Conto: O Ferimento no Braço
Autor: Lord Daniel Salem
Arte: criada com auxílio do ChatGPT

"Enquanto você bebe o vinho, seu corpo muda lentamente.

O coelho fez o seu trabalho."

Link: https://www.recantodasletras.com.br/contosdeterror/8581857

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It's riskier for a woman to travel alone than for a man. And that says a lot about gender (in)equality. We must continue working and fighting to be and have better beings.

É mais arriscado para uma mulher viajar sozinha, do que para um homem. E isso diz muito sobre a (des)igualdade de género. Continuar a trabalhar e a lutar para sermos e termos melhores seres humanos.

Happy Women's Day 🌸 Feliz dia da mulher

#womensday #diadamulher #mulher #viagem #floresta #woods #women #hicking #playmobil #toyphotography #fotografia #nature #spring
Funding continuous cover forestry

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No Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, localizado no extremo norte do estado do Amapá, se encontram as espécies de árvores mais altas da Amazônia, o imponente Angelim-Vermelho!

*EN / In the Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, located in the far north of Brasil, are the tallest tree species in the Amazon, the imposing Angelim-Vermelho!

#árvore #puno #tree #arbre #amazônia #amazon #amazonrainforest #amazonie #jungle #natureza #naturaleza #nature #gubat #brasil #brazil #bresil #bresilien #brasile #tumucumaque #nationalpark #floresta #forest #forêt #kagubatan #southamerica
Parque de Monte Alegre guarda um dos registros mais antigos da ocupação humana na Amazônia

Pesquisas revelam ocupação humana há 12 mil anos mostram que diversidade e manejo sustentável garantiram garantiram populações densas na Amazônia.

Estudos arqueológicos realizados na região de Monte Alegre, no noroeste do Pará, estão reformulando a compreensão sobre a presença humana na #Amazônia. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que grandes populações floresceram na #floresta por milênios, desenvolvendo cultura complexa, redes de troca e tecnologia, sem destruir o ambiente ao redor.

A história dessas descobertas remonta a agosto de 1849, quando o naturalista inglês Alfred Russel Wallace, coautor da teoria da evolução com Charles Darwin, percorreu o Baixo Amazonas. À margem esquerda do rio, encontrou uma paisagem incomum, com campos de cerrado, várzeas e serras recortadas por cavernas, contrastando com a floresta densa predominante.

Ao escalar a serra do Ererê, Wallace chegou à Pedra do Pilão, onde observou grandes círculos concêntricos e figuras complexas pintadas na rocha. O registro foi publicado em 1853 no livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro, despertando interesse científico que atravessaria gerações.

Mais de um século depois, em 1995, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt iniciou escavações na caverna Pedra Pintada, na serra do #Paituna. A datação por radiocarbono indicou que as pinturas tinham 11,2 mil anos, colocando Monte Alegre entre os sítios mais antigos das Américas.

Apesar da relevância, o estudo inicial não diferenciou estilos e fases das pinturas, sugerindo uma única ocupação. A partir de 2012, uma equipe coordenada por Edithe Pereira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, passou a contextualizar os vestígios, relacionando arte rupestre e cerâmica.

Em 2014, novas escavações revelaram pigmentos e instrumentos que indicam atividade artística há cerca de 12 mil anos. A análise comparativa mostrou semelhanças entre figuras rupestres e cerâmicas produzidas por povos ceramistas por volta de 1.000 a.C., evidenciando ocupação quase contínua até a chegada dos europeus.

Continue a leitura aqui: https://www.tempo.com/noticias/lazer/historia-da-ocupacao-do-baixo-amazonas-prova-que-humanos-e-floresta-podem-conviver.html

#PedraDoPilao #Amazonia #arqueologia #archeologique #americadosul #southamerica #brazil #ancient #brazil #bresil #brasilien #rocks #archaeologicalsites #historia #historiaecultura
Parque de Monte Alegre guarda um dos registros mais antigos da ocupação humana na Amazônia

Pesquisas revelam ocupação humana há 12 mil anos mostram que diversidade e manejo sustentável garantiram garantiram populações densas na Amazônia.

Estudos arqueológicos realizados na região de Monte Alegre, no noroeste do Pará, estão reformulando a compreensão sobre a presença humana na #Amazônia. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que grandes populações floresceram na #floresta por milênios, desenvolvendo cultura complexa, redes de troca e tecnologia, sem destruir o ambiente ao redor.

A história dessas descobertas remonta a agosto de 1849, quando o naturalista inglês Alfred Russel Wallace, coautor da teoria da evolução com Charles Darwin, percorreu o Baixo Amazonas. À margem esquerda do rio, encontrou uma paisagem incomum, com campos de cerrado, várzeas e serras recortadas por cavernas, contrastando com a floresta densa predominante.

Ao escalar a serra do Ererê, Wallace chegou à Pedra do Pilão, onde observou grandes círculos concêntricos e figuras complexas pintadas na rocha. O registro foi publicado em 1853 no livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro, despertando interesse científico que atravessaria gerações.

Mais de um século depois, em 1995, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt iniciou escavações na caverna Pedra Pintada, na serra do #Paituna. A datação por radiocarbono indicou que as pinturas tinham 11,2 mil anos, colocando Monte Alegre entre os sítios mais antigos das Américas.

Apesar da relevância, o estudo inicial não diferenciou estilos e fases das pinturas, sugerindo uma única ocupação. A partir de 2012, uma equipe coordenada por Edithe Pereira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, passou a contextualizar os vestígios, relacionando arte rupestre e cerâmica.

Em 2014, novas escavações revelaram pigmentos e instrumentos que indicam atividade artística há cerca de 12 mil anos. A análise comparativa mostrou semelhanças entre figuras rupestres e cerâmicas produzidas por povos ceramistas por volta de 1.000 a.C., evidenciando ocupação quase contínua até a chegada dos europeus.

Continue a leitura aqui: https://www.tempo.com/noticias/lazer/historia-da-ocupacao-do-baixo-amazonas-prova-que-humanos-e-floresta-podem-conviver.html?utm_source=pixelfed&utm_medium=activitypub

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Arara-vermelha descansa em poleiro improvisado em comunidade ribeirinha às margens do Rio Amapari, no estado do Amapá, Região Norte do Brasil

* EN / Red macaw rests in improvised perch in a riverside community on the banks of the Amapari River, in the state of Amapá, Northern Region of Brazil.

#amazônia #amazonie #amazon #arara #pássaro #bird #ibo #macaw #floresta #forest #amazonrainforest #southamerica #forêt #rio #river #ilog #tropical #brasil #bresil #brazil