O desencanto de Manuel Bandeira em Libras: uma leitura poética e sensível que reinventa a obra do poeta. Imperdível para quem ama poesia, arte e cultura surda — emociona e ensina. Assista e compartilhe! #Libras #ManuelBandeira #Poesia #Arte #CulturaSurda #Literatura #PoetryInSign
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O desencanto de Manuel Bandeira

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“Foi um grande momento de troca. Uma experiência muito impactante. Saí muito transformada com essa troca nas comunidades e aprendi muito com as mulheres quilombolas, principalmente em relação à técnica delas de cerâmica e conhecer seus quintais, seus cotidianos. Muito importante a experiência com essas mulheres, em poder ouvir, escutar sobre suas vidas e suas tradições”, destaca a artista goiana Sophia Pinheiro, uma das residentes do projeto Pular N’Água, sobre sua experiência no município de Alcântara, com a realização de oficinas e residência artística.

O projeto, que propõe um mergulho e um trânsito artístico entre artistas nacionais e maranhenses, e é realizado em São Luís e Alcântara ao longo deste mês de outubro, tem patrocínio do Banco do Nordeste Cultural, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com produção geral do Chão SLZ e da Organik Produções, conta com concepção e curadoria de Paula Signorelli e Samantha Moreira, além de produção executiva da Mariana Cronemberger e apoio da Casa do Sereio, Centro de Produção Cerâmica de Itamatatiua e Museu de Alcântara.

A estreia do projeto no Maranhão ocorreu na capital maranhense no último dia 19 de outubro, com a realização de uma oficina gratuita de Escrita Criativa com Geovani Martins, do Rio de Janeiro, no Chão SLZ – a segunda etapa da ação ocorre no dia 26 de outubro, das 15h às 17h (inscrições já encerradas).

https://mauricioaraya.com/2024/10/17/com-residencia-artistica-oficinas-e-exposicao-projeto-pular-nagua-estreia-no-maranhao/

A partir de alguns contos do livro O Sol na Cabeça, de Geovani Martins, a oficina propôs ao público um espaço dedicado à escrita criativa, com foco em destacar os principais fundamentos do texto literário: o argumento, a estrutura e a linguagem – além de investigar os caminhos possíveis para escrever uma história.

Em Alcântara, a artista goiana Sophia Pinheiro apresentou uma oficina artística com ênfase na troca de práticas artísticas, pedagógicas e saberes ancestrais junto às ceramistas da comunidade de Itamatatiua, entre os dias 21 e 22 de outubro.

“Foi minha primeira vez no Maranhão, e minha primeira vez no Quilombo aqui no Maranhão. De cara, pude ouvir e participar dessas trocas para compreender o que estas mulheres quilombolas, de povos indígenas, fazem de diferente, para ver e aprender suas técnicas, e também ver algumas coisas que elas não sabiam. Ofereci uma oficina de pigmentos naturais, de como pintar a cerâmica, com reaproveitamento do próprio barro que elas têm lá. (…) E baseado também no meu trabalho, na minha investigação artística com as máscaras, eu propus para elas pensar máscaras que tenham a ver com elas e se tornou um lugar de força, de autocuidado e de proteção também. Foi uma experiência muito linda e única”, comemorou Sophia Pinheiro sobre o sucesso da oficina.

Êxito também registrado na oficina de Poesia/Escrever a Paisagem, também ofertada para os moradores de Alcântara – desta vez, pelo escritor maranhense Josoaldo Lima Rêgo, no dia 23.

A oficina visou a construção de um espaço de criação baseado na escrita e na observação dos lugares e da paisagem de Alcântara. Durante as quatro horas de encontro, que realizado no Museu de Alcântara e em caminhadas no seu entorno, os poemas de Maria Firmina dos Reis (Itaculumim) e Manuel Bandeira (A Onda) se tornaram os guias – e o elo – entre Josoaldo Lima Rêgo e o público para pensar o poema e a cidade.

Curadora e coordenadora geral do projeto, Paula Signorelli avalia que as oficinas e experiências artísticas oferecidas em São Luís e Alcântara foram muito importantes para o fortalecimento da troca de saberes e para a construção de novos ambientes artísticos.

“A troca não se dá de forma única, mas é construída ao longo do tempo, que também nos aguçou a pensar nesse projeto enquanto residência artística. E junto às artes visuais, temos também a poesia, com escritores do Maranhão e do Rio de Janeiro, para justamente pensar a partir das palavras e no âmbito poético para pensar o lugar que se habita e o lugar que se está, que se circula”, ressaltou Paula Signorelli.

Exposição

Além da residência artística e das oficinas, o Pular N’Água também contará com uma exposição inédita em sua programação. A ação, no caso, é resultado do processo artístico proposto na residência em São Luís e Alcântara, um mergulho nas vivências artísticas dos encontros realizados por meio das demais ações.

A exposição estreia neste sábado, 26 de outubro, a partir das 19h, no Chão SLZ, com uma roda de conversa entre os artistas participantes, curadoria e produção – a visitação poderá ser feita no período de 28 de outubro a 30 de novembro. Produções de Sophia Pinheiro (GO), Romildo Rocha (MA), Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ) estarão em destaque na exposição.

Durante a cerimônia de abertura, será realizada, também, uma roda de conversa com todos os residentes, além da presença da curadoria e da equipe de produção do projeto. As atividades são gratuitas e contarão com intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

https://mauricioaraya.com/2024/10/24/projeto-pular-nagua-promove-mergulho-artistico-em-cidades-do-maranhao/

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Com residência artística, oficinas e exposição, projeto Pular N’Água estreia no Maranhão

Ação, que combina artes visuais e literatura, passará por São Luís e Alcântara e terá três oficinas e uma exposição.

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Esse poema foi escrito em 1947 e nunca foi tão atual. -
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