Clube de Leitura - Primeiro Contato Sci-Fi

É necessário entrar em grupo de ZAP para maiores informações (não sei se será exclusivo para membros). Achei bem interessante por focar num gênero. Da lista, recomendo Clarke, Dick e Loyola:

- Fevereiro: A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê (Ian Fraser);
- Março: Devoradores de Estrelas (Andy Weir);
- Abril: Mar da Tranquilidade (Emily St. John Mandle);
- Maio: Salmo para um robô peregrino (Beck Chambers);
- Junho: Os funcionários (Olga Ravn);
- Julho: Encontro com o Rama (Arthur C. Clarke);
- Agosto: Tédio Terminal (Izumi Suzuki);
- Setembro: A Bibliotecária de Memórias (Janel Monet);
- Outubro: Fluam, minhas lágrimas, disse o policial (Philip K Dick);
- Novembro: Não Verás País nenhum (Ignácio de Loyola Brandão);
- Dezembro: será decidido em grupo;

https://www.youtube.com/watch?v=2s5wp-SoleM

Em 2014, participei de um Clube de Leitura no FB e foi uma experiência bem legal. À época, lemos: Wilde, Gaiman, King entre outros.

@livros

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CLUBE DE LEITURA 2026 | PRIMEIRO CONTATO SCIFI

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"LOYOLA BRANDÃO critica livro de García Márquez, mostra seus favoritos e diz qual obra jamais leria"

https://www.youtube.com/watch?v=7JHULXL1tHo

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LOYOLA BRANDÃO critica livro de García Márquez, mostra seus favoritos e diz qual obra jamais leria

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Para o #QuartaCapa cujo tema é "Livros em que doenças tem um papel central”, trago Veia bailarina (Ignácio de Loyola Brandão). Segundo o próprio autor, seu "livro de autoajuda". Foi escrito no contexto da descoberta, tratamento e cirurgia para operar um aneurisma cerebral. O relato autobiográfico traz memórias, reflexões e também ilustrações e fotos o tema: dados do prontuário, receitas, eletrocardiogramas, diagramas explicando a doença etc. Gosto muito dessas duas passagens:

p. 110: "Temos todos de participar da corrida, sendo que os vencedores se alternam em períodos cada vez mais curtos no pódio. Quem consegue eliminar a ansiedade por não estar no pódio; quem consegue simplesmente viver, tirar prazer e sentir alegria no estar vivo, encontrou o caminho. É excitante observar de fora. Estar à margem da neurose e da absoluta tensão. Não precisar provar nada, sustentar posições, não possuir montes de dinheiro, dispensar o status. Ganhar serenidade, atingir a felicidade relativa, uma vez que ela não existe absoluta".

p. 138: "Aonde foi aquele homem que queria viver aventuras? Não vivi nenhuma emocionante [...] Cada um vive sua aventura, desafia seus perigos ao seu modo , porque bem ou mal, consciente ou inconscientemente, desenvolvemos defesas e ataques, nosso modo de ser. Tudo o de que se necessita é um projeto, por menor que seja. Na verdade, não precisamos de muito na vida. Basta vivê-la sabendo olhar, desfrutar o momento, usufruir de cada coisa, mergulhar e não ficar à superfície dos amores, relações, crenças. Ficar ansioso pelo que seja de fato motivo para ansiedade. Não há tempo para se fazer isto? Não será feito, ou será feito o possível, dentro do limite. Há pessoas que rompem os limites? Há. Muitas. Que eu não fique angustiado por não ser uma. Não está em meu temperamento, não é do meu feitio. Não é conformismo nem acomodação, é suportar o real, não viver o imaginário. Quem está falando? Rompemos limites quando menos esperamos".

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Veia bailarina

Book - Veia bailarina

O título, tão sugestivo e poético, esconde uma ameaça terrível. Certa manhã, ao acordar, Ignácio de Loyola Brandão encaminha-se para a cozinha, quando o "c

Eggplant.place

Para o #QuartaCapa cujo tema é “ficção nacional contemporânea” trago "Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela", de Ignácio de Loyola Brandão. Publicado em 2018, uma distopia que conversa muito com o Brasil dos últimos anos e transforma em algo concreto a memética expressão "estocar vento".

Aliás, como é de costume do autor em suas distopias (sim, parece que ele finalmente parou de resistir e assumiu o rótulo), mescla muito notícias reais com pitadas de uma ficção absurda (ou não, dependendo do ponto em que chegamos):

"Uma coisa é segura, todos vivem à espera do que vai acontecer, sabendo que nunca acontecerá (p. 48)".

"Tem caras com seus cachimbinhos de crack, a cidade está cheia, espalharam-se, uma cracolândia universal. Aos gestores, ao longo de décadas, foi permitido pelo Ultrassuperior Tribunal passar com tratores em cima deles, os corpos viram uma pasta sanguinolenta, vêm caminhões-pipa com mangueiras poderosas, lavam a jato. Não acreditam? Esperem aqui comigo e verão". (p. 138).

#IgnacioDeLoyolaBrandao #Livros #LiteraturaBrasileira #Distopia #DestaTerraNadaVaiSobrar #Books


Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela

Book - Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela

Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela é o título do tão aguardado romance de Ignácio de Loyola Brandão. Seu romance anterior h

Eggplant.place

8/16. Marighella (2019)

O que mais me chamou atenção foi a transição de cenas. Seja com portas de casas, prédios ou carros. Sempre que um personagem abre ou fecha uma porta, corta a cena para outro fazendo o mesmo, dando uma continuidade no movimento.

Se em seu primeiro filme como #Diretor, #WagnerMoura já consegue dar estes toques, há potencial para projetos futuros.

Para quem leu #Zero, de #IgnácioDeLoyolaBrandão, verá em movimento e cores um pouco do que se passava nos #AnosDeChumbo.

@OsLivros_DeMaria

Vai ao encontro do que o #IgnácioDeLoyolaBrandão diz a respeito de seu novo livro: "Deus, o que quer de nós?"

Aos 00:03:22, Loyola diz:

"Se eu tivesse [ideia do que "Deus quer de nós"], eu estaria tranquilo hoje [...] vem gente que me diz que não acredita em Deus, mas eu acredito".

Achei interessante essa inversão. Sou ateu e, como fã do autor, estou curioso para ler.

#Podcast #PáginaCinco 135 – Ignácio de Loyola Brandão: Agora a distopia é real"

https://feeds.soundcloud.com/stream/1357955632-paginacinco-135-ignacio-de-loyola-brandao-agora-a-distopia-e-real.mp3#t=202