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RIPOST : artistes, pas terroristes
https://fed.brid.gy/r/https://contre-attaque.net/2026/04/01/ripost-artistes-pas-terroristes/
💥Announcement! Thursday 02.04.2026💥
🎬 Free Party: A Folk History 🎥
Thursday, 02.04.2026 | 6.30 pm | 🌈 Regenbogen 🎥 Cinema, Lausitzer Straße 22a, 10999 Berlin
Arrival: M29 Ohlauer Straße | U1, U3, U8 Kottbusser Tor | U8 Schönleinstraße
📣 Call-out: https://asanb.noblogs.org/?p=16410 - @rbf_xberg
🕡 6.30 pm – Live set by Vilhell
Bar and finger food
🕗 8:00 pm – Movie screening
Interview with Ixindamix
FREE PARTY: A FOLK HISTORY
They wanted the freedom to party. The state saw them as the enemy within.
Director Aaron Trinder takes us back to the beginnings of the Free Party movement in England during the 1980s and 1990s.
Far off from commercialization and official venues, the movement threw wild outdoor parties.
Its members demanded the right to celebrate wherever, whenever, and however they wanted — and became police targets.
In an era before digital surveillance, they managed to put on Castlemorton, the largest illegal festival in England, inspiring people around the world to not only organize parties but also stage protests.
🎬 Trailer: https://youtu.be/r9ctTKuVGSU
♿️ Unfortunately, the venue is not barrier-free (stairs).
🗣 The movie will be shown in the original version with English subtitles.
💶 Entry by donation.
💥Ankündigung! Donnerstag 02.04.2026💥
🎬 Free Party: A Folk History 🎥
Donnerstag, 02.04.2026 | 18:30 Uhr | 🌈 Regenbogen 🎥 Kino, Lausitzer Straße 22a, 10999 Berlin
Anreise: M29 Ohlauer Straße | U1, U3, U8 Kottbusser Tor | U8 Schönleinstraße
📣 Aufruf: https://asanb.noblogs.org/?p=16410 - @rbf_xberg
🕡 18:30 Uhr – Live-Set von Vilhell
Bar und Fingerfood
🕗 20:00 Uhr – Filmvorführung
Interview mit Ixindamix
FREE PARTY: A FOLK HISTORY
Sie wollten die Freiheit zu feiern. Der Staat sah in ihnen den inneren Feind.
Regisseur Aaron Trinder führt uns zurück zu den Anfängen der Free-Party-Bewegung in England in den 1980er- und 1990er-Jahren.
Fernab von Kommerzialisierung und offiziellen Veranstaltungsorten veranstaltete die Bewegung wilde Partys im Freien.
Ihre Mitglieder forderten das Recht, zu feiern, wo, wann und wie sie wollten – und gerieten so ins Visier der Polizei.

L’avocat de Victor et Emmanuel, dont le camion a été touché par des tirs, demande ce vendredi que l’Inspection générale de la gendarmerie nationale (IGGN) soit en charge de l’enquête.

Dans une tribune publiée par “Libération”, des artistes de renom manifestent leur opposition à un projet de loi porté par le parti politique Horizons qui “ne fera que renforcer les tensions” avec les forces de l’ordre dans le cadre des free parties.
QRAVO: F(R)ICÇŐES A(R)TIVISTAS - exposição artística & ato político
Espaco Santa Catarina, quarta-feira, 1 de abril às 18:00 GMT+1
QRAVO APRESENTA: F(R)ICÇŐES A(R)TIVISTAS
exposição artística & ato político
de 01/04 a 18/04 no @espacosantacatarina
FERVINHO ESPECIAL DE ABERTURA DIA 01/04 às 18h. Mais infos loguíssimo.
Curadoria @gustrav4 & @qravo.coletivo
GRATUITA e 100% independente, sem financiamento público nem privado. Quem financia é VOCÊ, doando pro nosso crowdfunding
TEXTO CURATORIAL:
Na conferência de imprensa da Berlinale 2026, o cineasta alemão Wim Wenders, para desviar de uma pergunta sobre a falta de posicionamento em relação ao genocídio perpetrado pela ocupação israelense em território Palestino, recorreu a um truque europeu clássico: a separação dualista. “Temos de nos manter fora da política, porque se fizermos filmes políticos então entramos no campo da política”, disse ele. “O cinema é o contrapeso da política. O nosso é o trabalho do povo, não é o dos políticos.”
Essa exposição artística, que também é um ato político, é uma resposta à Wim Wenders — e a todos os outros agentes da binarização euro colonial, a principal estratégia de manutenção do status quo capitalista. É uma resposta a toda estrutura do pensamento ocidental que historicamente nos fez acreditar em tantas setorizações forçadas, fronteiras arbitrárias e binarismos mutuamente excludentes: seja entre arte e política, artista e cidadão, ética e estética, cultura e natureza, “popular” e “erudito”, objetivo e subjetivo, corpo e intelecto, tradição e vanguarda, masculino e feminino, consenso e dissenso, parcial e imparcial, representação e agência, produto e processo, rua e galeria, eu e outre.
A(r)tivismo é um termo de legitimidade frágil, tanto no campo da arte como nas ciências sociais — e é justamente por isso que esta exposição o aciona. Nosso objetivo não é buscar a aprovação de um campo ou de outro, e sim questionar os critérios legitimadores de ambos. Apresentamos aqui o trabalho de artistas E ativistas locais e internacionais, que nos ajudam a questionar a armadilha binária que oportunisticamente propagandizam a despolitização da arte. Cada obra artivista denuncia e/ou parodia e/ou inverte e/ou revela e/ou (re)inventa uma posição política.
https://eventos.coletivos.org/event/qravo-friccoes-artivistas-exposicao-artistica-and-ato-politico