Entenda as diferenças entre os Centro de Atenção Psicossocial, os Caps e os manicômios
Entenda as diferenças entre os Centro de Atenção Psicossocial, os Caps e os manicômios
Lei da Reforma Psiquiátrica, 25 anos: que comunidade resta?
Em evento sobre lições de Franco Rotelli, as perguntas que ficaram para o aniversário da lei brasileira. O mundo mudou, a saúde mental se fragmentou, se burocratizou e viu a lógica manicomial resistir sob novas roupagens. Ainda há espaço para o cuidado comunitário?https://outraspalavras.net/outrasaude/reforma-psiquiatrica-25-anos-que-comunidade-resta/
"Ci sono date che passano nel calendario come tutte le altre. E poi ce ne sono alcune che, senza clamore, segnano una svolta. L’11 marzo 1924 nasceva a Venezia #FrancoBasaglia, lo #psichiatra che avrebbe cambiato il modo in cui l’Italia guarda alla follia": https://www.ilmamilio.it/wp/2026/03/10/franco-basaglia-e-la-rivoluzione-della-dignita-quella-porta-aperta-e-la-sua-eredita/#google_vignette
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O pior diagnóstico em saúde mental
Diagnosticam-se cada vez mais transtornos psíquicos: o fenômeno já é muito conhecido – e criticado. Mas é preciso entendê-lo mais a fundo. Por que tantos desejam estes rótulos? O que isso diz sobre a cultura de psiquiatrização da vida?https://outraspalavras.net/outrasaude/o-pior-diagnostico-em-saude-mental/
Saúde mental, cidadania e cidades que cuidam
Aos 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica, uma pergunta: direitos estão sendo de fato garantidos? Se cidades são cenário de vida comum e onde se realiza a liberdade, é preciso derrubar muros concretos e relacionais para encontrar respostas às necessidades coletivashttps://outraspalavras.net/outrasaude/saude-mental-cidadania-e-cidades-que-cuidam/
A #Berlino si è parlato di Franco Basaglia e della sua eredità sulla psichiatria moderna, ma anche di molto altro: cosa vuol dire avere cura? Che cosa significa includere e riconoscere la dignità dell'altro?
https://www.ilmitte.com/2025/11/franco-basaglia-evento-berlino/
L’ultima tappa per la statua equestre è quella di Bari dove si trova l'ennesima struttura che presenta condizioni disastrose. Il suo percorso tuttavia non finisce qui. L’iniziativa ha infatti permesso a molte persone di incontrarsi, di costruire nuove iniziative e riflessioni e di condividere la stessa idea di umanità e collettività. A partire da un pensiero comune: non basta riformare i Centri di permanenza per il rimpatrio, occorre chiuderli