As bases da arqueologia moderna no Brasil

Há 60 anos, um programa brasileiro apoiado por especialistas norte-americanos aprimorou a formação de arqueólogos e ampliou a descoberta de culturas antigas em todo o país

https://revistapesquisa.fapesp.br/as-bases-da-arqueologia-moderna-no-brasil/

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Cidade perdida de 1.200 anos com quadra esportiva e muralhas é escavada no México

Sítio pré-hispânico na Costa Chica de Guerrero evidencia uma sociedade organizada e estratificada que habitou o local entre 650 e 950 d.C.

https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2025/10/cidade-perdida-de-1200-anos-com-quadra-esportiva-e-muralhas-e-escavada-no-mexico.ghtml
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Paredão com pinturas rupestres revela vestígios de 'ocupação ancestral' em serra no Tocantins

Sítio arqueológico Abrigo do Jon está cadastrado no Iphan, e tem manifestações datadas de oito mil anos atrás. Órgão faz ações para preservar espaço contra a ação do tempo.

https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2025/08/03/paredao-com-pinturas-rupestres-revela-vestigios-de-ocupacao-ancestral-em-serra-no-tocantins.ghtml

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"Joan of Arc was able to bite into the same grape as us": Pinot Noir already existed in the Middle Ages - Dining and Cooking

Found in the famous wines of Champagne as well as those of the Côte d'Or, Pinot Noir is an emblematic grape variety of French vineyards – and quite possibly

Dining and Cooking
A recém-descoberta cidade desértica no Peru que está reescrevendo a história das Américas

"Em julho de 2025, a arqueóloga peruana Ruth Shady descobriu Peñico, uma cidade de 3,8 mil anos, construída pela antiga civilização caral.

O sítio recém-escavado contém 18 estruturas, que incluem templos cerimoniais e compostos residenciais.

E, o mais importante, a descoberta fornece novas evidências de que o povo caral se adaptou a um desastre climático sem recorrer à guerra. Sua estratégia de sobrevivência parece tão extraordinária hoje quanto deve ter sido milênios atrás.

"Peñico dá continuidade à visão da vida sem conflitos da civilização caral", afirma Shady. Ela lidera as pesquisas no vale há três décadas."

Ler reportagem completa:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0ezqr047rno

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Parque de Monte Alegre guarda um dos registros mais antigos da ocupação humana na Amazônia

Pesquisas revelam ocupação humana há 12 mil anos mostram que diversidade e manejo sustentável garantiram garantiram populações densas na Amazônia.

Estudos arqueológicos realizados na região de Monte Alegre, no noroeste do Pará, estão reformulando a compreensão sobre a presença humana na #Amazônia. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que grandes populações floresceram na #floresta por milênios, desenvolvendo cultura complexa, redes de troca e tecnologia, sem destruir o ambiente ao redor.

A história dessas descobertas remonta a agosto de 1849, quando o naturalista inglês Alfred Russel Wallace, coautor da teoria da evolução com Charles Darwin, percorreu o Baixo Amazonas. À margem esquerda do rio, encontrou uma paisagem incomum, com campos de cerrado, várzeas e serras recortadas por cavernas, contrastando com a floresta densa predominante.

Ao escalar a serra do Ererê, Wallace chegou à Pedra do Pilão, onde observou grandes círculos concêntricos e figuras complexas pintadas na rocha. O registro foi publicado em 1853 no livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro, despertando interesse científico que atravessaria gerações.

Mais de um século depois, em 1995, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt iniciou escavações na caverna Pedra Pintada, na serra do #Paituna. A datação por radiocarbono indicou que as pinturas tinham 11,2 mil anos, colocando Monte Alegre entre os sítios mais antigos das Américas.

Apesar da relevância, o estudo inicial não diferenciou estilos e fases das pinturas, sugerindo uma única ocupação. A partir de 2012, uma equipe coordenada por Edithe Pereira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, passou a contextualizar os vestígios, relacionando arte rupestre e cerâmica.

Em 2014, novas escavações revelaram pigmentos e instrumentos que indicam atividade artística há cerca de 12 mil anos. A análise comparativa mostrou semelhanças entre figuras rupestres e cerâmicas produzidas por povos ceramistas por volta de 1.000 a.C., evidenciando ocupação quase contínua até a chegada dos europeus.

Continue a leitura aqui: https://www.tempo.com/noticias/lazer/historia-da-ocupacao-do-baixo-amazonas-prova-que-humanos-e-floresta-podem-conviver.html

#PedraDoPilao #Amazonia #arqueologia #archeologique #americadosul #southamerica #brazil #ancient #brazil #bresil #brasilien #rocks #archaeologicalsites #historia #historiaecultura
Parque de Monte Alegre guarda um dos registros mais antigos da ocupação humana na Amazônia

Pesquisas revelam ocupação humana há 12 mil anos mostram que diversidade e manejo sustentável garantiram garantiram populações densas na Amazônia.

Estudos arqueológicos realizados na região de Monte Alegre, no noroeste do Pará, estão reformulando a compreensão sobre a presença humana na #Amazônia. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que grandes populações floresceram na #floresta por milênios, desenvolvendo cultura complexa, redes de troca e tecnologia, sem destruir o ambiente ao redor.

A história dessas descobertas remonta a agosto de 1849, quando o naturalista inglês Alfred Russel Wallace, coautor da teoria da evolução com Charles Darwin, percorreu o Baixo Amazonas. À margem esquerda do rio, encontrou uma paisagem incomum, com campos de cerrado, várzeas e serras recortadas por cavernas, contrastando com a floresta densa predominante.

Ao escalar a serra do Ererê, Wallace chegou à Pedra do Pilão, onde observou grandes círculos concêntricos e figuras complexas pintadas na rocha. O registro foi publicado em 1853 no livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro, despertando interesse científico que atravessaria gerações.

Mais de um século depois, em 1995, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt iniciou escavações na caverna Pedra Pintada, na serra do #Paituna. A datação por radiocarbono indicou que as pinturas tinham 11,2 mil anos, colocando Monte Alegre entre os sítios mais antigos das Américas.

Apesar da relevância, o estudo inicial não diferenciou estilos e fases das pinturas, sugerindo uma única ocupação. A partir de 2012, uma equipe coordenada por Edithe Pereira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, passou a contextualizar os vestígios, relacionando arte rupestre e cerâmica.

Em 2014, novas escavações revelaram pigmentos e instrumentos que indicam atividade artística há cerca de 12 mil anos. A análise comparativa mostrou semelhanças entre figuras rupestres e cerâmicas produzidas por povos ceramistas por volta de 1.000 a.C., evidenciando ocupação quase contínua até a chegada dos europeus.

Continue a leitura aqui: https://www.tempo.com/noticias/lazer/historia-da-ocupacao-do-baixo-amazonas-prova-que-humanos-e-floresta-podem-conviver.html?utm_source=pixelfed&utm_medium=activitypub

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East of the Jordan and Dead Sea. Triumphal gate from the South [between 1900 and 1920]
American Colony (Jerusalem). Photo Department
1 photographic print (postcard) : gelatin silver. | Photograph showing ruins of a partially standing building at Gerasa, Jordan.

#South #Jerusalem #PhotoDepartment #Gerasa #Jordan #EricMatson #EdithMatson #AmericanColony #theMatsonCollection #American #1900-1920 #Archaeologicalsites #Gerasa(Extinctcity) #photography

https://www.loc.gov/item/2006691709/

Amman, the theatre from castle hill [between 1900 and 1930]
American Colony (Jerusalem). Photo Department
1 photographic print (postcard) : gelatin silver. | Photograph showing aerial view of section of Jordan on a hillside.

#Amman #Jerusalem #PhotoDepartment #Jordan #theAmericanColony #Roman #CastleHill #1900-1930 #Amman #Archaeologicalsites #Hills #Jordan #Open-airtheaters #photography

https://www.loc.gov/item/2006691708/