Na sexta-feira, 24 de Outubro, o Museu do Aljube vai acolher o primeiro evento público do projecto #GRASSROOTS:
a mesa-redonda "Memórias Militantes da Revolução", que procura recuperar memórias do quotidiano revolucionário, das rotinas da militância e dos pormenores da aprendizagem política.
👉 https://ihc.fcsh.unl.pt/events/memorias-militantes-revolucao/
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🎙 Victor Pereira foi convidado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para participar no seu podcast — O Boletim. Uma conversa sobre o papel da instituição antes, durante e depois do #25deAbril, tendo como mote os dois volumes do livro "Revolução, Pá!".
👉 https://www.youtube.com/watch?v=I5C8Pyfmgp4
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📖 No artigo "Fazer a revolução entre cravos e charutos: Cuba na transição democrática em Portugal (1974-1975)", Rebeca Ávila explora o encontro das revoluções portuguesa e cubana entre 1974-1975 e analisa como o Verão Quente catalizou uma aproximação dos países.
🔓 Para ler em #AcessoAberto na Lusotopie: https://doi.org/10.4000/13e4v
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🎧 Rita Luís foi a convidada desta semana convidada do Todos Ouvidos (Antena 1).
🚗 Uma entrevista focada no livro "A Revolução a que se pode ir de carro" e no trabalho que tem desenvolvido sobre a imprensa ibérica, a sua relação com as ditaduras e a transição para a democracia.
https://www.youtube.com/watch?v=osfTzzxgXvw
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Rita Luís no Todos Ouvidos (Antena 1)
YouTube📰 Rita Luís foi entrevistada pela plataforma El Trapezio a propósito do seu livro "A Revolução a que se Pode ir de Carro", que a publicação ibérica considera estar "vanguarda da internacionalização dos estudos sobre a Revolução portuguesa, até agora sobretudo de enfoque nacional."
👉 Leia a entrevista aqui:
https://eltrapezio.eu/es/portugues/a-revolucao-que-se-pode-ir-de-carro-apaixonou-os-meios-de-comunicacao-e-serviu-para-inspirar-em-espanha_52495.html
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'A Revolução a que se Pode ir de Carro' apaixonou os meios de comunicação e serviu para inspirar em Espanha - El Trapezio
Rita Luís é investigadora no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Com a autora falámos sobre como surgiu a ideia para esta obra, a forma como a Revolução dos Cravos ajudou a inspirar outros momentos históricos ou o impacto que esta Revolução continua a ter na identidade portuguesa. O livro, que entretanto ... Leer más
El Trapezio🆕 Congratulations to Pamela Peres Cabreira, whose thesis on the demands and resistance of female workers in the factories during PREC was awarded the Francisco Canais Rocha Prize for studies on the labour movement.
👉 Read the news on our website: https://ihc.fcsh.unl.pt/en/pamela-cabreira-wins-prize/
@histodons
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A Olga Iglésias esteve com várias turmas da Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Fragata do Tejo, na Moita, para lhes falar sobre igualdade de género antes e depois do 25 de Abril.
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Minuit dans le siècle – #37 Anticoloniale et antifasciste : comment la révolution a gagné le Portugal (partie 1)
Après un double épisode sur la dictature fasciste au Portugal, qui a duré près d'un demi-siècle (1926-1974), on aborde dans ce double épisode la Révolution des oeillets, à nouveau avec l'historien Victor Pereira. Cette révolution est souvent réduite au 25 avril 1974, journée magnifique durant laquelle un soulèvement militaire organisé par des officiers intermédiaires - les fameux capitaines d'avril - fait tomber enfin la dictature. Ce récit dissimule non seulement que la révolution a commencé sur le terrain colonial (comme on l'avait montré dans les précédents épisodes sur la dictature), avec l'offensive politico-militaire des mouvements de libération nationale - en Angola puis en Guinée, au Cap-Vert et au Mozambique - qui se déploie à partir du début des années 1960 et qui va considérablement affaiblir le régime. Mais la focalisation sur le 25 avril 1974 manque également ce qui va se jouer dans les 19 mois qui vont suivre, à savoir l'intrusion des classes populaires - ouvriers et employés des villes mais aussi paysans pauvres des campagnes du Sud - sur la scène politique. Dès les semaines qui suivent la chute du régime émerge ainsi le plus grand mouvement gréviste de l'histoire du pays. Il signale d'emblée que le peuple portugais n'aspire pas à troquer une élite modernisatrice contre une caste réactionnaire. Ce qui est vite à l'ordre du jour à mesure que la révolution se développe, c'est à la fois la décolonisation immédiate, la conquête d'une démocratie réelle (ne se réduisant pas à l'élection de bons représentants), et la sortie de la misère pour l'ensemble des travailleurs·ses. À travers des pratiques de lutte radicale et auto-organisées, cela va progressivement conduire à la montée d'une conscience anticapitaliste et à une aspiration à construire un pouvoir populaire. Victor Pereira a publié notamment le livre C'est le peuple qui commande. La Révolution des Œillets : 1974-1976, aux éditions du Détour en 2023. Épisode enregistré en octobre 2024. Montage : Aurélien Thome.
📕 A primeira monografia da Rita Luís foi publicada pela Imprensa de Ciências Sociais. "A Revolução a que se Pode Ir de Carro. Portugal, Espanha e os media (1974-1975)" analisa a receção e o processo de construção da Revolução de 25 de Abril de 1974 pelos media espanhóis e internacionais.
👉 https://www.ics.ulisboa.pt/livros/revolucao-que-se-pode-ir-de-carro
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A Revolução a que se Pode Ir de Carro
ESTE LIVRO analisa a receção e o processo de construção da Revolução de 25 de Abril de 1974 pelos media espanhóis e internacionais. Original nos seus propósitos e minucioso na análise dos meios através dos quais a visão da Revolução portuguesa foi construída em Espanha, o trabalho de Rita Luís evidencia a importância do exemplo português na discussão sobre o processo de transição espanhol.