La ONU declaró la esclavitud y trata de personas africanas como "el crimen más grave contra la humanidad", ¿qué plantea esta declaración y que nos dice sobre los países que se abstuvieron y los que votaron en contra? /1

#Esclavitud #FeminismoInterseccional #AntiRacismo #Feminismo #Antifa

Convocatorias 8 de marzo 2026 .Día Internacional de las Mujeres
#8M #8M2026
El 8 de marzo siempre ha sido y es un espacio de rebeldía, indignación, provocación y propuesta.
Un espacio de alegría compartida, de complicidad, identidad inclusiva y fuerza feminista.
Somos un GRITO GLOBAL¡ #AquíEstamosLasFeministas #FeminismoInterseccional
https://feministas.org/convocatorias-8-de-marzo-2026-dia-internacional-de-las-mujeres/

Lei da Burca, Hipocrisia Estatal e Subalternidade Feminina: Uma Leitura a partir de Spivak

Reflexões críticas sobre dominação, agência e silenciamento

A proibição da burca revela a persistência de estruturas de dominação e silenciamento. Spivak ajuda-nos a questionar quem fala, quem decide e quem é silenciado.

Introdução

A recente aprovação da lei que proíbe o uso da burca em espaços públicos suscita debates acesos sobre liberdade, segurança e identidade. Embora apresentada como uma medida destinada a garantir a identificação facial e a proteger o interesse público, tal legislação revela camadas mais profundas de controvérsia, sobretudo quando analisada à luz da teoria crítica de Gayatri Chakravorty Spivak sobre subalternidade e silenciamento. No ensaio Pode a subalterna tomar a palavra? (Orfeu Negro, 2021), Spivak problematiza precisamente as formas como o discurso ocidental “fala por” mulheres do Sul global, silenciando-as sob a aparência de emancipação. A questão que se coloca, portanto, não é apenas jurídica, mas também ética e política: quem decide sobre o corpo da mulher e que vozes são efetivamente ouvidas neste processo?

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Lei da Burca, Hipocrisia Estatal e Subalternidade Feminina: Uma Leitura a partir de Spivak

Reflexões críticas sobre dominação, agência e silenciamento A proibição da burca revela a persistência de estruturas de dominação e sil...

Kuir - cultura e inspiração Cuir
5 veces que me sentí fuera de lugar en espacios feministas

Reflexión crítica sobre cómo el feminismo blanco sigue dejando fuera a las mujeres negras. Se exponen experiencias concretas de racismo en espacios feministas, revelando una sororidad selectiva que perpetúa exclusiones.

Afroféminas