Maricá conquista dois primeiros lugares na segunda edição do Prêmio Bicicleta Brasil: Pedalando para o Trabalho e Vermelhinhas

A Prefeitura de Maricá, por meio da Empresa Pública de Transportes (EPT), recebeu na quarta-feira (25) o Prêmio Bicicleta Brasil 2025. A premiação promovida pelo Ministério das Cidades recebeu 435 inscrições nesta segunda edição. O reconhecimento às políticas de mobilidade da cidade ocorre poucos dias após o sistema gratuito de bicicletas compartilhadas – conhecidas como Vermelhinhas – completar cinco anos de funcionamento.

“A mobilidade precisa ser tratada como um direito. A integração entre o transporte de Tarifa Zero e a mobilidade ativa amplia o acesso da população à cidade. Os resultados mostram que políticas públicas bem estruturadas podem gerar impacto direto na vida das pessoas”, afirmou o presidente da EPT, Celso Haddad.

Maricá foi premiada em duas categorias e alcançou posições de destaque em outras duas. O projeto ‘Pedalando pro Trabalho’ conquistou o 1º lugar na categoria Cultura da Bicicleta, enquanto a iniciativa ‘Bike Saúde EPT: Transformando Mobilidade em Saúde Pública’ ficou em 3º lugar na categoria Saúde e Qualidade de Vida.

“Eu acompanho as experiências de bicicletas públicas aqui no Brasil. Junto de Fortaleza (CE) e Niterói (RJ), Maricá é exemplo de sucesso, pois está focada no bem estar das pessoas e não apenas como fonte de lucro. Manter o controle do sistema de bicicletas públicas como política municipal de mobilidade é o que faz a diferença quando se tem metas como reduzir poluição dos transportes, melhorar índices de diabetes e doenças do coração, zerar sinistros de trânsito e diminuir desigualdades sociais”, disse o criador do Jornal Bicicleta e colunista do Brasil de Fato, Rogério Viduedo.

Sistema de mobilidade conta com ônibus, vans e bicicleta na modalidade Tarifa Zero. Foto: Elson Campos/Prefeitura de Maricá

Atualmente, o município conta com 63 estações adultas e 10 infantis distribuídas pelos quatro distritos. A previsão é ampliar a rede para 70 estações adultas e 700 bicicletas, além de dez estações infantis com 100 unidades.

De acordo com a EPT, a meta é seguir expandindo o serviço, incluindo a implantação de bicicletas adaptadas para pessoas com deficiência e novas integrações com outras políticas públicas. As Vermelhinhas fazem parte do modelo de Tarifa Zero implantado em Maricá, que também inclui os ônibus Vermelhinhos e, mais recentemente, as vans municipais gratuitas, formando um sistema integrado de mobilidade que impacta diretamente a rotina e o orçamento das famílias.

(Brasil de Fato – RJ)

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Brasil e China confirmam construção da primeira fábrica de tratores para a agricultura familiar em Maricá, no Rio de Janeiro

https://fed.brid.gy/r/https://www.brasildefato.com.br/2026/03/06/brasil-e-china-confirmam-construcao-da-primeira-fabrica-de-tratores-para-a-agricultura-familiar-em-marica-no-rio-de-janeiro/

Atención perritas, gatitas y demás animalidades humanas transmaricabibollo. Posiblemente uno de los mejores programas de #TOFUria jamás emitidos. Lo furry es la nueva pluma  

https://radiomalva.org/2026/03/03/175-programa-tofurrya-2-marzo-2026/

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175 Programa TOFURRYA 2 Marzo 2026

Hoy en TOFUria! hacemos una aproximación a las animalidades humanas transmaricabibollo. Contamos con tres personas invitadas para ello que son therian, furry y puppy, que nos hablan de sus identida…

Ràdio Malva 104.9fm

Para ser eficiente, o SUS dos transportes precisa incluir a bicicleta, a genuína Tarifa Zero

Fico entusiasmado ao perceber que a adesão do presidente Lula ao projeto de Tarifa Zero para os transportes públicos, pode ser uma grande oportunidade para dar maior visibilidade ao Programa Bicicleta Brasil (PBB) que é gerido timidamente pela Secretaria de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. Nessa grande narrativa que embasa os argumentos de engenheiros, políticos e sociólogos defensores da Proposta de Emenda Constitucional 25/2023 que cria o Sistema Único de Mobilidade (SUM) e deve reordenar a gestão dos transportes urbanos das cidades concedendo a gratuidade da passagem de ônibus, metrô, trem e barco para a população, a inclusão da bicicleta soa para mim como pedra fundamental da eficiência desse novo sistema, já que, ao fazer as contas, quanto mais pessoas andando de bicicleta mais espaço sobra nos vagões e busões.

Aliás, como eu disse ao público presente no lançamento do livro Tarifa Zero, Embarque Nessa Ideia, do deputado federal Jilmar Tatto (PT), ocorrida no final do ano passado no Armazém do Campo, em São Paulo (SP), o transporte por bicicleta é genuinamente “0800”, um jargão que se refere à gratuidade de alguma coisa. É zero gasto com passagem e zero gasto com combustível fóssil. 

E vai mais além. Agora é comum o debate do free flow, termo para designar a cobrança de pedágio por quilômetros com chips e sensores instalados em carros e rodovias que dispensam praças de pedágio. Nessa discussão, só digo que a bicicleta é naturalmente fluida e, exceto se cair uma ponte ou a rua ficar alagada, vai ser sempre mais eficiente e mais rápida do que carros e motos em percursos de até três quilômetros. 

Isso sem falar da saúde que o uso habitual da bicicleta promove para quem a usa por pelo menos 30 minutos por semana. Uma pesquisa realizada com 45 mil dinamarqueses de idades entre 50 e 65 anos mostrou que o grupo que pedalava com frequência para o trabalho registrou entre 11% e 18% menos ataques cardíacos em um período de 20 anos de análise. E eu falo por mim mesmo. Aos 56 anos, minha pressão média é de 11/8 com batimentos cardíacos em torno de 80 por minuto, bem como índices de glicemia e colesterol dentro da normalidade. É muito benéfico, e eu sou apenas um bicicleteiro corriqueiro que só evita ultraprocessados e tenta ter uma alimentação mais natural dentro das possibilidades econômicas. 

Então, por que os estudos, pesquisas e material publicitário que vendem o SUS dos transportes e a Tarifa Zero  não incluem a bicicleta nesse reordenação do sistema de transportes urbanos de pessoas das cidades se ela deveria ser a principal opção para trabalhadoras e trabalhadoras saírem de casa e dirigirem-se para os pontos de ônibus e estações de trem, metrô e barcas? São vários os motivos e talvez o principal deles é a falta de incidência política no âmbito da Frente Parlamentar da Tarifa Zero que reúne parlamentares na Câmara dos Deputados favoráveis à ideia do SUM. As Ongs, cicloativistas e representantes do mercado e indústria deveriam melhorar a “incidência” e buzinar nas cabeças de deputados e deputadas os exemplos de políticas públicas de sucesso no incentivo do uso da bicicleta em cidades como Fortaleza (CE), Niterói e Maricá (RJ), que apostam vigorosamente na integração intermodal do transporte público com o transporte ativo bancando sistemas de bicicletas compartilhadas que ligam os bairros aos terminais de passageiros. 

Também vejo que faltam mais mulheres debatendo o tema. Essa área é muito masculinizada com a turma dos motoristas e engenheiros e precisa de mais olhar feminino, já que são elas que mais usam transporte público e as que mais têm aderido à agilidade (e risco) do mototaxi  pela grande relação do custo x benefício em que pedir uma moto por aplicativo custa o mesmo preço da passagem do ônibus e chega-se ao destino mais rápido e sem risco de assalto.

O assunto é denso e não podemos deixar escapar essa oportunidade. O pacto social que envolve a adoção dessa nova forma de pensar o transporte precisa incluir a bicicleta e também a caminhada, pois antes de mais nada, somos pedestres e precisamos de calçadas boas e acessíveis. Por isso, será o meu principal tema aqui neste espaço ao longo do ano. Se você quiser contribuir, escreva para o email jornalbicicleta (arroba) gmail.com ou deixe uma mensagem aqui pelo site. 

Crédito da foto: Divulgação Metrofor

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Bebê de 1 ano chega morta à UPA em Maricá; polícia investiga suspeita de violência sexual

https://fed.brid.gy/r/https://agendadopoder.com.br/bebe-de-1-ano-chega-morta-a-upa-em-marica-policia-investiga-suspeita-de-violencia-sexual/

Sobre a #UnidosdaPonte, acho que só verei o começo do desfile. São quase sete da manhã 😱.

Sobre o acidente no final da #UniãodeMaricá, foram três feridos: dois homens com ferimentos leves e um que teve uma fratura exposta na perna, ele está em cirurgia.

Estes homens eram da força da #Maricá.

#SérieOuro2026 #Sapucaí #Carnaval2026 #LigaRJ

A segunda alegoria da #UniãodeMaricá pegou fogo, já na dispersão, um susto. Tudo foi controlado e ninguém se acidentou.

Mais drama na dispersão, a última alegoria travou antes do portão fechar. Uma pessoa caiu e não se sabe o que aconteceu.

Eu estava tão confiante da vitória da #Maricá...

Conseguiram retirar a alegoria e há uma pessoa ferida mais gravemente entre quatro que estão com ferimentos mais leves.
Foi um homem que se acidentou e teve uma fratura exposta na perna.

As pessoas ficam perto do portão para fechá-lo, algo que não deve ser feito, pela segurança de todos.

#SérieOuro2026 #Sapucaí #Carnaval2026 #LigaRJ

A rica #UniãodeMaricá apresenta “Berenguendéns e Balangandãs”, enredo que retrata a joalheria negra no Brasil.

O desfile aborda os balangandãs como símbolos de fé, resistência e independência econômica das mulheres negras ao longo da história.

Um dos meus sambas favoritos da safra.

Teremos o brabo carnavalesco Leandro Vieira em dupla jornada, hoje na #Maricá e depois, na #Imperatriz cantando Ney Matogrosso.

#SérieOuro2026 #Sapucaí #Carnaval2026 #LigaRJ