JPMorgan vê Bolsa brasileira “andando de lado” após rali e saída de capital estrangeiro
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Na cápsula do tempo, esta nação que vos fala deixa três objetivos: pau-brasil, um real e a ata do Copom. São seu retrato e drama; país extrativista e ávido por estabilidade. E, confessa, impotente: sabe dos males. Por que parece incapaz de rupturas?
Crônica: Carta do Brasil para si mesmo em 2101
Na cápsula do tempo, esta nação que vos fala deixa três símbolos: pau-brasil, um real e a ata do Copom. São seu retrato e drama; um país extrativista e ávido por estabilidade. Ele confessa, impotente, que sabe dos males. Por que parece incapaz de rupturas?https://outraspalavras.net/poeticas/cronica-carta-do-brasil-para-si-mesmo-em-2101/

Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso reforça ainda mais a financeirização do gasto público. Em 2025, o governo destinou 40% das despesas para o rentismo. Superávit só foi alcançado com a compressão de gastos sociais – e tendência é ampliar a meta até 2029
Orçamento 2027: a insistência pelo ajuste fiscal
Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso reforça ainda mais a financeirização do gasto público. Em 2025, o governo destinou 40% das despesas para o rentismo. Superávit só foi alcançado com a compressão de gastos sociais – e tendência é ampliar a meta até 2029https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/orcamento-2027-a-insistencia-pelo-ajuste-fiscal/
Durigan: ‘Não é verdade que os juros são altos no Brasil porque o governo gasta muito’
https://fed.brid.gy/r/https://iclnoticias.com.br/economia/durigan-nao-verdade-juros-governo/
Desenrola amplia acesso ao crédito para empresas em meio à alta inadimplência
https://fed.brid.gy/r/https://iclnoticias.com.br/economia/desenrola-credito-para-empresas/

Não será um pleito fácil e Desenrola 2 é insuficiente: governo deve mostrar que o andar de baixo tem prioridade no orçamento. Afinal, quando se gasta um trilhão ao ano com bilionários, por que não criar um grande programa que aplaque o endividamento da população?