercem”, conta a cientista política Gabriela Lotta, coordenadora do Núcleo de Estudos da Burocracia da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo.…