Marcas de corte em ossos de 1,6 milhão de anos no Quênia indicam que os primeiros humanos processavam carne de forma planejada, segundo estudo da Proceedings of the National Academy of Sciences. A pesquisa sugere que esses grupos desenvolviam estratégias consistentes para obtenção de alimento, nã...

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#arqueologia #historia #humanidade #cientifica #quenia

A erupção do supervulcão Toba, há 74 mil anos, é uma das mais devastadoras da história, levantando dúvidas sobre a sobrevivência humana. Estudos recentes mostram que, apesar das condições extremas, os humanos conseguiram se adaptar de forma notável.

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🔮Visão humanista e pé no chão.

O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um caminho que estamos construindo agora. Mais do que prever o que vem por aí, o desafio é decidir quais valores queremos levar na bagagem. Que a tecnologia seja a ferramenta, mas que a humanidade continue sendo o guia. 🌏🔭
O amanhã começa no "post" de hoje.
#Futuro #Future #Sociedade #Evolução #Reflexão #Humanidade
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Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (II): Coñecemento Operativo

No artigo anterior desta serie de tres, desenvolvín o concepto de Intelixencia Artesanal como unha alternativa de aprendizaxe que temos dispoñible e que precisamos recuperar. Neste tratarei a idea de Coñecemento Operativo, a cal pode perfectamente ir da man da primeira. Durante a charla-coloquio sobre "Aprendizaxe e Intelixencia Artificial", Laura Pérez trouxo sobre a mesa o concepto de Coñecemento Operativo nun intento de verbalizar as competencias mínimas que precisa calquera […]

https://blogs.amarinha.gal/lucia_ferro/2026/05/04/ideas-enxenosas-sobre-a-cultura-libre-ii-conecemento-operativo/

Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (I): Intelixencia Artesanal

Non quería que o coñecemento compartido do último mes ficase no aire ou estancado nun repositorio cheo de videos, por iso decidín crear un post con elo, porque cando repetimos o coñecemento pouco a pouco vaise convertendo en cultura xeral. Da intención dun artigo saíron tres que corresponden a tres conceptos os cales me foron resultando interesantes polo que expresan ou polo que sintetizan. A miúdo indignámonos pola ignorancia coa que se enfocan certos temas e a ética da […]

https://blogs.amarinha.gal/lucia_ferro/2026/04/22/ideas-enxenosas-sobre-a-cultura-libre-i-intelixencia-artesanal/

O Custo da Barbárie: O Futuro Mutilado pelas Ambições Geopolíticas


As consequências das guerras sempre deixam sequelas que jamais serão apagadas. Sabe-se que há uma grande devastação territorial que, por sua vez, é irrecuperável; não apenas pelo impacto ambiental causado pelos conflitos, mas pelo modo como todo um povo é atingido. Esse peso sobrecai na população, que se sente desabrigada e desolada, restando apenas o desamparo e a sensação de abandono ao ver os tratados que deveriam garantir a segurança internacional serem quebrados. É, acima de tudo, a dor de quem perde membros da família ou a dor de ter o próprio corpo mutilado por bombardeios.

Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.

A fotografia de Mahmoud Ajjour, tirada por Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025.

A guerra nunca foi a verdadeira solução para os problemas humanos, por mais que muitos tentem apontá-la como a “libertação” de um povo preso a determinado sistema. Olhando para a atualidade, em abril de 2026, vemos o conflito escalar no Irã com ataques diretos de Israel e dos Estados Unidos. Muitos enxergam apenas uma disputa pelo petróleo ou controle estratégico, mas é necessário discorrer também sobre as ideologias de domínio que alimentam esses confrontos.

Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.

Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. — Foto: Iranian Foreign Media Department/WANA.

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tinha.

"Meu jovem" — o tio do calçadão, fofo.
"Não vou lhe deixar na mão" — o tio da acampamente, grato.

Você não resolveu a vida deles.
Mas os viu. Tratou como gente.
Não desviou o olhar. Agiu. Pequeno. Camponês.

🙏💔💖🐎
#Caridade #MoradoresDeRua #DeuxTeOuça #PittycoModeOn #Humanidade

O maltrato psicolóxico non existe porque non se quere que exista

Para a administración e a xustiza, o maltrato psicolóxico non existe. A manipulación de persoas vulnerables como o son os menores non pode ser probada e por tanto non existe. Non se recoñece o seu dereito a ser tratados con respecto, as súas necesidades emocionais non están contempladas en ningún sitio. Os pais e nais que maltratan psicoloxicamente aos seus fillos e fillas non reciben consecuencias, non son apartados deles nin se lles obriga a cumprir cuns coidados básicos que […]

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