Reconocen en UAQ aportes a justicia social y derechos humanos

Sseguran que este tipo de coloquios inspiran y motivan a las nuevas generaciones de jóvenes a sumarse a la construcción de relaciones humanas incluyentes, saludables y solidarias.

Por Tomás Enríquez | Corresponsal                                                

Organizaciones reconocieron a académicos, activistas, funcionarios públicos y ciudadanos que participaron en coloquio en la Universidad Autónoma de Querétaro (UAQ) para analizar los avances en la agenda de justicia social, igualdad de género y la defensa de los derechos humanos.

“Contribuyen a la prevención de las violencias, además de fortalecer la vinculación y las alianzas en torno a los estudios sobre los hombres como sujetos de género y las masculinidades en relación a otras luchas sociales como los feminismos, la diversidad sexual”, dijo uno de los participantes.

Así como estudiantes universitarios que asistieron a las diferentes ponencias y talleres, coincidieron en que además del conocimiento, análisis y la vinculación local, nacional e internacional que genera el  dicho coloquio internacional. –sn–

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Sobre #masculinidades?

Existe alguma relação entre masculinidade e a imagem de São Jorge, no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro?

#Saulala

En nuestra librería, el #ensayo sobre #patriarcado y #masculinidades "Tipos duros", de la activista #transfeminista bell hooks https://viruseditorial.net/libreria/tipos-duros/
Posgrado “Masculinidades incomodadas actuales” – Sitio Oficial Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional de Tucumán

Grupo abierto de masculinidades

Para cualquier persona atravesada por la masculinidad con interés en explorar, compartir y trabajar.

🗓️ Viernes 20 de Marzo - 19h
📍 CS La Cheli - C/ Iglesia 12, Madrid - <M> Marqués de Vadillo

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Que corpos contam? - Texto 1: A fábrica da masculinidade

Como a masculinidade hegemónica produz os corpos que contam

A masculinidade hegemónica não descreve um tipo de homem. Descreve uma máquina. Um regime de produção que decide, em cada contexto, que corpos são reconhecidos como legítimos, que vidas merecem protecção e que existências podem aparecer no espaço público sem risco de violência. Compreender isto — que a masculinidade dominante não é uma identidade mas um aparelho — é o ponto de partida deste caderno.

Este texto abre o segundo caderno do Kuir Cuir. O primeiro percorreu a repressão e a resistência cuir do pós-guerra a Stonewall. Este segundo caderno, Que corpos contam?, propõe uma cuirografia de masculinidade e poder — uma escrita situada, politicamente comprometida, que interroga como a hegemonia masculina fabrica hierarquias entre corpos, entre vidas, entre formas de existir. Os textos que se seguem nasceram de um trabalho académico no âmbito de um mestrado em Estudos Interdisciplinares de Género e Sexualidade, mas precisavam de outra língua e de outra casa. A armadura institucional protegia o argumento e sufocava-o ao mesmo tempo. Este caderno é o gesto de o libertar — não para o simplificar, mas para o devolver ao lugar onde o pensamento respira melhor: nas margens.

Cada texto é acompanhado de uma secção de leituras que situa as referências mobilizadas; no final do caderno, uma bibliografia comentada reúne o conjunto das filiações intelectuais que sustentam esta cuirografia.

Fotografia de Julee Juu (2026) – Uso gratuito sob a Licença da Unsplash

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https://kuircuir.pt/que-corpos-contam-cuirografia-de-masculinidade-e-poder-texto-1-a-fabrica-da

Cinema: A tênue linha entre o fato e a fábula

Em A vida secreta de meus três homens, a história do avô, pai e padrinho da cineasta, vividos por atores, é o ponto de partida para escavar segredos e traçar um painel da brutalidade no Nordeste. O objetivo confesso: “fabular a partir dessas violências”

https://outraspalavras.net/poeticas/cinema-a-tenue-linha-entre-o-fato-e-a-fabula/